Entrevista ao SESC sobre a turnê da Macumba Antropófaga pelo interior

Entrevista dada ao SESC, em Campinas:

– A peça Macumba Antropófaga tem duração de 5h. Há alguma preparação especial para ficar tanto tempo no palco? Pessoalmente, como você se sente passando esse tempo em frente ao público?

Não passamos este tempo “em frente ao publico” (saimos do Palco Italiano desde “O Rei da Vela” em 1967) mas com o Público que nos cerca na arquibancadas de onde pode vir atuar, macumbar conosco.

Entre o  Público & Artistas, Tecnos, resulta cada dia uma surpresa, por que nos abrimos para a criação de uma energia comum, conquistada cada dia pelo Roteiro-Paixão da Peça, pela nossa Atuação conjunta com o Publico desconhecido que chega em cada noite, como um Amante.

Mesmo os que não saem das Arquibancadas, não vêm para a QUADRA, no Teatro de Estádio, não ficam “assistindo”.

O Encontro nosso com o Público, com o Espaço Arquitetônico, com o que se passa naquela noite no mundo e no Cosmos, cria uma Energia Nova  que vem até também do Público que não desce à Quadra para atuar. Eles também emanam seu tesão,  até os turistas sexuais.

A Contaminacão é geral. A atuação dos Jogadores: Atores e Atrizes, sempre Cantores, Dançarinos, Feiticeiros, Poetas, dos Sons produzidos pelos Músicos Analógicos ou Cybers, a Luz, as Imagens Projetadas e o “MANIFESTO ANTROPÓFAGO” encenado como MACUMBA criam um Universo Irresistível, ou você está ou não está.

A Grande preparação são os ensaios em que trabalhamos nossa concentracão de atletas afetivos, para excitarmos a nós mesmos para nos Transfigurarmos como Atores-Atrizes-Musicos–TecnoCybers-Contra Regras-Câmeras-Cantores e Dançarinos todos, para podermos dar ao público nossa Arte, a que nos excita, a que nos penetra, nos perpassa para o ator da Multidão chamado: Público.

Para  o Espaço Urbano, Cósmico, também.

Hoje a Lua Cheia por exemplo nos inspira muito a nos preparamos para os “Bichos Humanos” de Campinas, que queiram algo mais do que a rotina de um jogo careta já feito.

– Seu trabalho tem forte influência do Movimento Antropófago, de Oswald de Andrade. Como levar essa estética aos palcos?

Nós somos na atuação Antropófagos mesmo, temos de incarnar nosso Elo Perdido com nossos ancestrais que estão no nosso DNA de Humanos Mundiais. Vivemos a Antropofagia que já está em nós, pois somente ela nos une como “Bichos Humanos” do Mundo Todo. Todos temos os Índios, no caso Paulistano os Tupys, dentro de nós, então temos que entrar no Rito deles em Cena.

Não comiam o Corpo Humano,  por Fome, mas para deglutir o que existe de forte em quem vem contracenar conosco, Comemos também nossos “entes” queridos como nossa diretora de Vídeo Elaine Cezar, assassinada por um câncer. Criamos uma cena para ter Elaine dentro de nós, comendo pedacinho por pedacinho dela, pra ficarmos bem juntinhos.

– Como “Macumba” nasceu?

O nome nós escolhemos de propósito, porque é Tabú. Mesmos os de Candomblê, de Umbanda, não gostam muitas vezes de ser chamados  de “macumbeiros”. As pessoas dizem que “macumba” é feita para o mal.

Oswald nos aconselha a ir direto nos TABUS para transformá-los em TOTEM. No que é Proibido, para invertê-lo e transforma-lo em Fonte de Liberdade e Novas descobertas sobre a Biodiviersidade Humana.

A Macumba é fonte de muito preconceito, mas ela nos transporta para outra relação humana, fora da burocracía dos relacionamentos hipócritas, tediosos, papai mamãe, cerebrais.

