O Despedaçamento de Dona Benta na PUC

A Folha de São Paulo publicou essa matéria ontem. Respondi a ombudswoman da Folha com os dois textos que seguem abaixo.


Ió! Cara Suzana Singer

“Diretor de teatro Zé Celso faz ato em pátio da PUC a pedido de grevistas.”

Esta foi a manchette do acontecimento do dia 27 no Pateo da Cruz, realizado por Artistas Associados  da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona.

Ora, eu não sou Papa. O texto foi somente escrito por mim, antropofagiando Brecht, que por sua vez deve ter antropofagiado cenas aracaicas de Circo. E mal dirigi especificamente a cena apresentada. A Folha e toda Mídia brasileira precisam perder essa eterna mania de fabricar máquinas de Pequenas Celebridades, por comodismo, atribuindo um trabalho criado por muita gente, à minha pessoa  exclusivamente. É a mesma coisa que o obscurantismo católico faz com o Papa, como representante de Deus na Terra. Q Horror!!!! Coisa do Império Romano ainda.

Eu estava lá, assumo como diretor do Teatro Oficina e Presidente da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, o Corajoso Teato que praticamos no “Pateo da Cruz”, mas nem eu, nem os que criam e trabalham comigo, suportam mais esse Papismo Bonapartista da Mídia de achar que o “Oficina c’est moi” Zé Celso.

Claro que não é preciso dar nome a todo elenco, mas vale lembrar que levamos uma cena de Teatro Forte, Eficaz, Bruxaría Artaudiana, e interpretada magnificamente por 3 Protagonistas extraordinários: Guilherme Calzavara no Papa que chamei no texto de “Dona Benta”, e não um Padre como a reporter de Educação Olivia Florência, muito simpática, escreveu, mas não sei se foi a editoração que assim exigiu tucanizar a Personagem.

Coisa que as fotos da Folha Virtual e de Papel desmentem; era o Papa mesmo.

Os dois Palhaços foram de atuação dos talentosíssimos Mariano Matto e Tony Reys.

E uma Grande Parte da Máquina de Desejo dos Atletas Afetivos de Teat(r)o Oficina, do que já chamamos de  Universidade Antropofaga do Oficina Uzyna Uzona, levantou toda a Cena.

Ailson Martins fazendo o rei da Tortura no Brasil = Ulstra. Glauber Amaral interpretando o Legista de Wladmir Herzog: Chibata, e juntamente com Bruno Nogueira, Alessandro Ubirajara fez  o Cavalo q atravessa a cena e faz Cocô.

A Trilha Sonora de Musica Cyber foi  composta por Guillherme  Calzavara e Gustavo Lemos, que operou  a mesma.

O Boneco do Papa e não  do “Padre” como está escrito na reportagem, repito, ao contrário do que  as fotos publicadas pela Folha OnLine  e no papel, revelam, enfim, o Papa, foi criado pelo Arquiteto Ricardo Costa, e os  Figurinos, sobretudo o do PAPA que pra mim não passa de um Figurino mesmo, foi realizado especialmente para o evento na PUC,  pelas Arquitetas Carila Matzenbacher e  Marilia Gallmeisteror.

O Som magnífico  foi responsabilidade do engeheiro de som Rodolfo Yadoya  e operado por Leandro Costa.

A Peça de Teato foi filmada pelos kineastas Acauã Sol e Renato Rosati.

A reportagem não foi má, mas acho q devia ter sido feta por um crítico de Teatro.

Há uma menção errada à minha fala:

“Zé Celso iniciou o espetáculo com frases provocativas: eu disse realmente, o Papa tem de entrar pelo cano.

Mas não “Fora Anna Cintra!…” Não que eu não ache q ela nem deve ser cogitada para reitora , mas eu não disse isto, não falo palavras de ordem. Detesto.

