O Rei da Vela 2018

d Oswald de Andrade

Renasce

das Cinzas da 4ª Feira de Cinzas,

pra si dar de nôvo, nôvo

Fôgo na Véla

no Palco do Teatro Sérgio Cardôso    

5ª, dia 15 às 19:30

Depois d 50 anos Recriado,

volta a ser outra vez TransCriado.

Esta Obra Prima do Poeta Oswald d Andrade

é uma Esponja q capta a vida ao vivo do Tempo,

sempre no aqui agora.

A trasmutação radical no Elenco dos Artistas

traz de novo a beira do abismo, em q temos q estar vivos pra recriarmos todas a Interpretações.

Muda o Rei, a Rainha, o Rei dos Reis, muda tudo!

O Rei Renato Borghi

passa a Corôa pro Astro Rei do  Teatro Oficina q vai Coringar com Êle, o Protagonista: o E$peculador Abelardo 1º: Marcelo Drummond,

em seus 55 anos d vída, 30 vivídos no Malho da Bigorna do Oficina. A Maioria de suas Atuações estão gravadas: Ham-let, Jesus das Comídas, Bôca de Ouro, Euclides da Cunha, Walmor Chagas, Oswald d Andrade, Agatão d “O Banquete” ~ da Associação Teatro Oficina UzynaUzôna Parque do Bixíga

A Diva: Cristina Mutarélli, uma das Maiores Atrizes do Brasil y do Mundo,

vai viver a DONA CEZARINA- a Rainha Matrona da Aristocracía do Café Paulista.

Todo o elenco, dos Novos y dos q estavam, atuaram em Todos os Ensaios. Y tivemos a delícia d praticar o mais gostoso da nossa profissão: Ensaiar todo Time, jogando juntos.

O Magnético Fred Steffen, o Pentheu d Bacantes y Acebíades do Banquete de Sócrates, fazendo agóra O Rei dos Reis: O Banqueiro Mister Jones: o Tramp: o AMERICANO.

Vera Barreto Leite atriz de Teatro q tem dentro d sí: Vera Valdez:a Modelo Prediléta de Chanel,vai revezar comigo na Personagem da Dona Polóca,o Virago da Casa Grande. A Reaça das Reaças d chicote y terço nas mãos,em q Véra, revéla a Vierge folle, a Tia Louca

Devassa.

A Chegada deste Quarteto de Grandes Artistas Reinventou  a Peça através da Reinterpretação Receptiva do Grande Elenco de Grandes Atrizes y Atores q já faziam a peça em 2017 y criou “O Rei da Vela d 2018”.

É impressionante o Poder Shakespereano da Peça d Oswald. O Poeta criou esta Grande Ópera de Carnaval do Capitalismo Mundial no Etherno Retorno das Crises do Capitalismo.

ABELARDO 1º– Somos Parte de um Todo Ameaçado: o Mundo Capitali$ta. Há um momento em q a Burguesía abandona sua Velha Máscara Liberal. Declara-se  cansada de carregar nos ombros os ideais d Justiça da Humanidade, as Conquistas da Civilização e outras besteiras! E Organiza-se como Classe, Policialmente.

Esse momento soa outra vez no mundo d hoje numa Grande Luta de Classes Armada, Ativada pelos Renti$ta$ contra os seres Humanos numerosos demais, do andar de baixo. Foi o Andar de Cima do Império q através d seus lacaios políticos no Brasil deu o Golpe de 2016, tucanamente chamado de “Impeatchement”.

A Peça foi escrita em 1933, ascenção dos ísmos: nazismo, fascismo, stalinismo, em 1937 foi publicada: ano da 2ª Guerra Mundial; e em 1967 encenada pela 1ª vez, na Ditadura $ifil Militar em momentos como o q vivemos hoje.  

Talvez nas 3 últimas décadas de uma relativa democracia q tivemos, esta peça não fosse tão penetrante como hoje. É q a burguesia usava sua velha Máscara Liberal ainda.

Ou melhor, ela posava, permanecia oculta, sobretudo nos anos do Governo Lula e Dilma.

Em 2018, depois d sucessivos Golpes, sobretudo no assassinato das conquistas sociais d séculos no Brasíl desde a  Lei Áurea;

d Guilhotinadas Orçamentais no Assassinato Cultural em q passaram a  chamar os artistas brasileiros d  vagabundos y d Condenar o   Bode Lula, aquele q além do bem y do mal, incarna a evolução social, cultural, do Brasil na curta democracia brasileira.

Nesta TragiCômica História do Brasil, O Rei da Vela brilha mais q nunca.