O Rito de Dionísios nas “BACANTES” é uma Macumba. Eles chamavam de DYTIRAMBOS, que é um ritmo e um dos nomes de Dionísios.

O canto-dança, de amassar uvas com os pés, dançando e cantando em transe em torno do fogo, incorporando Mithos e Entidades, fez com que nascesse  o Teatro e os ritmos como o Rock, o Samba, o Maracatú, o Reggae, Hip Hop, o Funk, enfim a batida que é a Cultura Hegemômica no Mundo Atual. Tudo mexe, tudo róca, tudo samba e tudo é Macumba Teato.

É um Ritual de InCorporação, nada cerebral, não é para assistir, é pra ir junto na lucidez do transe vindo do Tambor.

– Quais as novidades para a temporada 2012?

Mudou completamente o que era a Macumba 2011, porque o mundo mudou excessivamente. 2012 não é mais 2011: A Crise Internacional, as Catastrofes… Dilma não mais Lula, enfim o Teato é uma Arte filha do tempo e da Ethernidade.

Para ser eterna ela tem de estar plugada no Etherno Presente, no aqui agora, no hoje, sempre.

Para este ano faremos em OUTUBRO no terreno que Silvio Santos nos passou em Comodato por um ano “AKORDES”

de Bertolt Brecht e Paul Hindemith, devidamente devorados pela ANTROPOFAGIA. E vai durar somente 90 minutos.

Peparamos também a

“COPA DE CULTURA DE 2014 NO TEATRO DE ESTÁDIO OSWALD DE ANDRADE”

– Faça um resumo da peça, contando um pouco sobre seu enredo.

Criamos 1º com o Público uma Roda de Dytirambo, isto é de “MACUMBA”. Esquentamos os corpos do público que nos aguarda para a 1ª Cena de Peça que é justamente o Plantio de Sementes, em que o público canta conosco um Canto de Plantío, num ritmo Indú. Semeamos então no Jardim do SESC votos para o exito da  “COPA DE CULTURA DE 2014 NO TEATRO DE ESTÁDIO OSWALD DE ANDRADE”.

Passamos a um Canto Enfeitiçador Tupy e vamos com o público para o Restaurante TROCA-TROCA’S , onde o CORO da peça e o CORO da Multidão = Público, se instala: na Região da Piscina, espaço do Restaurante onde Oswald e Tarsila vão descobrir o elo perdido com a Antropofagía.

Nós do Coro e do Publico vamos induzindo a Cena.

O Casal mais bonito, mais rico, mais chic de São Paulo de 1928, chega  de carro, com chofer fardado, anunciados por Miss 1928 a Atriz Vera Barreto Leite.

Entram Tarsila do Amaral (Letícia Coura) e Oswald de Andrade (Marcelo Drummond), recebidos pelo Garçom de Cabelos Verdes: Ganimedes (Roderick Himeros) que lhes serve ABSINTO COM FOLHAS DE OURO. Logo a seguir volta trazendo uma Bandeja onde há uma abóbada tampando o prato, como uma cuia de feitiço, no que o garçom Ganimedes dá uma virada de 180º de hemisfério e revela o prato com as rãs. Tarsila vestida de Longo Fashion 1928, Oswald de terno e gravata 1928, descobrem na forma do corpo das rãs a semelhança com nossos corpos de bichos humanos.

Desnudam-se de seus Galas Fashion para comparar o próprio corpo com o das rãs e as devoram, descobrindo a  ANTROPOFAGIA.

Correm para o Atelier de Tarsila, na quadra onde será jogada a peça. O público os segue. Eles fazem a FÓDA DOS ESTETAS, DOS POETAS e Tarsila pinta Oswald nu, com seus peitinho e seu Pauzão Brasil.

Os Tupys invadem a cena num deliryo e vão alucinando Tarsíla e Oswald.

Ela começa então pintando sobre a pintura nu de Oswald: O ARAPORU (O HOMEM QUE COME O HOMEM), o quadro mais valioso do Brasil.

