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Igor Marotti antropofagia Tarsila do Amaral

RENASCIMENTO DA MACUMBA ANTROPÓFAGA HOJE

Ensaiando cada noite no Oficina, na precariedade radical, nós artistas no OficinaUzynaUzona sentímos na Carne y Osso d nossos Corpos o q chamam d Crise como imposição do Estado de Exceção dito Liberal dos Fantóches Mortos-Vivos Pódres q tomaram o Estado Brasileiro pra $í y pros Renti$tas.

A Crise é o Martírio da $êca trocando a Terra do Brasíl pela moeda da destruição d’Ela própria, a Terra. O Martírio da Terra é o dos seres vivos q uma Oligarquía Fedorenta quer exterminar: o povo, os bichos, os seres minerais infra-estrutura da Terra, a favor do Capitali$MO de Última Geração no Mundo, dito Liberal. Esta transa, está atacando os mínimos direitos, necessidades, prazeres humanos da maioría do povo y dos seres vivos no Brasíl y no mundo: os q não moram no Andar de Címa. A Companhia sacou q só a Macumba Explícita no Teatro, Feitiçaría d Teatro, a Macumba Antropófaga inpirada no Poema Manifesto do Xamã Oswald de Andrade, teria a Potência de Atuar na Arte da Cosmo Política.

A Poesía tornou nossos Inimígo$, y não só do Brasíl, Musas Inspiradoras pra serem Comidas y Desvoduzadas nesta Macumba. Vai crescer com a Presença sempre co-autora do Público y dos acontecimentos q tiverem de vir.

Stamos aqui. Vamos ver o q vai dar.

Hoje o mais teatral y có(s)mico dia-noite d São João, na metade de 2017:

Fésta do SÓL in SÓlstício de Invérno no Hemisfério Sul, festeja o Natal na Terra na Véspera do Ano Novo; dia 24 de Junho, as 16 horas, estreia a “Macumba Antropófaga 2017″ no Teatro Oficina com um Cortejo Cantado, Dançado, Atuando no Humor do Amor, em torno de Pontos Míticos do Bixíga: o Novo Canudos da Cidade Linda nos baixíos do Minhocão, na “Casa de Dona Iaiá” , no Túmulo Fechado do TBC d’onde sai Cacilda Becker fazendo o papel de Tarsila do Amaral pra chamar o Poeta Oswald d Andrade, morador da Rua Ricardo Batista (onde escreveu o maravilhoso”Sob as Ordens de Mamãe”), pra Festa da Descoberta da Antropofagía. Oswald sempre mamava o leite d uma Cabrinha q depois parava na  Travessa Bridageiro Luis Antônio, atual Rua Adorinan Barbósa, em frente onde nasceria o Oficina, na casa d minha avó, q me presenteava com o leite da mesma Cabrinha d Oswald, q eu mamava. Essa Cabrinha foi nossa Mãe Comum.

Daí cantando o belíssimo Rap Poema de Cruz y Souza “Litanía dos Póbres”até a Rua Japurá, q está com uma Grade de Cadeia prendendo os Moradores dum Condomínio. Sóbe a Montanhinha da Rua do Bixiga até a Rua Santo Amaro em Torno do Terreno do Entorno do Oficina, q há 37 anos está vazío, onde plantamos sementes com o Público q geraram uma Área Verde Fértil mas q sei por q, foram queimadas em nome do Grupo Silvio Santos – todas as sementes, onde negociamos a Tróca de Terrenos: proposta pelo próprio Sílvio Santos,  Rei da Televisão.

Cantamos y semeamos com o público onde houver terra: da Rua Santo Amaro à Jaceguay, onde semeamos o Corredor Cultural, q vai da Vila Itororó ao Parque Augusta, com Oficinas de Florestas y Árvores Frutíferas, y chegamos de volta ao Teatro, onde vamos ver nascer no Restaurante Troca Tróca entre Terrenos a descoberta antro pré lógica, A Antropofagía.