Disse  sim que Anna Cintra era uma “Laranja” do Papa , e o importante daquele Ato era como na Revolução Arabe começar a desmistificar a Instituição Papa , fabricado pelo Império Romano. Hoje em tempos de MerkelReich, Bento 16, vendo a decadência da ortodoxía católica, quer através de Dom Odilo Sheerer,  o retorno da PUC ao fundamentalismo obscurantista dos anos 60, atribuindo materialismo e falta de sentimento religioso ao ensino na  PUC.

Estudei Filosofia lá  2 anos no fim dos anos 50 e desisti, porque o velho professor de Lógica Alexandre Corrêa queria provar por uma equação “lógica” o mistério da transubstanciação da Eucaristía. Ao meu ver um atentado à lógica e  ao próprio mistério religioso.

Bento 16 e atualmente a Liturgía da Igreja não têm carisma nenhum, nem religiosidade, misticismo, espírito Órfico. É tudo muito chato, com aquele sentimento depressivo de Culpa, Punição, Arrependimento.

Afirmei sim que  os católicos brasileiros eram antropófagos sincretistas, o que é muito bom. Não iam muito a Missa, trepavam antes e durante  e depois do casamento e não só pra fazer filhos, usavam camisinha, frequentavem o espitiritismo, a Umbanda, a Macumba, o Candomblê, meditavam no Budismo, o que é maravilhoso : o Catolicismo Brasileiro é Ecumênico e Livre.

A Igreja já teve Papas melhores:  Leão XIII foi o  o autor do primeiro texto social da Igreja, a encíclica “Rerum Novarum”, que fala sobre a relação entre capital e trabalho.

João Paulo II, que era ator e tinha CARISMA – importantíssimo para um ser humano que se diz representante de Deus na terra. Apesar de achar isso uma bobagem, pois nós todos, as plantas, as pedras, os ventos, os bichos somos manifestações de divindades. Assim mesmo acabou com a “Teologia da Libertação” no Brasil.

Tivemos Don Helder Câmara, temos  católicos como Lonardo Boff, Maria Tereza Vargas etc…

Outra falha da Matéria-“A plateia –alunos, ex-alunos e professores– ovacionou a cena, adaptada do espetáculo “Arcodes”, ( só pode ser erro de digitação) o próprio diretor e em cartaz atualmente em São Paulo.” A peça de Brecht em cartaz no Oficina não se chama Arcodes mas ACORDES.

DESRESPEITO

Quanto à  assessoria da PUC dizer :

“Mais lamentável o fato de as ofensas acontecerem no contexto do ambiente acadêmico, do qual se espera o mínimo de convivência com a liberdade de crença” É uma piada diante do seu desejo de nomear reitora a 3ª Colocada na Eleição democrática, aliás estabelecida pelo grande lutador pela democracía don Evaristo Arns, durante a ditadura militar onde a PUC teve um papel brilhante na luta contra a ditadura, como está acontecendo agora, com a defesa da própria liberdade de Universidades terem o ensino Laico, mesmo se criadas por entidades religiosas. Esta é uma conquista secular da Humanidade que tem de ser mantida.


Ió! Querida Suzana
(é o nome de um filme da Cia. Maristela q sucedeu a Vera Cruz nos anos 50)

Não é uma questão de citar toda ficha técnica
mas trata-se dessa mania de desconhecer protagonistas da encenação como no caso
da cena encenada na PUC no Patio da Cruz, e não ficar somente em cima de mim. Isso q é mais importante, pois o q aconteceu na PUC foi uma encenação da Arte Teatral como Bruxaria pra virar a cuia do Enfeitiçamento do Retorno tentado pelo Vaticano já sem nenhuma feitiçaria, pra se salvar em seu Catolicismo do Império Romano Fundamentalista .
Foi uma arte de desenfeitiçamento das mais poderosas da história do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona.

EU NÃO SOU PAPA!!! Não foi mesmo Coisa de Zé Celso.

Muitas ATRIZES, ATORES, ILUMINADORES, MÚSICOS .. etc….. nem querem mais trabalhar comigo porque não são valorizados e não rola o $ para se viver com o mínimo conforto.