Ainda este ano o Grupo Parlapatões vai montar ‘O Rei da Vela”, com o Hugo Possolo, q já fez em cena o Palhaço Piolin,o Abelardo Pinto, q inspirou o autor da peça  a criar o Abelardo I. Vai ser a  realização do sonho d Oswald: o Palhaço Piolin  protagonizando  “O Rei da Vela”.

A Peça é Poesía Teatral do Poeta Maior, por isso pode ter inúmeras Interpretaçõesa partir do Talento das Atrizes y Atores q atuam n’Éla.

Apaixonei-me já nos Ensaios quando percebí q todos estavam Apaixonados entre sí y pela peça. Fiz dos melhores ensaios d meus 80 anos.

Tudo me inspirou.

A Betinha, Cantora y Fonoaudióloga veio pra cuidar da vóz dos Artistas.Desde q cantou suave y pleno d musicalidade um Ó pros Artistas da Peça cantarem com Éla, aconteceu uma revolução q venho desejando há anos no Oficina.A Fala, o Canto, Cantado, Modulado, com vozes Múltiplas saindo d cada Artista.

La Mutarelli  revelou-se uma nova Eugenio Kusnet com a Maestria da direção das falas, em seus mais insuspeitos y específicos segredos da atuação em Teatro.

Catherine Hisch-Poeta q vem nos inspirando há anos na direção dos Artistas em Cena, da Luz, do Som, por sua sensibilidade nada explicativa, mas sentida ao vivo vinda d sua Imaginação q desperta a Imaginação d cada um y de todas.

Marcelo Drummond , (q tem um texto imenso, maior q o d Hamlet, q fizemos na íntegra) no último ensaio meu no Oficina , ví correr vivo, o 3º Ato, o d mais texto de todos os Atos , talvez os mais belos d Oswald.

Eu estive tomado de excesso d dirigismo por paixão pelos poucos y muito vivos ensaios q fizemos. Brigamos muito Marcelo y eu.

Ele ontem, dia 9 d fevereiro, até pediu q eu não fosse ao Ensaio do dia 10. Ele queria ensaiar só com os Atores. Senti q ele tinha razão d ter brigado muito. Era pra buscar encontrar o “seu Abelardo I”,dentro d seu Corpo.

Eu o interrompia muito. Mas em seu Corpo acaba de nascer Outro Abelardo I, antenado no aqui agora em toda beleza y Humor de sua Inteligência d Ator.

Fred Steffen traz num Corpo Treinado de Atleta Afetívo o Magnetismo do Rei dos Rei$.

Todo Fascínio das Personagens Poderosos

Escolhídos pelo sistema como Papa do $ifrão.

Escreví dos Atores novos na Peça, mas o Talento dos q fizeram com Renato Borghi o Triunfo do Rei o ano passado, foram a Terra em q os Novos Aterraram.

Y todos, já com a vida vivida em cena de um sucesso de público,puderam profundar o interior d suas vísceras como a Heloisa de Lesbos d Sylvia Prado, a João dos Divãs de Camila Mota, q transmutou sua Personagem, sobre tudo numa Cena nova: num Conflito Armado entre Fred o Americano, Marcelo Abelardo I, Dona Cesarina La Mutarelli , O belo Roderick Himeros, incarnando o 1º Fascista do Teatro Brasilero com sotaque carioca: o Perdigoto y Dois Favelados: uma Baiana alugada pelo Ministério do Turismo y Tony Reis, um Bandido Negro, trazído a força pra trabalhar como escravo na Festa de Noivado na Ilha na Baía da Guanabara do Magnata Rei da Vela.

Uma Cena de Guerra do Rio de Janeiro Hoje,

entre a Favela y a Cidade.

Camila Mota, incarnada na Trans João dos Divãs, liga o rádio pra impedir o morticínio em processo, y sintoniza uma Valsa d Straus q desfaz a Cena armada prum morticínio-num valsar Surrealista com os Inimigos Valsando Juntos no Palco Giratório.

Ricardo Bittencourt chega da Baía Lindíssimo

Y tranquilo no recriar seu PiTanga o Cliente Inadimplente, na situação q nos condenaram a todos, povo y artistas fora das Castas Globais: miséria y fome.

É bom ver esta Cena, pra ver quanto ela se parece com a da maioria da população y conosco q vivemos de bilhetería.

Temos Público, mas pouco tempo nos Grandes Teatros. Seu Intelectual, surge agora com momentos de Respiração y efeitos de afastamentos emotivos pra nos aproximarmos mais dos humanos demais.

Tulio Starling este grande ator q faz Abelardo II, Vice de Abelardo I y seu Oposto: Totó Fruta do Conde, o Viado da Família, sai reforçado. Ensaiamos muito na quebra do Limite da Personagem, pra sair d ‘Éla, deixar respirar sua Entidade em seu interior quântico humano, Um afastamento oposto ao d Brecht, pra aproximar o ator do mundo dos sentimentos humanos secretos das pessoas vivas no Público.