Tarsíla do Amaral y Oswald: TarsiWald tomam absinto com Ouro. Vão começar a comer um prato de rãs y com o riso das Grandes descobertas, contemplas as rãs, seus corpos se desnudam, y se comparam  como os corpinhos q vão devorar: corpos idênticos aos seus. Comem y descobrem a Antropofagía. Fogem pro Estudio d Tarsila, no Teatro Oficina. Se amam, sonham y sonham com os Burús Antropófagos penetrando no Oficina y vemos então Tarsila á pintar Oswald nú, com seu pauzãoBrasil. Com a chegada de Mandú Sarará y os Antropófagos, assistimos TarsiWald criando com os Burús, o quadro: O Abaporú  y o ManiFésto Antropófago.

A Macumba come  estes finos bis-coitos com todo Público tragando as Personas tragicômicas dos Podres no Poder, neste Banquete.

Tenho dois irmãos nascidos neste dia, um é o São João y o outro é o Santo Antônio=Luis!

Hoje pela 1ª Vez Comemoramos no Oficina Aniversário deste, o Grande Artista de Teatro Musical Brasileiro y Muitos Teatros Mais: Luis Antônio Martinez Corrêa.

Minha Paixão por este irmão  enGraçado, talentoso y Bélo, fez-me fazer o papel d’   Êle,“Ressucitando-me”. Cantando “O Amor ”, d Maiakoviski, Caetano y Luis, tendo a Fóto d ‘Êle na Parede como inspiração y em  torno do Môquem, da Fogueira  da “Macumba Antropófaga 2017”, os 100 anos da Revolução Soviética, 50 de “O Rei da Véla” y da “Tropicália”.

Mas não estou nada só, sou um dos muitos Artistas do CORO DE PROTAGONISTAS macumbando com arte d viver ao Vivo a Alegría Cantada Dançada no prazer y na dor da transformação permanente do Tabú em Totem.

Uma Meditação  Antropófaga Rebolada, Vivida com o Público Presente Mesticiáda pela Multimídia do Vídeo em Transmissão direta, Sonoplastia Elektrônica, Luzes aos Vivo de cada palpitação, Banda, Contraregragem,

Produção d toda Máquina Viva do Terreiro Eletrônico do Oficína  Uzína Uzona. Nestes tempos com as ameaças d’duma ditadura nazista, o Milagre em sí, d aproximadamente 60 Macumbeira(o)s Vív(o)as, da Antropofagía com o Povo do Público, vai parir o q nasce desta devoração da Cultura da Vida revirando as cagadas dos Zumbís na Podridão do Poder em Eleições Dirétas Já. Inclusive com o Corte de Nosso Patrocínio da Petrobras, não somente para o Oficina, mas pra + 40 Coletivos d Teatro, Cinema, Música, Poesia, Dança, enfim, células de grande produção Cultural.

Venham comer estes Mortos Vívos no Poder, criando na Paródia Tragicô(s)mica Orgiástica este Possível Milágre.

Zé Celso

Exú das Artes Cênicas

SamPã, Paraíso 24 d Junho d 2017 01:05

MERDA

 

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descongela cultura já |Teatro Municipal isolado pelo cordão d chumbo das cabeças fechadas | foto Malu Avelar

“A PRAÇA É DO POVO

COMO O CÉU É DO CONDOR”

CASTRO ALVES

 

Nas Vésperas da Festa de meu aniversário de 80 anos, dos quais quase 60 foram dedicados à Liberdade da Cultura, não posso deixar de lamentar a atitude de André Sturm, Secretário de Cultura da Cidade de São Paulo, q na tarde d 27  de março  consentiu em mandar bloquear as Escadarias do Teatro Municipal e fechar sua Secretaria, para não receber os Artistas de Teatro, Cinema, Dança, Circo  do Movimento da Frente Única da Cultura SP, pedindo o Descongelamento de quase 50% da verba da Secretaria Municipal de Cultura.

Eu o considerava até então uma Amada, Ótima Pessoa na gestão Cultural do Estado, seja na Sec Cultura, no MIS, no Cine Belas Artes  e principalmente por ter se reunído antes com Artistas deste Movimento  e ter prometido lutar contra o Congelamento. Dias antes saiu dizendo q os Artistas tinham de aprender a não mamar no Estado. É incrível! Ele q  há muitos anos recebe salários do Estado e agora da Prefeitura.

