Abrindo um Abcesso Fechado na Praça Pública

Antecedentes de uma BOMBA Q TENHO Q DESPACHAR NA PRAÇA PÚBLICA.

-Dia 16 d Ah!gósto, comemoramos 56º anos de vída do Teatro Oficína  com o Filme “O Rei da Vela” nos Projetores, voltados pra 5 Telas deste Terreiro Elektrônico, numa  Sessão Pública.

Estavam presentes os Artistas da “Macumba Antropófaga” y os q ensaiam agora a peça ”O Rei da Vela 2017”.

Aconteceu o milagre da Arte do Cinema ao Vivo.

A Projeção do filme somou-se a dos corpos presentes, os seres humanos q viram y ouviram.
Principalmente as Energías das Atrizes y Atores q vão fazer a peça “O Rei da Vela”, y dos q estão na “Macumba Antropóga” em Cartaz nos Fins de Semana no Teatro Oficina, criaram a Sessão, das muitas q assistí: a mais Béla!

Dia seguinte: 17

Prólogo

Meu Adorado Amigo Eduardo Suplicy,

como Vereador da Cidade, entregou uma Carta q fiz, Oficial, ao Prefeito Dória, onde o convidava a ser o Negociador da Troca do Terreno do Entorno Tombado do Teatro Oficina com o Grupo Silvio Santos.

Dória foi 1º conhecer o Oficina y seu Entorno.

– Na Bienal de Arquitetura de 2013, Arquitetos Internacionais Corifeados pelas duas “Arquitetos” do OficinaUzynaUzona: Marília Piraju y Carila Matzenbacher, em um trabalho de campo no entorno do Teatro Oficina, de propriedade de Silvio Santos, mas Tombado pelo Iphan, Condephaat, Compresp, criaram a Tenda Circo Teatro de Estádio dando prum Corredor Cultural pra Cidade; da Vila Itororó ao Parque da Cidade. Este Corredor foi Inspirado num Alléia Verde q dá flores, frutos, legumes: um Corredor inclinado q vem da Rua Santo Amaro até o Coração do Entorno do Oficina.

Nós chamávamos esta beleza de “Oficina de Florestas”: desce da Santo Amaro até o Coração do Terreiro da Praça Pública da Paixão.

Ela vinha sendo até cuidada pelo Grupo SS. Essa maravilha deixada pelo Grupo SS hoje encontra-se devastada por ordem, como diz Guilherme Stoliar, pelo “Jurídico” do Grupo. ?!

O Prefeito João Dória marcou uma reunião para do dia 17 na Séde da SBT – entre:

Silvio Santos y seu staff,

O Prefeito João Dória y sua Equipe de Governo na Área de Cultura, Urbanismo y Comunicação

y Nós do Teatro Oficina Uzyna Uzona.

Nesta Reunião Silvio Santos não era mais a Personagem q nos propunha a Tróca de seus Terrenos, mas talvez pressionado pela Cri$e Imposta no Brasíl, seu comportamento era  monotemático y repetia  

SILVIO SANTOS

-o q é q vocês vão fazer lá?

-deixa de ser sonhador y artistas,

você acha q eu vou dar o terreno pra você? Etc….

As Arquitetos tentaram mostrar o q queremos pro Terreno com Plantas, Desenhos etc… mas o Silvio y seu Grupo recusaram-se a ver ou ouvir nossa parte. Y debochavam muito de Túdo!

O Prefeito João Dória fez uma proposta de ficarmos com uma Parte do Terreno onde está o Janelão do Teatro Oficina q Lina Bardi nesta última obra sua, fez como sua 1ª,  a Casa de Vídro, y ela mesma plantou uma Árvore q hoje atravessou o Muro onde está o Vidro y foi dar sua sombra no Terreno de propriedade de Silvio Santos.

No entedimento das Arquitetos, o Prefeito João Dória propôs a criação d’um Grupo de trabalho entre os Arquitetos Urbanos do Teatro Oficina, a responsável na Prefeitura pela Secretaria Municipal de Urbanismo y licenciamento, y o GRUPO SS.

Nas Palavras do Arquiteto Carila Matzenbacher,  

Dória ontem se comprometeu a incorporar o baixo do viaduto Júlio de Mesquita, como parte deste projeto acordado ontem entre a prefeitura, o grupo Silvio Santos e o Teatro Oficina – o de criar uma área pública com programa cultural, contracenando com um empreendimento comercial no terreno entorno ao teatro.

Carila sente como “importante reafirmar que o projeto agora vai ser feito com as três partes envolvidas – Grupo Silvio Santos, Teatro Oficina, secretária de Urbanismo e Licenciamento Heloísa Proença e secretário da Cultura André Sturm.