Tudo aconteceu nestes Ensaios no Oficina.

Hoje aportamos no Palco y Platéia do Teatro Sérgio Cardoso. Nos Cenários de Helio Eichbauer, as Luzes de Beto Bruel.

Nos Figurínos, nas Maquiagens.

Outra Viagem.

A partir d 5ª, já será com o Público

descansado na 4ª das Cinzas, entrando no ano 2018, atiçado pelo entusiasmo da Felicidade Guerreira, do novo “O Rei da Vela”.

Esta peça de Poética Cosmo Política Antropófaga Indígena, vai nos inspirar, pra nos inspirarmos todos, no Palco y na Platéia pra abrirmos depois deste Carnaval Magnífico vivído com muita Imaginação cosmo-política deste 2018, Ano q começa agora,depois da semi  trégua, das Festas d Fim Começo d Ano, Férias, Carnaval.

A Estreia de “O Rei da Vela 2018” reinicia, pilha a energia apaixonada de todos apaixonados, nos diferentes movimentos libertários,encontrando-se em Orgyas de Devoração dos Golpes com muito Humor, Criatividade y Sabedoría Estratégica.

Não é mole derrubar o Sistema da Casa do Rei da Vela.

Zé Celso

10 d Fevereiro d 2018

EVOÉ MOMO

 

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arte Igor Marotti

Maestro João Carlos Martins com a Camerata  Bachiana Rege às 13h do dia 25 de JAN, no 464º anos de SamPã, a Re-Abertura neste 2018 do Movimento do Teatro Oficina pelo seu Entorno: Parque do Bixiga.

Em 1982, Secretário da Cultura do Estado de São Paulo, com Piano em sua Sala, Regeu o Tombamento de 300 metros do Entorno do Teatro Oficina para q Grupo SS não impedísse a Última Obra Prima d Arquitetura Urbanista d  Lina Bardi y Edson Elito.

No jardim do Oficina Lina plantou a Árvore Cezalpina q hoje aos 24 anos é Mãe do Parque do Bixiga. Atravessou os muros y foi juntar-se à Vegetação Fértil do Vale do Rio Bixiga.

QUI 25 JAN 2018 13h no Teatro Oficina
Rua Jaceguai, 520 – Bixiga
ENTRADA GRATUITA

Vem, #ParqueDoBIXIGA!

+ PARQUE DO BIXIGA

Bacantes … como gostamos …

 

4 Celebrações TragiCômicOrgyásticas

d’um ano em q Gentes

do Povo Índio

na Luta q  re-Sagra a Terra,

com os  Sem Terras,

com os Povos Sem Medo Sem Tétos,

com os de todas as Mídias Livres desta Edade,

dos Operários d Tarsíla,

dos desclassificados de todas as classes,

médias, altas, gente simplesmente gente,

inspiraram Artistas de Todas as Artes  

a parir o q estava latente y veio vindo à Luz,

respondendo desde o Impeachment, aos Golpe$ dos Pentheu$ q não sabem das coisas, nem de $í.

No q Golpearam o Teatro Oficina y seu Entorno Tombado com o 1º  Golpe no Órgão d Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico y Turístico do Estado de São Paulo os Artistas, pariam os 1ºs Frutos já latentes q trariam a Primavéra Cultural  d 2017.

Este Golpe aconteceu numa segunda feira, dia seguinte do 2º Espetáculo de Estréia Triunfal d “O Rei da Vela” ,

Oswald de Andrade sempre surge nestes momentos da Terra em Transe terremotiando, juntando todos bichos humanos artistas.

Chico Buarque liberou “Roda Viva”

Fernanda Montenegro nossa Rhéia, Mãe d Zeus , Avó de Dionísios, emocionada, Xamã Teatral já tinha proferido a palavra mágica: “desacovardamento” y me falado: “eles não sabem onde estão se metendo”;

Caetano proibido d fazer Show no Acampamento dos Sem Teto em São Bernardo, no mesmo dia, encontrou-se com o Povo Acampado, Corpo a Corpo, Na Véspera da Caminhada Épica até o Palácio do Governador,

depois fundiu esta Aliança d Ouro com os Artistas y o Povo Sem Mêdo.

Caetano, Paula Lavigne, Sonia Braga, Criolo, Maria Gadú  y todos os Presentes ao Vivo ou na Rêde Re-Sagraram o Largo das Batatas.

No Domingo de Festa no Parque do Bixiga, dia 26 d Novembro a Cerimônia Ecumênica deu Início a ManiFestação Livre

Peripatética, Caminhante até o TBC

onde Renasceram seus Artistas, lutando à favor d sua existência fora das Privatizações Mercantís y depois abraçaram todo Quarteirão do Parque do Bixíga.