E Hoje ainda declarou q o Movimento não tinha programa e aprontou um Carnaval. O preconceito atual quanto ao Carnaval já me deixa arrepiado y quanto a falta de programa, não sei de onde tirou isso. Os Artistas se manifestavam a favor dos q tinham seus programas aprovados na gestão de Fernando Haddad. Nem na Ditadura Militar se viu gesto semelhante. É Muito Grave, Espero q André reconsidere sua posição atual y retorne à solidariedade q sempre manifestou com seus iguais: Artistas Cultivadores da Cultura na Pão Dure$a da Capital do Capital. Neste momento em q  a democracia tem sofrido muitos golpes, essas atitudes pedem uma Retratação y um Encontro seu imediato com este Movimento.

Zé Celso,
28 d março d 2017

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ze infinito

cartaz xamânico d bacantes no infinito d Zé | foto jennifer glass arte igor marotti

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IÓ! ZÉRINFINITO

Festejo meus 80 anos em Cena,

5ª Feira dia 30 de Março às 20 horas no Teatro Oficina, com Coros Bacantes, Satyros, Dionísios, Pentheus, Kadmos y suas Filhas, PMs, Músicos, Vídeo Artistas, Iluminadores, Sonoplastas, Microfonistas, Contra–Regras, Camareiras, Faxineiras, Porteiros, Produtores, Mídioartistas, Figurinistas, Arquitetos, com os Presentes no Terreiro Elektrônico Teatro Oficina:

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banner totem | foto camila mota

presentando todos os Públicos q estiveram na Rua Jaceguay 520, Bixiga – Artistas d muitas Gerações

d Poetas, Músicos, Mortos, Ethernos, Vivos,

d todas as Companhias, de Todos os Teatros,

das Companhias q Assistí, Ví:

d Revista Rebolado, Comerciais, Stanislawskianas, Brechtianas, Antropófagas OswaldiAnas,

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colagem analógica para o aniversário d Villa Lobos | d cafira zoé

d todo o Céu Estrelado d Cacildas, Fernandas, Maria Della Costas, Tônia Carreros, Madame Morineaux, Dercy Gonçalves, Grande Othelos, Oscaritos, Marílias Pêras; d todos os Movimentos Culturais Humanos, Cosmo Políticos de Hoje: Modernistas, Antropófagos, Tropicálias d 50 anos, Revolucionários q mudaram a face da Terra há 100 anos y depois Conservaram-se Congelados até a Perestroika, tão  necessária ao Capitalismo $elvagem de hoje, em 2017;

Burús = Indígenas q aqui estiveram na Rua Jaceguay, q quer dizer Rua Come Cabeça, y os q estão lutando em suas Terras pela Terra a quem todos pertencemos y desejamos Viva; d Jornalistas de Talento y Coragem trans-humana; d Cientistas, Médicas, Médicos, Acupunturistas, Arquitetos, Urbanistas, Green Pacificadores, Xamãs, Astronautas, Bárbaros Tecnizados, Digitais; Antagonistas, Inimigos Sagrados do Passado y do Presente:

Enfim Todos Seres Vivos, Animais Vegetais Minerais Humanos dos Brazís,

d Toda Mãe Terra, do Pai Universo, principalmente

d Todo Fogo Vermelho, Amarelo, Azul, Rosa: Iluminador da Libido, do Amor, dos Amantes, dos Amados, dos q Querem, dos q Rejeitam, de Todos q Amo y dos q ainda Amarei, d todos q Amam o Humor, Amor Infraestrutura da VIDA.

Minha Percepção desta festa é d Gratidão a Todos y a Tudo y sobretudo a Esta Arte: Arte do Tesão d Vida q é  a do Teatro.

Agradeço a Paixão dos q nascem y se dão a Ela, seja no ao Vivo, na TV, na Rede, na Pulsação do Poder dessa Deusa: a Poderosíssima Respiração.