Por outro lado, Oswald começa a escrever o Manifesto Antropófago num e-Book com carne animal e vegetal, como um “Cozinheiro das Almas”.

Entra em cena o Pagé Morubixaba (Zé Celso) que ordena a caça de Oswald. É um sonho de Oswald que vira Hans Staden, apaixona-se por Pagú (Camila Mota) e então acontece todo Ritual Sagrado da Antropofagia, de endeusar a Vítima que vai ser imolada.

Hans Oswald, está amarrado, e vai ser morto pelo proprio filho Macunaíma (Roderick Himeros), enquanto rebela-se diante do PAGÉ até ir compreendendo o RITO e aceitar que o Filho o Mate com o TACAPÉ, como a um deus!

Oswald desperta do Sonho, e vendo os índios descobre que encontrou o Elo Perdido com o Primitivo e declara

”Não sou mais modernos. Sou o 1º Poeta Pós Moderno”

Aí começa a encenação do “Manifesto Antropófago” em si.

Não é bom contar tudo, pois o público vai viver um SONHO ANTROPOFÁGICO SURREAL, E VAI SE IMPRESSIONAR ….

– A macumba em si é ainda mal vista entre a população. Porque então escolher este nome para o espetáculo?

Com já disse acima, por isso mesmo. A Arte, a Cultura ou desestabilizam as visões dominantes, com formas estéticas novas ou não é nada. O Teatro é o oposto do Dep. de Marketing, ou das Novelas. Ele não dá aquilo que os marketeiros acham que o público está querendo, dá o oposto.

– As pessoas fazem macumba por algum motivo. Qual seria a finalidade dessa macumba antropofágica?

Esta foi feita para darmos um salto na nossas Associação de Artistas, a OFICINA UZYNA UZONA, assumindo o MANIFESTO como Estatutos da UNIVERSIDADE ANTROPÓFAGA, que vai construir com todo um movimento popular cultural, o TEATRO DE ESTÁDIO E A OFICINA DE FLORESTASesta vai esverdear todo Bairro do BIXIGA, pois iremos ocupar todo um quarteirão próximo à “Casa de Dona Iaiá”, ao TBC, à rua dos Craqueiros, à Rua Ricardo Batista onde morou o Oswald e escreveu sua última obra.

Mas acima de tudo, fizemos a “MACUMBA ANTROPÓFAGA 2011 e 2012” para nós mesmos, para  nos excitarmos em transmutar nossa própria visão de mundo, e encaramos um Salto no Teatro Brasileiro e Universal.

Todos no mundo tem o DNA dos primitivos. O Índio é nosso universal de BICHOS HUMANOS – somos todos iguais. Foi isso que os povos vestidos do Hemisfério Norte perceberam quando toparam com os Índios Pelados: Somos todos Iguais e essa descoberta do “Manifesto” a “Macumba”  vai trazer.

– Até que ponto o manifesto de Oswald teve validade na arte nacional?

Tem validade Universal.

Hoje as melhores Universidades no mundo todo, estudam a Antropofagia a partir de Oswald. O grande livro sobre a Tropicália, que aconteceu com o relink a Oswald e a libertação do Padre Anchieta, chama-se “Brutality Garden” de Chris Dunn, professor na Universidade de TULANE em New Orleans. Há tradução da obra com o mesmo nome “Jardim Brutalidade”, feita pela Editora da UNESP. O nome é um verso de um Poema de Oswald.

Os povos do Hemisfério Norte tem dificuldade de lidar com as diferenças culturais, caem no racismo ou na política de cada macaco no seu Galho, quando falam em Grupos Culturais e Étnicos que podem conviver, mas não cruzarem suas culturas.

O Povo brasileiro quando se descoloniza da influência Européia, da Americana, torna-se o que ja é:  naturalmente antropófago. Come de tudo. Mistura Tudo.

A antropofagia de quando a obra foi lançada é a mesma de hoje? Por que?