-Uma reunião foi marcada em outubro para uma primeira apresentação desta proposta.Considerando os baixos como área a ser incorporada ao projeto maior do Anhangabaú da Feliz Cidade, e por isso revendo o projeto de privatização desta área, que está inserida no projeto de desestatização das áreas públicas de sampã.

Nas Fotos Posteriores aos acontecimentos, Silvio Santos estava menos ansioso, até afetivo. Chamou uma Van da SBT pra nos levar pros lugares onde tínhamos compromisso d Ensaios y trabalhos de produção de “O Rei da Véla”.

Mas hoje, dia 18 acontece a seguinte

Cena ao Telefone.

Silvio Santos (me liga y ao telefone me diz)

Eu andei pensando, e tíve uma Idéia

Eu te dou 5 milhõe$  y você desiste…

assim você vai poder divulgar “O Rei da Véla”

Zé Celso-( pasmo)Não.

-Eu apreendí muito nesta Contracenação de 37 anos com Silvio Santos, com Tréguas Maravilhósas,

como a q acontecída pós o Tombamento do Teatro Oficina pelo Iphan em 2010.

Será q Silvio não apreendeu nada, depois de 37 anos?

Fiquei deprimido com isso dentro de mim, por q eu acabei por me afeiçoar a pessoa humana d’Êle.

Sinto q Silvio pode ainda apreender a saber o mínimo sobre minha Pessoa de Artista Sonhador.

Como Bicho Humano de Teatro eu Ator, Diretor, Músico,Cantor, Poeta Artista, Cosmo Poético Político estou fazendo nestas palavras minha Catarse.

Não quero guardar pra mim este choque q recebí. Esta tentativa de me subornar não pertence nem mais a mim nem ao Silvio, é uma Cêna Epifânica em q tenho q por a Boca no Mundo dos Terráqueos.

Canto este meu Bóde, q me inspira muito na criação do q estou fazendo

Y de Todo Coração espero q Silvio Santos volte atrás

Zé Celso

Exú das Artes Cênicas

Artista, Sonhador Concretizador de meus Sonhos além das Paredes do Melhor y mais Intenso Teatro do Mundo : O Oficina

SamPã 18 d Ah!Gósto d 2017

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Num dos lugares do Mundo em que o teatro contemporâneo estava em plena ebulição, animando o Teatro meio combalido do mundo inteiro, mais precisamente na Alemanha de 2017, aconteceu um fato grave, que me deixou com um aperto no coração y me fez ditar este texto ao ator Cyro Morais, meu assistente.  Desde Goethe, traduzindo Shakespeare y montando Hamlet com a sua companhia, o teatro que foi semeado na Alemanha floresceu no “ardor irresistível”, sobreviveu ao Nazismo e nos pós-guerra deu ao mundo o conhecido Teatro Berliner Ensemble nas mãos do poeta Bertolt Brecht.  

Outro teatro, o Volksbühne, “Teatro do Povo”, foi reaberto no pós-guerra pro renascimento  da sua tradição que vinha do século 19, de grandes companhias de repertório, que o tinham ocupado, como a de Max Reinhardt, que cria uma companhia com uma estrutura perfeita para construir um teatro sempre renovado y libertário. No pré-Nazismo teve Erwin Piscator, que antropofagiava cinema y teatro no seu repertório de Teatro Político no Volksbühne. O Teatro do Povo foi capturado pelo Nazismo.  Teve no saguão um círculo no chão com a suástica  esculpida com pedras preciosas. Desta parte ficou apenas a tatuagem histórica no cimento. O Volksbühne foi libertado no fim da Segunda Guerra Mundial, assim como os outros teatros de todas as Artes Cênicas da Alemanha.

Desde a última década do século XX, até hoje, 4 de julho de 2017, o Volksbühne era animado pelo poeta espatifador da ordem vigente no mundo y no teatro Frank Castorf, que tive o prazer de conhecer nas duas vezes que levou Os Sertões para lá, uma em Berlin, no próprio Volksbühne, y  outra no Festival que ele dirigia na cidade Recklinghausen. Lá, pôs para atuarmos na antiga fábrica da Krupp para encenar Os Sertões. A Krupp foi exatamente a fábrica de armamentos que municiou o exército brasileiro para massacrar Canudos. Este temporada foi interpretada como uma reparação dos danos causados ao povo brasileiro por esta fábrica alemã.

cartaz

Hoje, acabo de ler a muito bem escrita matéria de Guilherme Conte no Estadão com o título “O Fim de Uma Era do Volksbühne, em Berilm”.  O teatro passará  ser dirigido por um ex-curador da Tate Modern Gallery, em Londres. Adoro a Tate Gallery. Nós vamos até apresentar o filme O Rei da Vela nesta galeria no dia de 12 de novembro. Mas surge a percepção de que estes grandes teatros de companhia de repertório de teatro ao vivo passarão a não mais ser geridos por pessoas de teatro. Abre uma perspectiva que revela uma tentativa de tirar do mainstream o teatro com sua radicalidade de estar ao vivo provocando dinamismo na sociedade robotizada.