E não é porque não temos boa bilheteria: nossos preços são baixos, pois os q podem pagar, gente da minha geração, nunca mais apareceu no Oficina, pela incomodidade super exigente da ativação dos corpos sedentários para agenciar-se como ser vivo nas cadeiras teatais de Lina , a longura das peças,
a irreverência destronadora e o medo de ficar pelado.

E a Petrobras nos subvenciona com o dinheiro chegando no Fim do Ano, e aí somos obrigados a abrir as peças em Temporada Popular para cumprir nosso Contrato ainda no ano vigente.

E tem de ser assim mesmo, adoramos fazer temporadas populares pois nosso publico é de jovens iniciando-se na vida. Mas achamos q Teatro é uma Arte pra TODOS, E QUEREMOS PRECISAMOS PRECISAMENTE PARA ISSO DE MAI$ AINDA.

Mesmo com a Internet ocupando posição mais forte atualmente q a Midia Impressa
eu pelo menos, leio muito jornal
e há um colonialismo cultural imenso
principalmente em se tratando de Teat(r)o no Eixo dominante SamPã &Rio
muito baba ôvo em cima de umas figuras, como, francamente: Bob Wilson.
Gostei da “Opera dos 3 Vintens” porque vi um elenco forte de atores do “Berliner Ensemble ”
revelando a atualidade nesta Crise, de Brecht.
Já em “Lulu” houve um miscasting enorme com uma Lulu vestida da cabeça aos pés de vermelho século 19. Toda critica q puxa o saco da burguesia achou muito sensual o figurino
numa Paris de Pinheiros e Lustres d Cristal
Uma Lulu sem a libido da juventude, pois o diretor insistiu no Intinto de Morte – Morto mesmo
numa peça que é sobre o Espirito da Terra
e por ser uma atriz badalada em Berlin no Cinema e No Teatro
ganhou louros imerecidos mesmo na Jenny da “Ópera dos 3 Vintens”
pois não trouxe as Putas Maravilhosas Descaradas de BB
mas sim uma senhorona burguesona.

Claro que foi a opcão do diretor, ela deve ser uma grande Atriz,
mas sinceramente, mesmo a Morte real, tem mais vida q a Morte nesta peça linda q quase meu irmão Luis Antiônio montou com a Fernandinha Torres em 1987 – quando foi assassinado no Natal nas condicões de Lulú.
A Morte de um Corpo Podre ainda tem muita mais vida do q a falta de vida ,de libido numa atuação sem transfiguração de atores num Teatro voltado para a Vitrine da Oscar Freire.

Sobre a Criação dos Atores Protagonistas da Universidade Antropófaga Oficina Uzyna Uzona por exemplo, nunca foi feita uma reportagem …
Nem com este Coro atualmente requintadamente afinado de “Acordes”.
Pra não falar das novas Lina Bardi: as Arquitetas Cênicas Carila Matzenbacher e Marilia Gall Meister
Os Diretores de Cena: o Otto Matzenbacher e a Competentíssima preferida do Teatro de toda SamPã-Elisete Jeremias. A Figurinista Sônia Ushiyama. Vou parar de citar nomes, pois é impossível citar mais de 60 pessoas.

O Estadão por exemplo, não fez matéria anunciando a peça, nem crítica, nem nada…e muitas vezes nem no Roteiro sai nada. Será porque não pusemos anúncio pago em seu Guia?
E com nossos jovens Iluminadores?
Com as Faxineiras que limpam o Terremoto de penas, sangue, coisas mais estranhas, que surgem na Pista do Teat(r)o Oficina pós “ACORDES”.
No dia seguinte a Pista está perfeita. Isso não é Arte?
O novo elenco do Video que quer ser chamado pelos seus Camaras, Cortadores da Mesa de Edição etc…de “Kino Atuadores”, a transmissão direta pela Net, os Músicos da Banda e etc…

Oficina hoje é uma “Universidade Antropófaga” em que mais de 60 Mestres Aprendizes -Ensinantes atuam.