À ARTAUD, NÃO JORRO SEM ELE Q ME ENSINOU A JORRAR

Aprendi a t Adorar Teatro, ao Vivo, com Meu Pai q nunca foi ao TBC, mas me Levou a Todo Grandioso Teatro de Seu Tempo, com Minha Mãe y Meus Irmãos y Irmãs, Avós Imigrantes y uma Avó Paterna Burú, q xamam Índia.

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Maureen Bisilliat, Xingu

Aos Ancestrais y aos q vieram y q virão depois de Nós Todos, Experimentando na Comunidade Viva Diferenciada, mas Contracenando Juntas nas Contradições da Vida Trágica Cômica y Orgyástica dos Rituais Burús – Gentes chamadas d Indígenas – Africanos, Kabukis, Teatros Nôs, Sufis, Mistérios.

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Maureen Bisilliat, Xingu

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Maureen Bisilliat, Xingu

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Maureen Bisilliat, Xingu

Às Rádios, q como a Rádio Nacional foi a Iniciadora nas Ondas de Minha Geração.

A Todos q me fizeram chegar até aqui com o Corpo Vivo caminhando pra Morte Transformadora, mas Cantando até o Fim, como Elza Soares Exige “Quero cantar até o Fim”

Nesta Data imagino como fazer q se toquem, a sí mesmos, estas pessoas, q em seu Poder Ilegítimo  estão destruindo o Programa q nós Elegemos, y q foram nestes dias, por unanimidade na ONU, Condenadas por este Infeliz Programa Hitlerista de 20 Anos d Arrocho q querem impor aos nossos Corpos.

Poderosos sem Poder Humano, torturando a sí mesmos com sua Própria In$ânia na suas Maquinaçõe$ na Máquina do Poder pelo Poder. Venham se encontrar com a Humanidade, q vocês renegam em seus Próprios Corpos, No phoder Humano q o Poder da  Presença do Teatro dá, y abandonem este Poder Usurpador, violador dos Direitos Humanos em seus Próprios Corpos, q os está Infelicitando, Sangrando a Vida dos q são Todos no Brasíl.

Y mais, dando um péssimo Exemplo ao Mundo Todo em Crise Cultural de Vida Viva, dia a dia; no Brasíl q tem uma Cultura Fortíssima de Exportação!

A Grande Arte q pratico é a do Aqui Agora, em cada Minuto, em Cada Respiração. Essa Lorota Messiânica d 20 anos é contra o Teatro, contra a Vida q é eterna surpresa, contra toda Cultura q é Cultura do Cuidado  com a real InfraEstrura q é a Vida.

A Macroeconomia é a Estrutura do Capitalismo y precisa de uma Urgente Perestroika. Nela y em todos os ISMOS extremistas y Politicamente Corretos.

A Vida não é sisuda nem Correta.Y muito menos repre$$ora de sí mesma.

PRESENTES

Não desejo presentes pra minha pessoa mas para o  Trabalho Criador de 60 anos em q o Teatro Oficina Uzyna Uzona – na Revolução Cultural Carnavalesca, transformadora de Tabús em Totens, Revolução Antropológica Antropófaga Oswaldiana, Bárbara Tecnizada – se encontrou y projeta agora pro Futuro Presente.

Clamo Condições pra expansão das Companías de Teatro, além da Província do Teatro de Importação Enlatado, não devorado.

Presentes pra Equipar o Teatro Oficina y seu corpo tecnoartístico, q exigem agora, para dar o q podem dar:

– Reaparelhamento de seu Equipamento Digital de Som, em seu Espaço em q Lina Bardi y Edson Elito  criaram um Pé Direito = Caixa Sonora, Instrumento Musical q pede Som de Estúdio d Gravações, q transmitam Músicas, Cantos Phalas dos Coros y Protagonistas;

– Câmaras Filmadoras de Transmissões ao Vivo sem os fios, em q tenho q, atuando, driblar para não cair;

– Refletores q permitam as Epifanías das Iluminações Rimbaudianas q sabemos y queremos fazer.

Isso tanto pro Público q vem estar ao Vivo emocionar-se sem travas com nossos Trabalhos, quanto pra q a Transmissão Direta, q praticamos com Maestria, alcance Todo Público Mundial.