Diante destes Movimentos, nós do Oficina decidimos q as  Festas q Precedem a Passagem d Ano poderiam dar continuidade à Primavera Virada Verão. BACANTES foi a escolha das 2 Companías da Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona, q Xamamos em língua do deus do Teatro de TYAZO: os q já ensaiavam os COROS d “RODA VIVA” y os q tinham feito a 1ª Temporada de “O REI DA VELA 2017” pra 2018.

Decidímos, pelo Sucesso q há Milênios recria os Coros Dionizíacos da Origem do Teatro pra Ethernidade Terrena: “Bacantes 2017-2018” q abre as Celebrações:

– dia 23, às 14 :30h – 30 Anos da Ethernidade do Grande Artista Luis Antônio Martinez Corrêa, meu colega Irmão, no Esplendor d sua Arte, assassinado com 107 facadas, tendo seu Corpo Velado no dia de Natal no Rio de Janeiro y enterrado em Araraquara.

Eu desejava dedicar-me inteiramente aos 30 anos da Ethernidade d Luis.

Pra Estréia d “Macumba Antropófaga”escolhemos dia 24 d Junho, aniversário de 67 anos d Luis y d meu amado irmão João BatistaNoite d Natal no Hemisfério Sul.

Eu comecei as comemorações do nascimento, Ressuscitando-me  vestido com o Figuríno d meu irmão em seu Musical Brasileiro nº 2, mas cantando os versos d Maiakoviski em seu Poema “Amor” incluídos em sua montagem d “O Percevejo” musicado por Caetano Veloso.

Eu projetava pros 30 anos dia 23, uma montagem desta peça. Mas vem a Roda Viva da Felicidade Guerreira da  Primavera Cultural y nós decidímos cantar em CORO com Todo Público nesta Tarde, Ressucitando-nos Juntos em Maiakoviski-Luis  pra Felicidade Guerreira d uma Primavera já no Verão q nos quer mais q nunca “atentos y espertos, sem medo d temer a morte”.

No Natal na Terra do Hemisfério Sul, dia 24 d junho, nascimento d Luis, dia d São João, gozamos este outro Natal q vem do Hemisfério Norte.

– Depois das farras q todos vamos fazer com nossas amizades douradas de 24 pra 25, o almoço com a Família, na noite do dia 25, às 18h, a Família TransFormando-se, reencontra-se na Fraternidade Erótica dos q tem o pai pelos menos como o universo, y a mãe no mínimo como a terra encontra-se  renascendo com DIONÍSIOS y  “BACANTES” no TERREIRO ELEKTRÔNICO DO TEATRO OFICINA PARQUE DO BIXIGA VIRADO CYTERRÃO DIONIZÍACO.

-No Sábado dia 30, às 17h, Celebramos assim também com os q vierem, o penúltimo dia do Ano.

-Y No Domingo Último dia do Ano, 31, às 17h, “BACANTES” nos leva

Baqueados pra um 2018 d VITÓRIAS da PRIMAVERA NO VERÃO.

Os q virão passar em cada uma destas  Celebrações conosco até o Reveillons: Decorem estes versos q cantamos no 2º Ato, nas 4 Comemorações com diferentes Públicos:

“qual é o mais lindo presente

q os deuses dão pros mortais

o q é mais Lindo?

é o q é mais Amigo

ter a Cabeça do Inimigo nas mãos

y a sabedoria d Tocar

pra Êle ver d pé

a nossa Vitória!

 

SamPã,

Paraíso,

Teatro Oficina Parque do Bixiga

32 Anos da Leitura Encenada de

“O Homem e o Cavalo”

de Oswald de Andrade  com um Elenco 150 Artistas

d Todas Gerações , Celebridades y Coros

finalizando uma Produção do Grande Ator Sérgio Mamberti de Muitas Peças Proíbidas pela Ditadura $ifíl Militar, em muitos Teatros y com Muitos Elencos.

17 d dezembro d 2017

Dionísios o deus d Todos os Teatros y do Vinho Xama

EVOÉ

IÓ! Gentes como as Gentes

Corpos Urgentes

Venham abraçar no Afeto quente

o Nascente Teatro Oficina Parque do Bixiga d Todas as Artes,

No Vale Fértil das Margens do Rio Bixiga,

Libertando a Terra asfixiada por 80cm d’Entulho.

A imagem pode conter: texto

Terra Sagrada ameaçada por novas-velhas Torre$ d 100 métros

Precursoras do Genocídio do Povo q lá habita.