Uai, a Antropofagia é um retorno ao Primitivo, mas Tecnizado, Cyber. Desejamos a liberdade de  descolonizar nosso corpo da visão cabeça, e reaprender a cheirar como os cachorros, ver como as águias, pensar com todo nosso corpo, pés, sexo, estômagos, tudo tem inteligência, animados pela anima da Civilização contracenando de outra maneira com a Natureza. Não adianta querer matar a Natureza em nós, nem querer que a Natureza não esteja também dentro de nossa Civilização.

O Advento da “Economia  Verde”, do eterno retorno, transtorno, ao natural que é alem do bem e do mal.

A Natureza é Cruel e Generosa, mas não pode ser aprisionada nesta robotização evangélica da especie humana. Isso é a extinção da espécie humana.

Somos todos ainda “bichos humanos” iguais.

– O teatro oficina está completando 50 anos. Como foi manter a companhia durante tanto tempo e qual a auto-avaliação que faz do trabalho apresentado por ela nessas décadas?

É um milagre, fruto de DESEJOS FORTES, VONTADE DE PODER, nós sermos a Cia. mais antiga do Brasil.

Temos 53 anos. Por aqui passaram muitas gerações que deram seu melhor, tudo, enquanto aqui estiveram e fizeram esta juvenilidade presente do Oficina Uzyna Uzona até hoje.

Amo  todos os trabalhos feitos, como frutos, filhos, netos ou bebês….

E agora iniciamos um momento novo de crescimento com a expanção de nosso espaço físico no ANHANGABAÚ DA FELIZ CIDADE. Hoje mesmo falei com Renato Borghi para voltarmos a trabalhar juntos. Seremos em breve uma OS (Organização Social), e poderemos fazer convênios de 5 anos com o Estado de São Paulo. Já é mais que tempo. Hoje estou voltando de uma visita que o secretário da Cultura, Marcelo Araújo, fez ao Teatro visando esta nova fase em que superaremos nosso principal problema destes anos todos: a instabilidade financeira para as pessoas que querem fazer teato e trabalhar aqui com muitas outras.

Queremos trabalhar com a condição econômica não muito distante dos jogadores de futebol, e dos atores de novela.

Esta estabilidade propiciará ensaios mais rigorosos, treinamentos, e divulgacão para o imenso público em potencial que existe para o Teatro.

Nós queremos colocar o Teatro como Futebol das Paixões Humanas, uma vez que o Futebol já é uma Cultura Domesticada.

– E o público mudou nesse tempo todo?

Muito. Nosso público por enquanto é todo jovem, não  pode pagar ingressos de custo elevado e vem ao Oficina Uzyna Uzona para INICIAR-SE .

A Burguesia, e a pequena burguesia, não vem por enquanto ao nosso teatro, pois acham desconfortável, tem medo de serem tocadas pelos atuadores, acham as peças longas demais. Tem vergonha do Corpo… por enquanto.

Mas isso vai mudar, pois Teatro é pra todos: DIONÍSIOS NÃO BARRA NINGUÉM.

– Mudou alguma coisa no modus operanti de fazer teatro da fundação do oficina para agora?

Totalmente depois de “REI DA VELA” e do CORO da peça “RODA VIVA”

O que seria diferente?

Abandonamos o velhíssimo Palco Italiano, que continua sendo reconstruindo. Os arquitetos dos CÉUS, queriam fazer um teatro de multimeios e multiusos, inspirados na Obra de Lina, mas a prefeita Marta Suplicy exigiu que os Palcos fossem italianos, alegando que o povo deveria ter as mesmas formas de diversão que a burguesia tem. Como o povo frequenta Festas, Cadomblê, Umbanda, Carnaval, está equivocada esta percepção. Os momentos mais sofisticados da Arte Teatral foram ligados a movimentos populares extremamentes exigentes estéticamente, como os primeiros anos de ARTE PÚBLICA na Revolução Russa.

Mas a Burguesia exige este distanciamento para o público das periferias também, como fazem os evangélicos que modelam os que querem subir nesta sociedade em ruínas.