Condição de Bárbaros Tecnizados pra q possamos Emocionar com nossas Criações ao Vivo.

Oswald de Andrade, em suas obras teatrais, inspirou-se, principalmente nos Tupinambás y na Arte Pública de 100 anos atrás q o Início da Revolução Soviética propiciou aos Poetas das Artes Cênicas: Maiakovski, Eisenstein, Meyerhold,Tatlin, Rodchenko;

rodchenko o encouraçado

cartaz d rodchenko para o filme “o encouraçado potemkin”, d eisenstein

rodchenko cartaz com lilya brik

lilya brik em arte gráfica d rodchenko, 1917

(Rodchenko, 1924 - O cinema-olho)

rodchenko, “o cinema-olho”

rodchenko capa d livro d maiakovisk

Rodchenko, capa para livro “Sobre Isso” d Mayakovski

MeyerholdBio

encenação d meyerhold

O.A. foi devorado desde 1967, o início destes 50 anos da Tropicália, na Música d Gil, Tom Zé, Caetano, no Cinema d Glauber, nas Artes Plásticas arrancada das Paredes de Museus y trazida pro Corpo de Hélio Oiticica, tudo em q “O Rei da Vela” do Oficina, em 1967, inspirou-se.

Tropicália ou Panis Et Circensis capa

 

helio oiticica, tropicalia, 1967

Tropicália, Helio Oiticica, 1967

helio oiticica

Os Parangolés, Helio Oiticica

Terra em Transe

Cartaz d Terra em Transe, filme d Glauber Rocha

Esta Geração, modéstia a parte, a minha, Descolonizou a Cultura Brasileira.

No Carnaval deste ano, os Corpos, Vozes das Ruas, Ressuscitaram esta Descolonização.

Isso aconteceu neste momento em q votamos pra q a camada pré sal fosse investida na Cultura y na Educação no Brasil y em q esta preciosidade está sendo Estraçalhada por Rentistas, Mercadore$ vendilhões$ da$ Terra y do sub-solo brasileiro, sem nosso consentimento de Povo Democrático y Libertário.

Nos meus 80 anos Lutei muito, mas só fiz o q Gostava, a não ser quando fui preso, Torturado y Exilado. Mas Curti muito o Exílio em Portugal na Revolução dos Cravos, na Democracia Direta dos Conselhos Revolucionários y na Festa de Libertação do Povo Moçambicano

Apostando no q Zeus, depois de Hera Cegar Tirézias diz: Você vai ver Tudo! Y Viverá por 7 Gerações! Tomo como se fosse pra mim  estas palavras y vou poder fazer  este ano ainda “O Rei da Vela” com o mesmo Renato Borghi, o ator q mais sabe phalar Oswald y q faz também 80 anos de voltas em torno do Sol, exatamente neste dia 30, como eu.

Clique aqui y acesse o passaporte programa d filme d O rei da Vela 

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Estamos juntos mais q nunca: pra com todos Artistas tanto do Oficina Uzyna Uzona como pra todos do Brasil y do mundo q conosco quiserem erguer as 3 Obras Primas de Oswald de Andrade, além de “O Rei da Vela”:

a incomensuravelmente  beleza d

“A Morta”;

y a Grandeza Épica d

“O Homem e o Cavalo”.

Esta peça nos Inspirou y a Lina Bardi – a grande Arquiteto Centenária mais Contemporânea y Consagrada q nunca, neste já avançado Segundo Milênio, em todo Mundo – “O AnhangaBáu da Feliz Cidade” – Fruto de uma ÉPICA LUTA CULTURAL de 37 anos. Em 2010 quando o Entorno do Teatro Oficina foi Tombado pelo IPHAN, Silvio Santos nos falou em sua casa q não queria mais nos Empatar nem q Empatássemos a vida d’dêle, então nos propôs a Troca do Terreno de sua Propriedade por outro do mesmo valor na Cidade. Nestes 7 anos, um trabalho desenvolvido por nossa atuação em Órgãos Públicos, acabou encontrando o Terreno a ser trocado. Falta apenas a re negociação para q a Troca se concretize agora, de vêz.