Há uma ilha intocável em Berlim, o teatro Berliner Ensemble, criado por Brecht y Helene Veigel, onde em solidariedade a Castorf, ele vai dirigir, imediatamente, Os Miseráveis, de Victor Hugo. É preciso constatar que toda a classe teatral alemã compareceu em peso ao último espetáculo de Castorf, no Volksbühne. Pessoas que amam o diretor e outras que não gostam dele, mas que reconhecem que é preciso manter a estrutura deste teatro com sua radicalidade poética libertária.

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© Paul Zinken/dpa

Funcionários de todas as máquinas de desejos do espetáculo de Berlim estiveram presentes também. Este ato assemelha-se a uma espécie de capturação de posse pela secretaria de Cultura de Berlim à Terra onde brota uma especialíssima qualidade de vegetação teatral e à subjetividade da criação desta arte viva. Um atentado que faz parte de uma tendência que já se sente aqui no Brasil. Por exemplo, o Teatro Oficina, tombado pelo Condephaat, pelo secretário de cultura pianista gênio João Carlos Martins, pelo sábio geógrafo Aziz AbSaber e pelo grande artista cenógrafo e figurinista Flávio Império, desapropriado pelo governador Franco Montoro,  na época do Partido Social Democrata Brasileiro centroesquerda, hoje, tem um secretaria de cultura que desde há muito tempo, não paga mais nada da Companhia. Indo para os 60 anos de atividade, o Oficina estreou no dia 24 de junho, Natal no Hemisfério Sul, a Macumba Antropófaga de 2017 sem apoio nenhum da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Esta secretaria tem a propriedade do prédio da companhia, conquistada por nós para evitar a compra do teatro e do terreno do entorno pelo grupo Sílvio Santos.

A partir do que aconteceu na Alemanha, sinto uma declaração mundial e estadual, no caso aqui de São Paulo,  de pretensão a massacre, assim como aconteceu em Canudos,  pelo desprezo que ostentam com as companhias multimídia, como a nossa, de teatro ao vivo de repertório, animadas por numerosos artistas e com os teatros de rua que não estão nos shoppings. Parece que há no ar uma onda política conservadora culturalmente robótica cadaverizante, investida em exterminar o teatro ao vivo. Matar uma companhia de teatro ao vivo em atividade há muito tempo é matar um Ser Vivo em Si. O que aconteceu na Alemanha é um alerta sobre esta invasão da cultura robótica cadaverizante global em território onde ela não pode se meter. Nós todos que fazemos teatro ao vivo em Sampã estamos neste momento com mais poder que nunca. O poder de estar ao vivo nestes dias de precariedade radical, mas dando-se ao luxo da liberdade de criação em torno dos acontecimentos deste instante, dessa dominação golpista, desintegrando-se no Brasil e no Mundo. O Corpo-Humano-Ator-Atriz-Ativo é um biscoito fino pras massas neste momento. É a felicidade guerreira que enfrenta este combate com mais criatividade do que nunca. E que mesmo nestes dias gelados tem tido um público de bichos humanos  plugados na transformação dos tabus todos dos zumbis e suas máquinas que não querem deixar o poder e nos querem dominar agora. Este combate ao Ao Vivo nos junta, mais do que nunca, à luta dos povos indígenas por toda a Face da Terra. Mas é preciso estar atento y forte. O que aconteceu com Volksbühne é um sinal de perigosa invasão neonazista. Mas com  humor, tesão y muito mais estamos vencendo.Uma Companhía Permanente de Repertório de Artistas y Técnicos ao Vívo das Artes Cenas vai criando em sua existência, Poéticas nascidas da Criação  com seus Apaixonados Fregueses Humanos, q nascem,vivem, envelhecem,morrem y renascem recriando com Gerações y Gerações,  Sonhos Orgiásticos  Comuns vindo d muitos Corpos Vivos ou Mortos como Shakespeare, Cacilda Becker ou tantos comidos pelos Vívos! Estes Sonhos criam Comunas AutoCoroádas Vivas: Organismos Visvos como a Terra.

Nosso Exterminio é impossível por mais q queiram

haters,

quem nos desprézam,

quem nem imagina existir Teatro ao Vívo com Tesão. Grandes ou Pequenas Companhias de gente q faz Artes Cênicas, ou seja Dança, Circo, Palhaços, Palhaças , Teatro, Performers, Satand-ups. Artistas das Operas,Operetas, Concertos.

Nós Artistas Cênicos ao Vívo caprichamos no dar nossas vidas á delícia de criar dentro y fóra de Cena: a  Arte do Corpo em Movimento~comendo, alimentando-se, trocando energias febrís tragicômicas y eróticas entre os Terráqueos Mamíferos em Corpos Presentes=Platéia. Essa Fenômeno da Natureza da Criação Humana não pode assassinar o  Volksbühne d Berlim. Não sei quem é este Secretário da Cultura de Berlim,nem de q partido é. Sei q todos os artistas q trabalham ao vivo, q estão em companhias de Teatro Permanentes ou não; q estejam no Cinema, na Internet, ou na TV não podemos permitir essa desvalorização das Artes das Companhías como o Volksbühne. Nós todos não podemos permitir q este massacre aconteça.

Zé Celso Martinez Corrêa

Autor, Cantor, Ator , Diretor Co-Criador  da Associação de Teatro Oficina Uzyna Uzona

SamPã, 5 d Jullho d 2017

EVOé BÁCO

 

 

 

 

 

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Igor Marotti antropofagia Tarsila do Amaral

RENASCIMENTO DA MACUMBA ANTROPÓFAGA HOJE

Ensaiando cada noite no Oficina, na precariedade radical, nós artistas no OficinaUzynaUzona sentímos na Carne y Osso d nossos Corpos o q chamam d Crise como imposição do Estado de Exceção dito Liberal dos Fantóches Mortos-Vivos Pódres q tomaram o Estado Brasileiro pra $í y pros Renti$tas.

A Crise é o Martírio da $êca trocando a Terra do Brasíl pela moeda da destruição d’Ela própria, a Terra. O Martírio da Terra é o dos seres vivos q uma Oligarquía Fedorenta quer exterminar: o povo, os bichos, os seres minerais infra-estrutura da Terra, a favor do Capitali$MO de Última Geração no Mundo, dito Liberal. Esta transa, está atacando os mínimos direitos, necessidades, prazeres humanos da maioría do povo y dos seres vivos no Brasíl y no mundo: os q não moram no Andar de Címa. A Companhia sacou q só a Macumba Explícita no Teatro, Feitiçaría d Teatro, a Macumba Antropófaga inpirada no Poema Manifesto do Xamã Oswald de Andrade, teria a Potência de Atuar na Arte da Cosmo Política.

A Poesía tornou nossos Inimígo$, y não só do Brasíl, Musas Inspiradoras pra serem Comidas y Desvoduzadas nesta Macumba. Vai crescer com a Presença sempre co-autora do Público y dos acontecimentos q tiverem de vir.

Stamos aqui. Vamos ver o q vai dar.

Hoje o mais teatral y có(s)mico dia-noite d São João, na metade de 2017:

Fésta do SÓL in SÓlstício de Invérno no Hemisfério Sul, festeja o Natal na Terra na Véspera do Ano Novo; dia 24 de Junho, as 16 horas, estreia a “Macumba Antropófaga 2017″ no Teatro Oficina com um Cortejo Cantado, Dançado, Atuando no Humor do Amor, em torno de Pontos Míticos do Bixíga: o Novo Canudos da Cidade Linda nos baixíos do Minhocão, na “Casa de Dona Iaiá” , no Túmulo Fechado do TBC d’onde sai Cacilda Becker fazendo o papel de Tarsila do Amaral pra chamar o Poeta Oswald d Andrade, morador da Rua Ricardo Batista (onde escreveu o maravilhoso”Sob as Ordens de Mamãe”), pra Festa da Descoberta da Antropofagía. Oswald sempre mamava o leite d uma Cabrinha q depois parava na  Travessa Bridageiro Luis Antônio, atual Rua Adorinan Barbósa, em frente onde nasceria o Oficina, na casa d minha avó, q me presenteava com o leite da mesma Cabrinha d Oswald, q eu mamava. Essa Cabrinha foi nossa Mãe Comum.

Daí cantando o belíssimo Rap Poema de Cruz y Souza “Litanía dos Póbres”até a Rua Japurá, q está com uma Grade de Cadeia prendendo os Moradores dum Condomínio. Sóbe a Montanhinha da Rua do Bixiga até a Rua Santo Amaro em Torno do Terreno do Entorno do Oficina, q há 37 anos está vazío, onde plantamos sementes com o Público q geraram uma Área Verde Fértil mas q sei por q, foram queimadas em nome do Grupo Silvio Santos – todas as sementes, onde negociamos a Tróca de Terrenos: proposta pelo próprio Sílvio Santos,  Rei da Televisão.

Cantamos y semeamos com o público onde houver terra: da Rua Santo Amaro à Jaceguay, onde semeamos o Corredor Cultural, q vai da Vila Itororó ao Parque Augusta, com Oficinas de Florestas y Árvores Frutíferas, y chegamos de volta ao Teatro, onde vamos ver nascer no Restaurante Troca Tróca entre Terrenos a descoberta antro pré lógica, A Antropofagía.

Tarsíla do Amaral y Oswald: TarsiWald tomam absinto com Ouro. Vão começar a comer um prato de rãs y com o riso das Grandes descobertas, contemplas as rãs, seus corpos se desnudam, y se comparam  como os corpinhos q vão devorar: corpos idênticos aos seus. Comem y descobrem a Antropofagía. Fogem pro Estudio d Tarsila, no Teatro Oficina. Se amam, sonham y sonham com os Burús Antropófagos penetrando no Oficina y vemos então Tarsila á pintar Oswald nú, com seu pauzãoBrasil. Com a chegada de Mandú Sarará y os Antropófagos, assistimos TarsiWald criando com os Burús, o quadro: O Abaporú  y o ManiFésto Antropófago.

A Macumba come  estes finos bis-coitos com todo Público tragando as Personas tragicômicas dos Podres no Poder, neste Banquete.

Tenho dois irmãos nascidos neste dia, um é o São João y o outro é o Santo Antônio=Luis!

Hoje pela 1ª Vez Comemoramos no Oficina Aniversário deste, o Grande Artista de Teatro Musical Brasileiro y Muitos Teatros Mais: Luis Antônio Martinez Corrêa.

Minha Paixão por este irmão  enGraçado, talentoso y Bélo, fez-me fazer o papel d’   Êle,“Ressucitando-me”. Cantando “O Amor ”, d Maiakoviski, Caetano y Luis, tendo a Fóto d ‘Êle na Parede como inspiração y em  torno do Môquem, da Fogueira  da “Macumba Antropófaga 2017”, os 100 anos da Revolução Soviética, 50 de “O Rei da Véla” y da “Tropicália”.

Mas não estou nada só, sou um dos muitos Artistas do CORO DE PROTAGONISTAS macumbando com arte d viver ao Vivo a Alegría Cantada Dançada no prazer y na dor da transformação permanente do Tabú em Totem.

Uma Meditação  Antropófaga Rebolada, Vivida com o Público Presente Mesticiáda pela Multimídia do Vídeo em Transmissão direta, Sonoplastia Elektrônica, Luzes aos Vivo de cada palpitação, Banda, Contraregragem,

Produção d toda Máquina Viva do Terreiro Eletrônico do Oficína  Uzína Uzona. Nestes tempos com as ameaças d’duma ditadura nazista, o Milagre em sí, d aproximadamente 60 Macumbeira(o)s Vív(o)as, da Antropofagía com o Povo do Público, vai parir o q nasce desta devoração da Cultura da Vida revirando as cagadas dos Zumbís na Podridão do Poder em Eleições Dirétas Já. Inclusive com o Corte de Nosso Patrocínio da Petrobras, não somente para o Oficina, mas pra + 40 Coletivos d Teatro, Cinema, Música, Poesia, Dança, enfim, células de grande produção Cultural.

Venham comer estes Mortos Vívos no Poder, criando na Paródia Tragicô(s)mica Orgiástica este Possível Milágre.

Zé Celso

Exú das Artes Cênicas

SamPã, Paraíso 24 d Junho d 2017 01:05

MERDA

 

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descongela cultura já |Teatro Municipal isolado pelo cordão d chumbo das cabeças fechadas | foto Malu Avelar

“A PRAÇA É DO POVO

COMO O CÉU É DO CONDOR”

CASTRO ALVES

 

Nas Vésperas da Festa de meu aniversário de 80 anos, dos quais quase 60 foram dedicados à Liberdade da Cultura, não posso deixar de lamentar a atitude de André Sturm, Secretário de Cultura da Cidade de São Paulo, q na tarde d 27  de março  consentiu em mandar bloquear as Escadarias do Teatro Municipal e fechar sua Secretaria, para não receber os Artistas de Teatro, Cinema, Dança, Circo  do Movimento da Frente Única da Cultura SP, pedindo o Descongelamento de quase 50% da verba da Secretaria Municipal de Cultura.

Eu o considerava até então uma Amada, Ótima Pessoa na gestão Cultural do Estado, seja na Sec Cultura, no MIS, no Cine Belas Artes  e principalmente por ter se reunído antes com Artistas deste Movimento  e ter prometido lutar contra o Congelamento. Dias antes saiu dizendo q os Artistas tinham de aprender a não mamar no Estado. É incrível! Ele q  há muitos anos recebe salários do Estado e agora da Prefeitura.

E Hoje ainda declarou q o Movimento não tinha programa e aprontou um Carnaval. O preconceito atual quanto ao Carnaval já me deixa arrepiado y quanto a falta de programa, não sei de onde tirou isso. Os Artistas se manifestavam a favor dos q tinham seus programas aprovados na gestão de Fernando Haddad. Nem na Ditadura Militar se viu gesto semelhante. É Muito Grave, Espero q André reconsidere sua posição atual y retorne à solidariedade q sempre manifestou com seus iguais: Artistas Cultivadores da Cultura na Pão Dure$a da Capital do Capital. Neste momento em q  a democracia tem sofrido muitos golpes, essas atitudes pedem uma Retratação y um Encontro seu imediato com este Movimento.

Zé Celso,
28 d março d 2017

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cartaz xamânico d bacantes no infinito d Zé | foto jennifer glass arte igor marotti

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IÓ! ZÉRINFINITO

Festejo meus 80 anos em Cena,

5ª Feira dia 30 de Março às 20 horas no Teatro Oficina, com Coros Bacantes, Satyros, Dionísios, Pentheus, Kadmos y suas Filhas, PMs, Músicos, Vídeo Artistas, Iluminadores, Sonoplastas, Microfonistas, Contra–Regras, Camareiras, Faxineiras, Porteiros, Produtores, Mídioartistas, Figurinistas, Arquitetos, com os Presentes no Terreiro Elektrônico Teatro Oficina:

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banner totem | foto camila mota

presentando todos os Públicos q estiveram na Rua Jaceguay 520, Bixiga – Artistas d muitas Gerações

d Poetas, Músicos, Mortos, Ethernos, Vivos,

d todas as Companhias, de Todos os Teatros,

das Companhias q Assistí, Ví:

d Revista Rebolado, Comerciais, Stanislawskianas, Brechtianas, Antropófagas OswaldiAnas,

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colagem analógica para o aniversário d Villa Lobos | d cafira zoé

d todo o Céu Estrelado d Cacildas, Fernandas, Maria Della Costas, Tônia Carreros, Madame Morineaux, Dercy Gonçalves, Grande Othelos, Oscaritos, Marílias Pêras; d todos os Movimentos Culturais Humanos, Cosmo Políticos de Hoje: Modernistas, Antropófagos, Tropicálias d 50 anos, Revolucionários q mudaram a face da Terra há 100 anos y depois Conservaram-se Congelados até a Perestroika, tão  necessária ao Capitalismo $elvagem de hoje, em 2017;

Burús = Indígenas q aqui estiveram na Rua Jaceguay, q quer dizer Rua Come Cabeça, y os q estão lutando em suas Terras pela Terra a quem todos pertencemos y desejamos Viva; d Jornalistas de Talento y Coragem trans-humana; d Cientistas, Médicas, Médicos, Acupunturistas, Arquitetos, Urbanistas, Green Pacificadores, Xamãs, Astronautas, Bárbaros Tecnizados, Digitais; Antagonistas, Inimigos Sagrados do Passado y do Presente:

Enfim Todos Seres Vivos, Animais Vegetais Minerais Humanos dos Brazís,

d Toda Mãe Terra, do Pai Universo, principalmente

d Todo Fogo Vermelho, Amarelo, Azul, Rosa: Iluminador da Libido, do Amor, dos Amantes, dos Amados, dos q Querem, dos q Rejeitam, de Todos q Amo y dos q ainda Amarei, d todos q Amam o Humor, Amor Infraestrutura da VIDA.

Minha Percepção desta festa é d Gratidão a Todos y a Tudo y sobretudo a Esta Arte: Arte do Tesão d Vida q é  a do Teatro.

Agradeço a Paixão dos q nascem y se dão a Ela, seja no ao Vivo, na TV, na Rede, na Pulsação do Poder dessa Deusa: a Poderosíssima Respiração.

À ARTAUD, NÃO JORRO SEM ELE Q ME ENSINOU A JORRAR

Aprendi a t Adorar Teatro, ao Vivo, com Meu Pai q nunca foi ao TBC, mas me Levou a Todo Grandioso Teatro de Seu Tempo, com Minha Mãe y Meus Irmãos y Irmãs, Avós Imigrantes y uma Avó Paterna Burú, q xamam Índia.

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Maureen Bisilliat, Xingu

Aos Ancestrais y aos q vieram y q virão depois de Nós Todos, Experimentando na Comunidade Viva Diferenciada, mas Contracenando Juntas nas Contradições da Vida Trágica Cômica y Orgyástica dos Rituais Burús – Gentes chamadas d Indígenas – Africanos, Kabukis, Teatros Nôs, Sufis, Mistérios.

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Maureen Bisilliat, Xingu

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Maureen Bisilliat, Xingu

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Maureen Bisilliat, Xingu

Às Rádios, q como a Rádio Nacional foi a Iniciadora nas Ondas de Minha Geração.

A Todos q me fizeram chegar até aqui com o Corpo Vivo caminhando pra Morte Transformadora, mas Cantando até o Fim, como Elza Soares Exige “Quero cantar até o Fim”

Nesta Data imagino como fazer q se toquem, a sí mesmos, estas pessoas, q em seu Poder Ilegítimo  estão destruindo o Programa q nós Elegemos, y q foram nestes dias, por unanimidade na ONU, Condenadas por este Infeliz Programa Hitlerista de 20 Anos d Arrocho q querem impor aos nossos Corpos.

Poderosos sem Poder Humano, torturando a sí mesmos com sua Própria In$ânia na suas Maquinaçõe$ na Máquina do Poder pelo Poder. Venham se encontrar com a Humanidade, q vocês renegam em seus Próprios Corpos, No phoder Humano q o Poder da  Presença do Teatro dá, y abandonem este Poder Usurpador, violador dos Direitos Humanos em seus Próprios Corpos, q os está Infelicitando, Sangrando a Vida dos q são Todos no Brasíl.

Y mais, dando um péssimo Exemplo ao Mundo Todo em Crise Cultural de Vida Viva, dia a dia; no Brasíl q tem uma Cultura Fortíssima de Exportação!

A Grande Arte q pratico é a do Aqui Agora, em cada Minuto, em Cada Respiração. Essa Lorota Messiânica d 20 anos é contra o Teatro, contra a Vida q é eterna surpresa, contra toda Cultura q é Cultura do Cuidado  com a real InfraEstrura q é a Vida.

A Macroeconomia é a Estrutura do Capitalismo y precisa de uma Urgente Perestroika. Nela y em todos os ISMOS extremistas y Politicamente Corretos.

A Vida não é sisuda nem Correta.Y muito menos repre$$ora de sí mesma.

PRESENTES

Não desejo presentes pra minha pessoa mas para o  Trabalho Criador de 60 anos em q o Teatro Oficina Uzyna Uzona – na Revolução Cultural Carnavalesca, transformadora de Tabús em Totens, Revolução Antropológica Antropófaga Oswaldiana, Bárbara Tecnizada – se encontrou y projeta agora pro Futuro Presente.

Clamo Condições pra expansão das Companías de Teatro, além da Província do Teatro de Importação Enlatado, não devorado.

Presentes pra Equipar o Teatro Oficina y seu corpo tecnoartístico, q exigem agora, para dar o q podem dar:

– Reaparelhamento de seu Equipamento Digital de Som, em seu Espaço em q Lina Bardi y Edson Elito  criaram um Pé Direito = Caixa Sonora, Instrumento Musical q pede Som de Estúdio d Gravações, q transmitam Músicas, Cantos Phalas dos Coros y Protagonistas;

– Câmaras Filmadoras de Transmissões ao Vivo sem os fios, em q tenho q, atuando, driblar para não cair;

– Refletores q permitam as Epifanías das Iluminações Rimbaudianas q sabemos y queremos fazer.

Isso tanto pro Público q vem estar ao Vivo emocionar-se sem travas com nossos Trabalhos, quanto pra q a Transmissão Direta, q praticamos com Maestria, alcance Todo Público Mundial.

Condição de Bárbaros Tecnizados pra q possamos Emocionar com nossas Criações ao Vivo.

Oswald de Andrade, em suas obras teatrais, inspirou-se, principalmente nos Tupinambás y na Arte Pública de 100 anos atrás q o Início da Revolução Soviética propiciou aos Poetas das Artes Cênicas: Maiakovski, Eisenstein, Meyerhold,Tatlin, Rodchenko;

rodchenko o encouraçado

cartaz d rodchenko para o filme “o encouraçado potemkin”, d eisenstein

rodchenko cartaz com lilya brik

lilya brik em arte gráfica d rodchenko, 1917

(Rodchenko, 1924 - O cinema-olho)

rodchenko, “o cinema-olho”

rodchenko capa d livro d maiakovisk

Rodchenko, capa para livro “Sobre Isso” d Mayakovski

MeyerholdBio

encenação d meyerhold

O.A. foi devorado desde 1967, o início destes 50 anos da Tropicália, na Música d Gil, Tom Zé, Caetano, no Cinema d Glauber, nas Artes Plásticas arrancada das Paredes de Museus y trazida pro Corpo de Hélio Oiticica, tudo em q “O Rei da Vela” do Oficina, em 1967, inspirou-se.

Tropicália ou Panis Et Circensis capa

 

helio oiticica, tropicalia, 1967

Tropicália, Helio Oiticica, 1967

helio oiticica

Os Parangolés, Helio Oiticica

Terra em Transe

Cartaz d Terra em Transe, filme d Glauber Rocha

Esta Geração, modéstia a parte, a minha, Descolonizou a Cultura Brasileira.

No Carnaval deste ano, os Corpos, Vozes das Ruas, Ressuscitaram esta Descolonização.

Isso aconteceu neste momento em q votamos pra q a camada pré sal fosse investida na Cultura y na Educação no Brasil y em q esta preciosidade está sendo Estraçalhada por Rentistas, Mercadore$ vendilhões$ da$ Terra y do sub-solo brasileiro, sem nosso consentimento de Povo Democrático y Libertário.