Bom é um Teato proximo ao baile funk. O povão adora o Teatro que fazemos, como tivemos provas nos “OS SERTÕES” 5 espetaculos que somam 5 dias 27h, nas DIONIZÍACAS  com 4 peças, em Tendas para 2.000 pessoas instaladas em Bairros Periféricos.

Em Peixinhos, bairro da perifería entre Recife e Olinda, até o chefe do Tráfico ficou pelado.

Aliás  nunca tivemos Palco, nosso primeiro Teatro era de duas plateias do arquiteto Joaquim Guedes como é o SESC Pompéia hoje = teatro sanduiche.

Esse teatro foi queimado pelos Para Militares.

Flávio Império construiu  um Teatro com Palco, aberto, sem cortinas, Palco Giratorio, porque eu queria que o Oficina fosse o “Berliner Ensemble” de Brecht.

Mas veio “O Rei da Vela” e viramos antropófagos, nos libertamos do Palco de padre Anchieta, o Italiano, o púlpito, a cátedra, e caimos na Roda dos Rituais Indígenas, Africanos, Dionizíacos, cultuando um Teatro com PROTAGONISTAS (Ham-let, Dionísios, Cacilda, Tasirla, Oswald, por ex) CONTRACENANDO COM OS COROS TREINADOS E OS COROS DA MULTIDÃO.

– Como você vê a invasão dos teatros pelos chamados stand up comedy, principalmente no interior que não tem casas específicas para esse nicho e acaba tendo que “ceder” o espaço que seria de outros espetáculos para esse gênero? Qual a sua opinião sobre o gênero?

Adoro os programas e TV estive no “Agora é Tarde” com Gentili, nos apaixonamos. Temos o mesmo Humor Destronador e Ireverrente, nada correto politicamente.

No Teatro de Estádio vamos poder contracenar com estes comediantes. Palhaços como eu.

A Questão da predominância dos “ MONÓLOGOS” é obvio que é uma situação determinada pela falta de Investimento Financeiro em Teatro, então cada qual se vira consigo mesmo.

Acho chato, prefiro trabalhar com elenco grande, de todas as idades, classes, culturas e mídias.

–  Você é elogiado e ao mesmo tempo criticado por levar a nudez e escatologia aos palcos. Como recebe essas críticas e por que usar esses elementos em cena?

Não “uso” nada em cena, não “uso” nudez. Me deixo levar pelo que a Poesia das Paixões que chamo de grandes Peças de teatro me levam. Não poderia fazer o “Manifesto Antropófago” ignorando a Nudez, que é vista por Oswald como a inspiradora de todas as revoluções: do homem natural, da revolução franceza, do romantismos de Goethe e Shiller, do Bolchevismo de Maiakowiski e Meyerhold, da revolução Surrealista de Buñuel, até o BARBÁRO TECNIZADO DE HOJE.

Faz mais de 50 anos que as pessoas perguntam

Porque você “usa” a nudez em cena?

Eu perguntaria,

– porque você “usa” a nudez para fazer amor e filhos?

– porque você”Usa” a nudez para tomar banho?

– Porque você tem vergonha de seu Corpo?

– Pau pequeno?

– Porque você amaldiçoa justamente a Genitália que é de onde nós viemos?

Nós somos como os gregos e os índios brasileiros, adoramos a nudez.

Mas um corpo simplesmente nú pode até ser tão vestido quanto uma Muçulmana, como são as fotos da Play Boy, caras e bocas sem Eros,

As  vezes nas praias de nudismo parece que as pessoas estão vestidas de nú.

A atuação com este figurino que é a nudez é a mais difícil, por que ela precisa de ALMA, AGALMA, ANIMA que pra mim = TESÃO. Alma=tesão cor de rosa, pleno de energía do deus  Eros, quente, quantica, elétrica …. Ahhhh….

PARA VER COMO FORAM AS MACUMBAS PELO INTERIOR PAULISTA ACESSE O CANAL DA TV UZYNA NO LIVESTREAM

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