Criador da Lapa Carióca de SamPã

Q criou desde o Parto do TBC,

todos os Teatros Modernos

Y Pós Modernos Musicais, com Transmissões Diretas na Rede

com os Artistas d Teatro, de Cinema

vindos do Mundo Inteiro,

os Laboratórios de Cinema de Película y hoje Digital

Os Restaurantes, Cantinas, Bares, Casas de Shows Musicas, Sapateiros, Costureiros, Artesãos:

O Umbigo Popular y Artístico da Capital do Capital do Brasíl.

Este Vale de muitos Rios, de Terras em q se descimentando, plantando , cultivando, dá de Tudo:

Árvores frutíferas, flores, legumes y

como a Vila Isabel do Rio dá Samba do Vai Vai,

de muitas outras Escólas, de Dança, Terreiros de Umbanda, Candomblé y Teatro

Protegidos pela Igreja da Achiropíta

Y pelas forças da Natureza Grandiosa da Cidade, já palitada de Torre$,

terão o Direito de se Expandir.

O q Abre é o Rito Ecumênico na Jaceguay: Rua Come Cabeça.

O Coro da USP afinando as vozes

Y Dionisio y as Bacantes dando Início ao Cortejo nas margens populosas do Rio Bixiga numa Cobra Grande

Q não é aquela q saiu do Ovo da Serpente Na$ista,

mas a Ourobóros em q a Cabeça vai morder seu próprio Rabo pra assim toda afetividade Elétrica dos humanos q lá estiverem, em ondas d Poderosos Afetos imantar, Abraçar!!!!!!

o miolo do Bixiga em ondas de tesão pelos bichos humanos, animais, vegetais, minerais irradiarem por todo o Planeta, criando com Artistas, Movimentos Sociais Únicos, a Primavera do Brasíl de 2017 q dará o Desejo, a Animação pra todos os Desanimados desgolpearem-se dos Golpes de Cada dia dos Podres Poderes.

É uma caminhada dos Artistas, dos Grupos Carnavalescos, do Povo do Bixiga, dos Índios Guaranís do Jaraguá e de Parelheiros, dos Movimentos dos Sem Teto, Sem Terra, proclamarem pela Cultura atíva a Primavera Brasileira, seja com Sol, Chuva, Arte y Alegría.

O Rito é dedicado às mãos mais fechadas, ao coração mais duro dos $peculadores para q encontrem a própria felicidade de derrubarem seus muros, para construirmos todos juntos um Brasil decisivo pra paz no Mundo.

 

por Daniel Kairoz

TEATRO ÚNICO NO MUNDO
O Teat(r)o Oficina goste ou não goste é teatro único no Mundo dos mais importantes patrimônios culturais do Brasil o mais antigo grupo de teatro vivo em ato e teato em trabalho continuado ao longo de 59 anos cujo Diretor Xamã Zé Celso no auge de seus 80 anos segue com seu ponto firmado criando obras teatrais fundamentais para o Teatro Mundial além de seguir cultivando a vida popular do Bixiga de Sampã do Brasil do Mundo

ELO TEMPORAL
E mais o Teat(r)o Oficina é elo entre Tempos e Movimentos é elo entre gerações passadas presentes futuras é cultivo das forças primordiais dessa Terra parte viva da História e da Mitologia brasileira é Uzyna da Cultura dessa Terra da sua força ancestral mas também das suas forças modernas contemporâneas é Terreyro Eletrôniko Bárbaro Tecnizado abraça o velho e o novo e abre caminho para além dando continuidade à tradição Antropófaga própria de Pindorama que nada tem a ver com canibalismo isso é o que aprendemos com os Tupinambás que devoram apenas o que há de melhor no outro para além das ideologias para além de qualquer ismo devoram o guerreiro inimigo admirado para adquirir sua força devoram o parente amado para incorporar o ser amado ao próprio corpo devoram o outro e o mesmo o amigo e o inimigo Tupinambás Modernismo Paulista Tropicália o Teatro Oficina conecta tudo isso e mais e segue adiante pulsante em conversa infinita com seu tempo mas sem trégua nem qualquer vestígio de nostalgia vê além abre caminho para tempos vindouros re-existindo a cada golpe se reinventando inventando infinitos brasis sob o céu de Tupã entusiasmados pelo Deus Baco Brômios Dionísio cantando o bode fazendo dos tabus totens com suas Óperas Carnavalescas Tragicomicorgiásticas

REUNIÃO DE TODAS AS ARTES
Isso é muito e o Oficina vai além e agrega em seu trabalho todos os campos das ciências sagradas que num determinado momento passaram a ser chamadas Ars Artes Música Dança Arquitetura Cinema Artes Plásticas Poesia Literatura está tudo ali numa encruzilhada entre artistas imensos um teatro construído com o trabalho de muitos dos maiores artistas dessa Terra de cada um desses campos de cultura (porque cultivo) reconhecidos mundialmente cósmicamente que alimentaram e alimentam essa Oficina com seus Sacro-Ofícios goste ou não goste desses artistas pois a importância de um artista não é medida pelo gosto ou desgosto mas pela pertinência de suas obras ao mundo sua relevância cósmica e ser humano nenhum é capaz de mesurar isso e a importância desses artistas que fizeram o Oficina ser o que é hoje é inquestionável assim como o próprio Teat(r)o Oficina e isso quem nos diz é o Tempo