Dia 30 tenho certeza q Silvio Santos, q eu gostaria q estivesse presente no Teatro, vai nos permitir de novo, como fez muitas vezes, q o Público entre pela Escada Azul q construímos dentro do Terreno.

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No Insurrecional ano de 2013, este projeto evoluiu muito no próprio terreno do Entorno do Teatro Oficina durante a 10ª Bienal de Arquitetura em São Paulo. A Curadoria de Guilherme Wisnik, tirou a exposição das Paredes do Interior do Prédio de Niemeyer no Ibirapuera y colocou em Criações Pesquisadas em Campo, como o Entorno Tombado do Teatro Oficina, onde Arquitetos y Urbanistas – da Bélgica, da AmericaIndoAfroLatina, Corifeados pelos “Arquitetos” Marília Gallmeister y Carila Matzenbacher, do Oficina Uzyna Uzona – ampliaram pra um Corredor Cultural de Árvores Frutíferas, sem Automóveis, q prolonga uma Aléia de Florestas preservada pelo Grupo Silvio Santos no Terreno todo de Demolições: a Oficina de Florestas,

criando, a partir da ligação da Rua Jaceguay 520, da Vila Itororó, do TBC, da Casa de Dona YaYá y d outros Pontos de Cultura do Bixiga e da Praça Rosevelt – um Corredor rebolando entre as Torres da Metrópole Infartada.

UNIVERSIDADE ANTROPÓFAGA PÚBLICA

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explosão (tranzborda) do projeto do anhangabaú da felizcidade pelo bairro do bixiga

Neste Lugar desejo Encenar “O Homem e o Cavalo”,

q numa Leitura – dia 17 de Dezembro de 1985, com um Elenco All Star y Coros, com 150 Artistas de Teatro y Vídeo de Todas as Gerações – foi por mim dirigida no Teatro Sérgio Cardoso.

Era o sonho dos Jovens de 1968 a Encenação desta Excepcional Peça Antropófaga.

O Crítico Telmo Martinho q me apelidara de “Decano do Ócio” por ter retornado do Exílio y não ter tido condições materiais de um trabalho dessa dimensão, voltou atrás y me retirou deste apelido.

Mas pra mim o Ócio é uma Delícia y um Sonho.

Só crio no Cío.

Pra Encenar esse Jorro Insensato, quero ainda dedicar esta data ao Grande Artista, meu Irmão, Luis Antonio Martinez Corrêa q não pode continuar com sua série de Musicais sobre a “História do Theatro Musical Brasileiro” por ter sido assassinado no Natal de 30 anos atrás, 1987, por pessoas q quiseram matar em si o q não conseguiram com 107 facadas: o Amor Humor q Luis Antônio esbanjava sempre sorrindo.

José Celso Matinez Corrêa

Zé Celso

25 d Março de 2017

Os presentes de aniversário para o Terreiro Eletrônico, rua Lina Bardi, Teatro Oficina, podem ser dados através de nossa plataforma de financiamento direto.

www.teatroficina.org

MERDA

Li Agnaldo da Silva escrever  uma besteira sobre Luis Antonio , Irmão de Zé Celso…dizendo q ele foi assassinado por q seu namorado era Hétero.

Isso baseado num psicologo da Era do Drama ainda, q diz q o homossexual , vai atrás de hétero por causa da Rejeição do Pai…Agnaldo y esse outro psicólogo dramático : a vida não é uma Novela da Globo. Luis talvez trepasse de vez em quando com seu assassino, nem sei, mas não foi assassinado com 107 Facadas no Natal de 1987 por seu “namorado”. Eram traficantes de Pó também, talvez?!

Daí concluir q os gays só devem transar entre sí…é sinal destes tempos bocós…não há Barreiras pra libido,sou um entendido nestas questões, já amei y fui amado por HétEros…esses ismos reacionários são empatadores  da liberdade humana, da Libido, do Amor.

E essa psicologia rasa só serve pra criar mais divisão estúpida entre as pessoas q agora mais q nunca  tem de estar juntas y s libertarem destas interpretações tacanhas da Vida como  Ela É.