Nos meus 80 anos Lutei muito, mas só fiz o q Gostava, a não ser quando fui preso, Torturado y Exilado. Mas Curti muito o Exílio em Portugal na Revolução dos Cravos, na Democracia Direta dos Conselhos Revolucionários y na Festa de Libertação do Povo Moçambicano

Apostando no q Zeus, depois de Hera Cegar Tirézias diz: Você vai ver Tudo! Y Viverá por 7 Gerações! Tomo como se fosse pra mim  estas palavras y vou poder fazer  este ano ainda “O Rei da Vela” com o mesmo Renato Borghi, o ator q mais sabe phalar Oswald y q faz também 80 anos de voltas em torno do Sol, exatamente neste dia 30, como eu.

Clique aqui y acesse o passaporte programa d filme d O rei da Vela 

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Estamos juntos mais q nunca: pra com todos Artistas tanto do Oficina Uzyna Uzona como pra todos do Brasil y do mundo q conosco quiserem erguer as 3 Obras Primas de Oswald de Andrade, além de “O Rei da Vela”:

a incomensuravelmente  beleza d

“A Morta”;

y a Grandeza Épica d

“O Homem e o Cavalo”.

Esta peça nos Inspirou y a Lina Bardi – a grande Arquiteto Centenária mais Contemporânea y Consagrada q nunca, neste já avançado Segundo Milênio, em todo Mundo – “O AnhangaBáu da Feliz Cidade” – Fruto de uma ÉPICA LUTA CULTURAL de 37 anos. Em 2010 quando o Entorno do Teatro Oficina foi Tombado pelo IPHAN, Silvio Santos nos falou em sua casa q não queria mais nos Empatar nem q Empatássemos a vida d’dêle, então nos propôs a Troca do Terreno de sua Propriedade por outro do mesmo valor na Cidade. Nestes 7 anos, um trabalho desenvolvido por nossa atuação em Órgãos Públicos, acabou encontrando o Terreno a ser trocado. Falta apenas a re negociação para q a Troca se concretize agora, de vêz.

Dia 30 tenho certeza q Silvio Santos, q eu gostaria q estivesse presente no Teatro, vai nos permitir de novo, como fez muitas vezes, q o Público entre pela Escada Azul q construímos dentro do Terreno.

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No Insurrecional ano de 2013, este projeto evoluiu muito no próprio terreno do Entorno do Teatro Oficina durante a 10ª Bienal de Arquitetura em São Paulo. A Curadoria de Guilherme Wisnik, tirou a exposição das Paredes do Interior do Prédio de Niemeyer no Ibirapuera y colocou em Criações Pesquisadas em Campo, como o Entorno Tombado do Teatro Oficina, onde Arquitetos y Urbanistas – da Bélgica, da AmericaIndoAfroLatina, Corifeados pelos “Arquitetos” Marília Gallmeister y Carila Matzenbacher, do Oficina Uzyna Uzona – ampliaram pra um Corredor Cultural de Árvores Frutíferas, sem Automóveis, q prolonga uma Aléia de Florestas preservada pelo Grupo Silvio Santos no Terreno todo de Demolições: a Oficina de Florestas,

criando, a partir da ligação da Rua Jaceguay 520, da Vila Itororó, do TBC, da Casa de Dona YaYá y d outros Pontos de Cultura do Bixiga e da Praça Rosevelt – um Corredor rebolando entre as Torres da Metrópole Infartada.

UNIVERSIDADE ANTROPÓFAGA PÚBLICA

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explosão (tranzborda) do projeto do anhangabaú da felizcidade pelo bairro do bixiga

Neste Lugar desejo Encenar “O Homem e o Cavalo”,

q numa Leitura – dia 17 de Dezembro de 1985, com um Elenco All Star y Coros, com 150 Artistas de Teatro y Vídeo de Todas as Gerações – foi por mim dirigida no Teatro Sérgio Cardoso.

Era o sonho dos Jovens de 1968 a Encenação desta Excepcional Peça Antropófaga.

O Crítico Telmo Martinho q me apelidara de “Decano do Ócio” por ter retornado do Exílio y não ter tido condições materiais de um trabalho dessa dimensão, voltou atrás y me retirou deste apelido.

Mas pra mim o Ócio é uma Delícia y um Sonho.

Só crio no Cío.

Pra Encenar esse Jorro Insensato, quero ainda dedicar esta data ao Grande Artista, meu Irmão, Luis Antonio Martinez Corrêa q não pode continuar com sua série de Musicais sobre a “História do Theatro Musical Brasileiro” por ter sido assassinado no Natal de 30 anos atrás, 1987, por pessoas q quiseram matar em si o q não conseguiram com 107 facadas: o Amor Humor q Luis Antônio esbanjava sempre sorrindo.

José Celso Matinez Corrêa

Zé Celso

25 d Março de 2017

Os presentes de aniversário para o Terreiro Eletrônico, rua Lina Bardi, Teatro Oficina, podem ser dados através de nossa plataforma de financiamento direto.

www.teatroficina.org

MERDA