ARQUITETURA CÊNICA
Mais ainda ao agregar arquitetos urbanistas dos mais importantes Joaquim Guedes Flávio Império Rodrigo Lefèvre Edson Elito e uma das maiores arquitetas do mundo Lina Bo Bardi cujas obras são o símbolo de um pensamento sofisticadérrimo de arquitetura e cidade encontrando em cada obra uma perfeita alquimia entre forma função beleza sem perder sua força popular e sua ligação com essa Terra em comunicação direta com os saberes dessa Terra e em respeito imenso à Terra e suas riquezas naturais um paradigma para a Arquitetura Mundial e para as cidades contemporâneas que se encontram à beira do colapso

URBANISMO ANTROPÓFAGO
No Teat(r)o Oficina nesses 59 anos de Uzynagem há um saber extremamente elaborado de arquitetura urbanismo e cidade que se mostra caminho a ser explorado em tempos de saturação absoluta dos modelos urbanísticos vigentes com seus conjuntos de avenidas às custas dos rios que nos trouxeram mais problemas que soluções para o crescimento dos centros urbanos que violentam o corpo da cidade afim de extorquir até a última gota os recursos naturais da Terra construindo excessivamente casas sobre casas prédios sobre prédios especulando cada metro quadrado de terrenos esquartejados em lotes com um pensamento muito pobre e mesquinho que visa apenas o máximo lucro dos envolvidos sem levar em conta as reais necessidades da Cidade da Terra e do Céu cujas vozes da Cidade da Terra e do Céu esse Teatro manifesta em seus projetos arquitetônicos e urbanísticos é só olharmos para o programa do projeto do Anhangabaú da Feliz Cidade cujos fundamentos – Oficina de Florestas Y Universidade Antropófaga Y Teatro de Estádio – estão acordes com os pensamentos mais visionários de cidade e abrem caminho para o que poderíamos chamar de Urbanismo Antropófago ao cultivar uma cidade que honra a Terra que habita de onde tiramos nosso sustento alimento que se projeta em respeito à força Nutriz Matriz Mãe Matéria Mater Dei

AS LEIS HUMANAS NADA PODEM CONTRA AS LEIS DIVINAS
E mesmo assim os ataques continuam por parte do grupo Silvio Santos que insiste numa obtusa ideia de construir torres de 100 metros ao redor de uma obra de arte com importância mundial demonstrando assim uma total falta de conhecimento da importância desse Teatro mas também do bairro tornando-se uma ameaça sinistra para o bairro do Bixiga como um todo tamanho impacto assombroso que essas torres seriam para sua vida mas também para a cidade de São Paulo que perderia a oportunidade de repensar seus caminhos urbanísticos aceitando que os já trilhados até o momento apresentam mais ônus do que bônus e que ainda há tempo de desfazer o mal feito

EMPREENDER HORIZONTE
No vídeo que está circulando pelas redes da reunião entre o Zé Celso Silvio Santos o atual prefeito de São Paulo João Dória e equipes vemos claramente a total falta de visão desses dois que são vistos como exemplares empreendedores Silvio Santos e João Dória Jr. não enxergam o prejuízo imenso pra cidade que o projeto do Grupo Silvio Santos pode causar não enxergam que a cidade está completamente saturada desse tipo de empreendimento não enxergam que é um projeto falido em sua gênese esse que querem implantar ali projeto que é apenas mais do mesmo de um pensamento já exausto e exaurido e que a economia mundial caminha para novos caminhos que se afastam cada vez mais desse tipo de empreendimento que eles defendem para o entorno do Teatro não enxergam a mina de ouro que o Teat(r)o Oficina é e que eles poderiam lucrar muito mais dando o devido espaço ao Oficina proporcional à sua importância cultural para o Brasil e que o Oficina é Uzyna força inesgotável de criação que pode ser um ponto de projeção do Brasil para o Mundo de um novo pensamento de economia cultural e que o projeto do Teatro de Estádio e do Anhangabaú da Feliz Cidade como um todo será um marco na história do urbanismo mundial

VAMOS COMER OFICINA
Não dá para deixar de pensar que é de uma estupidez tacanha assassinar o Teat(r)o Oficina quando se poderia devorá-lo como amante amado ou como inimigo odiado tanto faz pois sua força é imensa e se faz precisa ao tempo mais do que nunca!