E há a nova geração com um conhecimento que minha geração não tem.
Claro q eu procuro comer de tudo, mas as vezes brilham muito mais q minha direção, ou atuação
pois criam a direção de suas partes, e além d’elas.

E não é algo q aconteça somente com o Oficina Uzyna Uzona, mas com todo Novo e Velho Maravilhoso Teatro de SamPã, que não passe pelo carimbo do velho Ibope( ainda existe?) na TV mas vem crescenndo como uma Peste Artaudinana na Metropole Travada.

Me disseram q há um Codigo Interno da “Ilustrada” que não difere muito do velho “Index’ do Vaticano
em relação do Teatro.
Isso não dá mais
A tendência, mesmo fora do teatro, é não produzir somente celebridades-commodities
mas valorizar os trabalhos q os individuos q se autogovernam produzem no Corpo Sem Orgão
de um Coletivo Teat(r)al.
Estes somente funcionam com Anarquistas Individualmente Auto-Coroados: Divas e Divos

Era mais q tempo de derrubar estes regulamentos autoritários e antiquados da redação
e de começar a ver o trabalho de Arte do Teatro q em se plantando dá nesta Metropole Poluida,
como uma Máquina de Desejos Multiplos e Diferenciados.

A loucura tão ausente na Caretice Posuda Deselegantemente Caipira das Revistas Caras dos Burgueses, Pequenos Burgueses, e até do Proletariado Brasileiro precisa mais do que pensa, do Auto Coramento do Equizo-Artista.

Todos e cada um estão caprichando na mediocridade de suas vidas embrutecidas, no meio da Violência ,sem Arte do Encontro na Orgya Teatral Urbana , agora tão desprezada, mas tão cultivada dos que querem trans humanizar SamPã com a Arte Performática q povoa os Bairros fodidos, tão importante quando o Urbanismo regenerador desta maltratada Cidade.

Dionisios nas Bacantes diz “Essa Cidade Precisa saber o quanto custa desprezar a Orgya”.

Oswald como epígrafe de “O Rei da Vela” escreveu: “a Álvaro Moreyra e Eugênia Alvez Moreira
na dura criação de um enjeitado -o teatro nacional.”

O teatro é a Arte mais próxima da Midia Impressa
porque se faz no dia a dia, como o Jornal
mas com tempo de reflexão q a TV e a NET muitas vezes ñ conseguem.

Do ponto de vistas dos novos artistas brasileiros de SamPã,
a auto determinação da democracia direta cria tesouros q são condenados a toa ao ostracismo
por uma Midia comodista,
q está sempre focando tudo nuns Ponto Papais solitários, aquí e alí…

Estamos todos de Saco-Cheio destas normas.

São um incentivo a premanência de figuras abstratas como o Papa Bento 16
e a manutenção de ditaduras.

Não estou pensando em publicar ou não este texto na Folha
posso jogar no meu blog
mas estou me abrindo com uma mulher Ombudsman q simpatizo
e lutando por uma Arte Viva ao Vivo, a Cultura não instrumentalizada, mas a “desestabilizadora das leis da vida” como escreve o novo brilhante filósofo Chileno-Paulistano, Vladimir Safatle.

A Prática da Arte Teatal, revigora a Vontade de Potência da Pessoa Humana
mas sem investimento pra crescer – não pode treinar o q phode
pra desencaretar SamPã, o Brasil e o mundo, inclusive os jovens viciados no politicamente correto modo de falar bonzinho naturalista global.

Nestes tempos por exemplo, em Portugal, o Teatro virou Bode Expiatório da Direita que
quer submeteter-se ao MerkelRatzingReich da AUSTERIDADE e acusa os principais animadores das grandes manifestações em Lisboa – os Artistas de Teatro – de serem seres inúteis
q que não merecem subsídios nesta Crise.