Vida longa ao Teatro Oficina Uzyna Uzona!

#ficaoficina

#vetaastorres

O grupo do $ILVIO $antos SS,
em seu ataque às terras tombadas nos 300 metros no entorno do teatro oficina,
sítio arqueológico fértil,
onde mora o rio do Bixiga,

q vai começar a ser desenterrado nessa primavera cultural do brasil pro mundo!

No dia 23/10, houve um assassinato no CONDEPHAAT por 15 burocratas ignorantes, sem noção do Patrimônio Histórico Artístico Arqueológico Turístico do Estado de São Paulo, sem mencionar nenhuma obra de teatro realizada lá que:

– autorizaram a construção de torres no sítio arqueológico onde corre o vale fértil do Rio Bexiga, vai entrar profundamente pela culatra.  Pois acaba de nascer a Rebelião dos Artistas que criam agora a Primavera Cultural do Brasil de 2017.  Retomando a Cultura Descolonizadora da Tropicália Antropófaga e do Carnaval de Rua, artistas de:

– todos os teatros,

– de todas as televisões,

– de toda a Net,

-de todas as artes,

– desde o movimento de Caetano Veloso, Paula Lavigne e artistas do Rio no 342 Arte que já chegou nas mãos da Mídia Ninja (no momento em que escrevo esse manifesto acabo de saber que Caetano e seus filhos, estão impedidos pelo Prefeito de São Bernardo de entrar com os instrumentos para fazer o show que terá a presença dos bichos humanos do Movimento Sem-Teto)

 

– Da palavra mágica “desacovardamento”, da xamã Fernanda Montenegro

criaram o terreno propício para a grande florada cultural comer esse inimigo sacro: a Serpente Nazista, já fora do ovo. Serpente, você vai ter que dançar ao violino e ao canto de Jorge Mautner:

“Qual é o mais lindo presente que os Deus dão pros mortais?

O que é mais lindo

O que é mais amigo

Ter a cabeça do inimigo nas mãos

E a sabedoria de tocar

Pra ele ver de pé

A nossa vitória”

O terreno desse sítio ecológico nos 300 metros de entorno tombado, vai receber o povo todo do Brasil e do Mundo e vai ter circo, shows musicais e o Teatro de Estádio nômade para que permaneça com a beleza da sua maravilha de seu vazio povoado pela natureza. E aberto a todos os povos, a começar do Bexiga.

Lugar que corre o mesmo risco, onde poderá ser praticado um genocídio, a expulsão dos habitantes que criaram esse centro popular de cultura. Nascedouro de todos os teatros modernos do Brasil, vindos do TBC, ameaçado de privatização para enlatados.

Esse lugar cobiçado pela especulação financeira que já sufoca nossa cidade com três pragas: torres, trânsito e poluição, foi musicado pelo poeta-cantor José Miguel Wisnik. Então, nós todos passamos a chamar de ANHANGABAÚ DA FELIZ CIDADE. E será cantado e gravado por cantoras e cantores em coral e orquestra.

A

ANHANGÁ

ANHANGABAÚ

A

ANHAGÁ

ANHANGÁBAÚ

DA

FELIZ CIDADE

AH, TUPÃ,

DEUS DO BRASIL

QUE O CÉU ENCHE DE LUZ

DE AMOR E DE ESPERANÇA

AH, TUPÃ

TIRA DE MIM ESSA SAUDADE

AH

ANHANGÁ

ANHANGABAÚ

DA FELIZ CIDADE

O Teatro vai ser abraçado por artistas do País inteiro. No Teatro Oficina, da rua Jaceguai (em tupi, “come cabeça”), na rua Lina Bardi, chão de terreiro, galeria do Scalla de Milano, dando com “as catacumbas de Sílvio Santos”, apud Lina Bardi.

Esse terreiro xama a Tropicália Antropófaga, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé, Chico Cesar e Chico Buarque, que libera neste momento sua Roda Viva, já sendo ensaiada no Teatro Oficina,

deseja também ter o Maestro João Carlos Martins que tombou este lugar sagrado, trazendo sua orquestra sinfônica Bacchiana.

A filósofa Marilena Chauí para vir dar uma aula.

Dráuzio Varella e Regina Braga.

Nossos amigos que viram quase todos os espetáculos da Oficina Uzyna Uzona para virem aos ensaios de Roda Viva. Serão ensaios abertos para ocupação permanente do Teatro Oficina, aberto nesta primavera. E queremos a presença dos artistas do Movimento dos Sem-Teto, liderados pelo xamã Guilherme Boulos.

Que venham o xamã dos Sem-Terra Pedro Staedler e as cozinheiras brilhantes que participaram da feira que nos salva dos produtos envenenados do agronegócio.

Eu, Zé Celso, Exú das Artes Cênicas, maior honraria que recebi em minha vida de Mãe Estela, depois de ela ter visto, de pé, com 80 anos, as 5 peças d Os Sertões, de Euclides da Cunha numa semana só. Ela concedeu neste mesmo encontro internacional do candomblé ao Ministro da Cultura, Juca Ferreira, a honraria de Oxossi, Senhor das Florestas.

P.s.: Eu, pessoalmente, Zé Celso, que tenho adoração pelo príncipe Criolo, vou morrer de paixão se ele vier abrir estes acontecimentos que mudarão a história do Brasil e trouxer com ele o Pabllo Vittar e toda a Primavera Cultural Perifa y a mais venha Mulher de Todos, Helena Ignez. Venha Michele Matalon, Sonia Braga, Letícia Sabatela! Em vocês quatro, chamo todas de que sou amante e que amam.

Este Teatro magnífico está aberto pra Arte. Pra todas as artes que dão Flores Antropófagas nesta primavera.

 

Merda!

Mensagem de Mateus para Zé

Zé, aqui quem escreve é o ator Mateus Solano. Você provavelmente não se lembra de mim, mas eu viajei algumas vezes nesta vida para assistir os espetáculos do Oficina (moro no Rio). Enfim, não vou nem tentar descrever a importância do teu Teatro para mim. Eu e mais um grupo forte de atores que fazem TV estamos querendo saber como podemos ajudar na luta pelo teu projeto no Bixiga. Você pode aparecer ou pedir aos teus “braços direitos” (ou esquerdos) para entrar em contato comigo?
Um beijo cheio de afeto,
Mateusolano



Mensagem de Zé para Mateus Solano

Mateus Solanus!
Você, Amor, foi o primeiro da casta global a manifestar a paixão do seu corpo pelo teatro.

Já despertou Monique Gardenberg, que sempre foi esperta e desperta e me ligou dizendo que não é manifesto, não é assinatura. É abraçar o quarteirão tombado do Oficina com o corpo, entrar no sítio arqueológico, que é o nosso entorno tombado.

Penetrar com arte, respirando o último vazio de SamPã, onde nós já decidimos não fazer o Belo projeto do Teatro de Estádio, mas construir uma tenda de teatro nômade para 3 mil pessoas. E que vai deixar o lugar livre pro povo do Bixiga que também está ameaçado de um genocídio do próprio grupo Sílvio Santos, que parece ter recebido a exclusividade, o monopólio pra transformar o Bixiga, a mãe do teatro moderno em São Paulo e Brasil. Em que os teatros brotaram e trabalharam com o povo do bairro como técnicos, contra-regras…

E fez do bairro o umbigo cultural de São Paulo, a Lapa de São Paulo.

Ameaça as pessoas populares que vivem lá, de cobri-las todas com cimento e torres. Este golpe do dia 23 de outubro, cometido por 15  membros do Condephaat, que não são pessoas da defesa do patrimônio, mas sim da especulação imobiliária financeira, acabaram produzindo o seu avesso: um movimento da cultura, das artes, do Teatro. Começou com a Fernanda Montenegro jogando a palavra “desacovardamento” na net e nessa primavera fez o golpe no Oficina eclodir como uma florada selvagem. Uma revolução cultural. Uma retomada da descolonização criada pela Tropicália Antropófaga. Esse movimento das Artes Cênicas tão desprezadas, mas de prontidão como todos os artistas de todas às áreas comerem a serpente já fora do Ovo: o nazismo que rebaixou sobre o mundo e aqui no Brasil adquiriu a forma farsa assassina dos lugares sagrados como se estivéssemos no Estado Islâmico.

E dos haters e da cafonice, burrice, da incompetência da cleptocracia que produziu o primeiro golpe para destruir todas as conquistas sociais que nasceram há 100 anos atrás aqui nessa cidade que leva o nome do santo facista São Paulo, que eu chamo de SamPã, aquele satyro de pau grande, o Diabo, que come que e é comido por todo mundo.

Você me inspirou este texto, como Phédro, de Platão, onde Sócrates se inspira num jovem lindo como você, chamado Phédro.


Exú das Artes Cênicas, título dado por Mãe Stella, que com 80 assistiu 5 espetáculos d Os Sertões, de pé. Ela concedeu no mesmo congresso de candomblé em que me deu este título o de Oxossi, Senhor das Florestas, a Juca Ferreira, que é ecologista.





O grupo do $ILVIO $antos SS,
em seu ataque às terras tombadas nos 300 metros no entorno do teatro oficina,
sítio arqueológico fértil,
onde mora o rio do Bixiga,

q vai começar a ser desenterrado nessa primavera cultural do brasil pro mundo!

Merda!