Gostei de saber disso, pois esta posição está assim tão francamente declarada e não camuflada como acontece ainda aqui no Brasil com os q não aparecem na TV ou não são sub-celebridades amadas e odiadas como minha pessoa.

Querida Suzana se você quiser pode fazer você mesma um resumo do q está escrito aqui neste desabafo, porque eu mesmo não tenho atualmente este espaço todo no seu jornal
e você sabe disso

Carinhosamente


ACORDES ?

Anúncios
9 comentários
  1. Rodrigo Fernandes disse:

    Prezado Zé,

    Dado que apresentações são necessárias, vamos a elas: me chamo Rodrigo Fernandes e sou escritor e dramaturgo do Teatro do Oprimido. Dono de muitíssimo anonimato e alguns prêmios pouco importantes.

    Zé ,direto ao assunto: sou seu fã incondicional e acabo de parir um monólogo teatral que, tenho certeza, vai interessá-lo.

    É um texto popular, atual, bem humorado e – eu aqui me afogo em falsas modéstias – bem escrito. Em suma; um texto à procura de um realizador corajoso como você.

    Por favor, entre em contato:

    rodrigogeofernandes@gmail.com

    Bração e beijo.

    R. Fernandes

  2. Ricardo disse:

    Caro Zé Celso.
    Nunca fui fã do seu trabalho e de suas esquisitices, mas gosto não se discute enquanto cada um fica na sua, mas quando um quase octagenário como vc age com completa irresponsabilidade incitando o ódio e a violência contra a igreja católica é um ato criminoso previsto no código penal. Vc pode pensar o que quiser, mas sua liberdade acaba onde começa a dos outros, tomara que tenha previsto e saiba que será processado e terá que responder por seus atos. Não é porque vc se julga genial que tem o direito de dizer o que quiser de qualquer um onde quiser e ficar por isso mesmo, vc não está acima da lei.

  3. Daniel disse:

    Não sei quando e nem se prestarás conta de seus atos perante Deus. Mas certamente haverás de responder em juízo, diante do crime que cometestes, o qual é previsto na lei dos homens. Aliás, embora tenhas estudado filosofia, escreves tal qual um iletrado e reles proletário intelectual, embora sempre tenhas sido, do ponto de vista econômico, um privilegiado burguês. Que seu deus marxista o perdoe por tamanho pecado. Tenho pena de ti. Do vazio de coerência e serenidade que permeia suas reflexões, nos longos momentos de solidão senil. Nada mais pode resultar de tal combinação anacrônica, que não sejam manifestações artísticas imaturas e ao mesmo tempo senescidas. Um fruto verde que já apodreceu.

  4. caro blogueiro
    Como filósofo e teólogo que sou, só digo o senguinte ao senhor: “O homem sem Deus é a caricatura de si mesmo” – portanto, ridículo.

  5. Dagoberto Ribeiro Nunes disse:

    E agora, quem vai agradecer a Igreja Católica por não impedir que um espaço da Pontifícia Universidade CATÓLICA tenha sido utilizada por uma peça assim? Isso ninguém vai fazer né? Mesmo sabendo que se tivessem feito o mesmo em relação por exemplo a alguma figura muçulmana em uma Universidade Islâmica sofreríam um apedrejamento ou algo parecido. Chamam o papa de nazista mas sabem que nunca um espaço nazista permitiria esse tipo de crítica a qualquer nome do nazismo.

    José Celso, a Igreja Católica aguarda o seu agradecimento e de sua equipe pela liberdade que elas lhes concederam e que vocês ainda não reconheceram.

  6. Eliana Assunção disse:

    Só gostaria de entender uma coisa: Tão fazendo o quê numa instituição católica??????????

    • Rayan Siqueira disse:

      Bela colocação, Eliana! Hipocrisia levada ao extremo dá nisso…

  7. My partner and I stumbled over here coming from a different web page and thought I might check things out.
    I like what I see so i am just following you. Look forward to looking
    at your web page again.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: