Carta Aberta a Presidente do Condephaat, Ana Duarte Lanna – parte 1 de 4

Publico em 4 partes, a partir de hoje, carta aberta a Presidente do Condephaat, Ana Duarte Lanna, respondendo a seu texto apresentado em 9/9/2013 ao órgão que preside, o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo que, em maio deste ano, autorizou a construção de duas torres residenciais ao lado do Teatro Oficina, tombado por este mesmo órgão em 1982.

Os três próximos capítulos serão publicados diariamente, completando a série no sábado, 21 de setembro, dia da Árvore.

entorno
Ter a Cabeça do Inimigo nas mãos
e a sabedoria de tocar
pra ele ver de pé
a nossa Vitória

– Versos cantados de BACANTES, Eurípedes, antropofagiados pela Cia. de Artistas do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona.

Agradeço à Dionísio, a você Ana Duarte Lanna, esse texto tão revelador enfim de sua posição, de seu Viewpoint, sua Posição Ideólogica, sua Interpretação dos Direitos, suas Vontades em relação ao Patrimônio Cultural Teat(r)o Oficina. Agradeço a bela foto que o acompanha, onde se vê o Janelão de Vidro que dá para a Cidade e o Cosmos, o Jardim do Oficina com o tronco da Árvore Cezalpina nascido nele e seu tronco já penetrando no entorno deste Bem Cultural Tombado que agora recebe também, além do Tombamento Material, a declaração de seu Valor Imaterial, proposta em Projeto de Lei por deputados da Comissão de Cultura da Assembléia Estadual onde o Oficina Uzyna Uzona será finalmente reconhecido como, por exemplo, a Mangueira: Escola de Samba do Rio de Janeiro.

Quem somos
Você estava inspirada na reunião do Condephaat de 20 de maio de 2013 que deliberava sobre o Teat(r)o Oficina e a sua área envoltória. De acordo com a legislação tem toda razão: A área envoltória nunca é bem tombado. Mas o tombamento configura uma área envoltória de 195 metros e as intervenções em área envoltória são objeto de análise pelo Condephaat. Nesta reunião, vocês trataram desta análise.

Em seu texto você logo revela um engano, a partir de seu ponto de vista, que eu posso revelar com precisão: não existe “Companhia de Teatro Uzyna Uzona, que ocupa o Teatro Oficina”. Quem ocupa este lugar é a Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, registrada desde 19 de janeiro de 1984 em Cartório – sucessora das Cia. Teatro Oficina Ltda., Oficina Samba (durante o exílio em Portugal), Oficina 5º Tempo (no retorno ao Brasil durante a abertura lenta, restrita e gradual). Portanto não existe também o “Grupo Uzyna Uzona”. O que juridicamente nos qualifica é esta Associação de Tecno-Artistas Multimídia, que nos obriga a cada ano criarmos Atas das Assembleias Ordinárias testemunhando todas o cumprimento de nossa tarefa principal: construir em faina diuturna a História Viva do Teat(r)o Oficina, criando sempre espetáculos que dêem continuidade ao momento revolucionário da encenação de “O Rei da Vela” do Poeta paulistano Oswald de Andrade.

A Revolução Cultural trazida pelo Rei da Vela
Esta peça, que estreou o segundo Teatro Oficina, dos arquitetos Flávio Império e Rodrigo Lefévre, viu ao mesmo tempo superado o próprio Espaço de Teatro inaugurado por ela.
A peça encenada trouxe a religação com a Antropofagia de Oswald, que por sua vez religou o Teat(r)o a toda Cultura Popular Brazyleira – o retorno a Arcaica Cultura Sagrada Pagã dos Rituais Teat(r)ais dos Caetés, dos indígenas de todo o Planeta em suas muitas Eras, aos rituais de incorporação na dança e canto das culturas Afro-brasileiras, à Cultura da Musica Popular, Pop, Erudita Brazyleira e Internacional. Trouxe no Brasil a sua descolonização, desde 1967, num dos movimentos culturais mais celebrados no fim do século XX: a Tropicália.

Os Coros Tragicomicorgiásticos
O mesmo acontecendo logo a seguir com o glorioso retorno dos Coros Pagãos milenares de Teat(r)o, criadores na Grécia dos Ritos explicitamente chamados de teat(r)ais. Há milênios os Coros tinham desaparecido e por séculos foram buscados em todos os grandes momentos da Arte Teat(r)al.
Nietzsche, na sua 1ª grande obra conhecida, “A Origem da Tragédia no Espírito da Musica”, lembrando os Coros da Tragédia Grega, aponta seu retorno para o futuro.
Aconteceu no Brasil, no Rio de Janeiro em 68, com o retorno dos Coros em “Roda Viva”, de Chico Buarque de Holanda. A grandeza do acontecimento cultural foi obscurecida pelos ataques à Peça perpetrados pelo Comando de Caça aos Comunistas em SP e depois pelo próprio 3º Exército Brasileiro, em Porto Alegre.
Estas duas peças pra mim são como se fossem a mesma, com os protagonistas de “O Rei da Vela” e os Coros de “Roda Viva” – são o Ponto Galilaico da Revolução da Arte do Teat(r)o acontecida no Brasil de 1967 a 1968 e dando seus frutos até hoje.

Antropofagia
Na Audiência Pública realizada em 05 de setembro de 2013, Camila Mota, atriz há 16 anos associada à Companhia permanente do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona pedia a desapropriação do terreno para a implantação do projeto antropofágico do grupo, o Anhangabaú da Feliz Cidade, não como você escreve Ana Lanna, “segundo uma terminologia do grupo”. Tente apagar o seu novo engano, amada Ana Lanna. A Antropofagia não é a terminologia, a gíria de um “grupo”, como você nos chama.

Não é invenção de um gueto ou de um grupelho. Os poetas concretos paulistanos, os consagrados irmãos Haroldo e Augusto de Campos consideram “A Antropofagia Oswaldiana como o único pensamento filosófico original brasileiro”. E está sendo estudada no mundo inteiro como uma filosofia que pode transformar os apartheides – os racismos, os fundamentalismos, os especulativismos, os preconceitos na relação entre os povos de diferentes culturas – pelo modo de vida da maior parte do povo brazyleiro: a miscigenacão democrática das culturas. Tanto que em 2006 aconteceu no Teatro de duas platéias de Lina Bardi, no Sesc Pompeia, o EIA, Encontro Internacional de Antropofagia, em que antropólogos, artistas, historiadores, filósofos, músicos de várias partes do mundo, durante uma semana, criaram, phalaram, sobre este tema tabú desde o início da colonização do Brazyl.
Não é portanto uma linguagem de uma gangue de privilegiados, mas de povos arcaicos e presentes no mundo todo que almejam o fim das barreiras culturais, raciais, sexuais, religiosas, fundamentalistas, que tem causado tantas guerras à humanidade, sobretudo nos dias de Hoje.

Tombamento Revolucionário
Veio o AI-5. Estreamos com o quê? Nada mais nada menos que “Galileu Galilei”, no dia 13 de dezembro de 1968 – data da implantação da fase mais sangrenta da Ditadura Militar. Narro este ponto da história porque foi através desta peça que começamos a entender que a Cultura cria Cosmos – não grupos. Cria maneiras de ler, interpretar, viver a Vida no Mundo.

Começamos a perceber que o Oficina era um Cosmos, uma trajetória que desenhava um Discurso do Movimento, nome de um dos trabalhos do físico Galileu, que atravessou clandestinamente as fronteiras onde a Inquisição dominava nas mãos de um jovem físico que havia trabalhado com ele. Galileu o havia escrito nas noite de lua escondido da filha que era freira da Inquisição. Este trabalho o deixou cego e ele o escondia num Astrolábio – instrumento que em toda sua vida renegou, pois era constituído de tiras de bronze em que os astros todos giravam em torno da Terra.

Aconteceu o mesmo conosco. Quando fomos exilados em 1974, a grande cantora de Brecht e grande atriz Maria Alice Vergueiro fez passar todo o Arquivo do Oficina – inclusive o audiovisual porque tínhamos “O Rei da Vela” já filmado, mas ainda não montado – através do Consulado Francês de SP para ser desembarcado em Paris. Chamávamos este pacote embalado em muitas malas de “Todo o Discurso do Movimento”, do Oficina que começávamos a estudar. Sabíamos que estávamos descobrindo o retorno ao Teat(r)o como arte milenar orgânica da Humanidade em plena violência da Ditadura Brazyleira. Precisamos cuidar de todo o material para estudarmos a continuação de nossa história não terminada aí, como você Ana Lanna, pensa. Daí vem sua concepção de Tombamento Histórico o Teatro Oficina como um túmulo.

A violenta interrupção de um processo em plena floração nesta fase com a invasão do Teat(r)o Oficina, prisão, tortura de muitos de seus Tecno-Artistas, foi um capítulo heróico – continuado no exílio em países que passavam por movimentos revolucionários.

Esta peça, que combatia o pico da Ditadura Militar no Brasil, se hoje encenada, espelharia a luta em que os “sábios de Florença”, transfigurados em sábios do Condephaat de hoje, não querem acreditar no que seus olhos vêem.

Mesmo dentro do Terreiro Eletrôniko de Lina Bardi e Edson Elito, na Audiência Pública do dia 5/9/2013, não viam diante de si os seres vivos como a árvore Cesalpina plantada por Lina atravessar os muros e chegar ao entorno avançando muito mais do que o ridículo 1m e 80 cm, oferecido por estes “sábios” que não levam em conta sequer o janelão que dá pra Cidade e pro Cosmos, mesmo diante da presença das coisas em si, construídas pelo Oficina Uzyna Uzona, pelo próprio Governo de SP, pelo Ministério da Cultura na gestão do economista e humanista Celso Furtado, pela Sociedade Civil e até por Paulo Maluf, que pagou os fundamentos do edifício do Teat(r)o para fortalecer as paredes do pé direito alto do Oficina.
Estes momentos de construção da obra de Lina, logo após o reestabelecimento da democracia no Brazyl, formaram um breve período em que os burocratas não tinham ainda este poder – fortalecido pelo Cassino da Especulação Financeira.

Os atuais burocratas do Condephaat agem alegando que não existia, na data do Tombamento, este belíssimo espaço aberto dando para a Cidade: estão assim justificando a defesa da construção das Torres Assassinas do Bairro do Bexiga!
São esses paradoxos destes nossos tempos, desta Babel Feliciana, que me dão a sensação do absurdo e loucura das pessoas que ocupam cargos públicos para inverter sua função.
Você mesma, Ana Duarte Lanna, na FAU-USP revelou que não gosta das torres, que as acha horrendas. Pasmem: soubemos que você ainda faz parte da comissão da comemoração oficial do centenário de Lina Bardi!
E você pode ao mesmo tempo querer que se destrua o projeto arquitetônico urbanístico total, para o qual o Oficina foi tombado em 1982/83. O Teat(r)o Oficina prédio não existia mais à época, estava em ruínas, sem as poltronas azuis que oferecemos no 1º de Maio de 1980 ao Sindicato no ABC presidido pelo líder Vicentinho. As paredes estavam cheias de buracos pois nós começamos a construção do Terreiro Eletrôniko para tornar irreversível nosso movimento de transformação.
Todos vão poder ver como estava o Oficina no vídeo “Caderneta de Campo”, uma co-produção do Oficina Uzyna Uzona com a Fundação Padre Anchieta, vencedor do 1º Festival Videobrasil, que este ano comemora 30 anos. Este vídeo foi misteriosamente proibido pela Fundação Padre Anchieta, da TV Cultura, mas será exibido em outubro nesta cidade em comemoração a este aniversário. Aliás, há cenas do dia do Tombamento por Aziz Ab’Saber – que nos recebeu animadíssimo por termos entrado com a Compania Oficina Uzyna Uzona toda para acompanhar a sessão, com câmeras de vídeo – onde poderemos ver Lina Bardi com sua maquete em madeira do Terreiro Eletrôniko para o Oficina e do Teatro de Estádio para nosso entorno, então criado.

Aliás o ponto X é a discussão do diferente deste tombamento que revolucionou a questão da defesa do patrimônio cultural.

O Tombamento foi realizado exatamente em consequência da tentativa do Grupo Silvio Santos querer destruir o Oficina para construir um empreendimento imobiliário, inclusive, no fim do ano de 1980, visando comprar do antigo proprietário o Teatro, ao qual pagávamos aluguel.
Um grande movimento de opinião pública impediu esta possibilidade e inspirou os homens de cultura da Secretaria de Cultura, em 1982, a tombar o Oficina, ao mesmo tempo em que estes empenhavam-se em conseguir do Estado a desapropriação do terreno da Jaceguai e seu entorno para construir o projeto então criado por Lina Bardi.
Na sua citação do laudo do arquiteto e artista de Teatro Flávio Império: o Teatro Oficina passou por vários tipos de organização interna da relação palco platéia: atuante-espectador. Este fator constituiu-se em parte integrante de suas pesquisas: o ‘espaço’ da cena. Um dos elementos básicos de sua pesquisa de linguagem eminentemente teatral. Seu ‘tombamento’ não deveria, portanto, considerar fixo, congelado, o seu equipamento interno, para não estrangular as novas ou futuras propostas de pesquisa do grupo”
Há que se mencionar que não foi mencionado por você o trecho que finaliza o documento de Flávio: “Concordo com as medidas de urgência, no caso do seu tombamento, dada a iminência da incorporação da sua área de chão a um grande complexo comercial”.
E é obvio que não foi mencionado este granfinale do texto por referir-se ao “grande complexo comercial” que é o mesmo que sua gestão atual autorizou: a construção das torres.
Aliás, o mesmo “grande complexo comercial” derrubou duas casas de vila típicas do Bexiga, tombadas pelo Condephaat, vizinhas do Teat(r)o Oficina, que o projeto de Lina visava ocupar com a casa de Produção e com o Arquivo da Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona.
Outra intervenção deste “grande complexo comercial” dói até hoje – ter tapado vitrais dos camarins superiores nos mezaninos ao norte que Lina pretendia que fossem transparentes à Cidade – locais de concentração dos atuadores abertos para a paisagem viva da Cidade e do Cosmos.
Além disso, uma abertura de uma janela no muro norte, feita e filmada no dia 6 de janeiro de 1980, logo que voltamos do exílio, tombada com o Teat(r)o Oficina em 1982, foi amurada por este futuro complexo comercial do Grupo SS no dia 9 de novembro de 1989 – dia da Queda do Muro de Berlim.
O Condephaat desta época já era o que parecia ter se tornado depois da última gestão autônoma do órgão pelo Dr. Modesto Carvalhosa – uma espécie de braço deste Complexo Comercial, pois nunca levou em conta estes crimes contra o Patrimônio Tombado.

janelas_abertas_1989_0006

Na época dizia-se, como se diz ainda hoje aí no Condephaat, que “Zé Celso é um velho decadente que é contra o progresso de São Paulo”.

Não acredito que as Torres valham mais que a Praça Cultural que a própria Ministra da Cultura Marta Suplicy vem negociando com Silvio Santos – por indicação do Laudo do Tombamento do IPHAN, onde pretende-se realizar não um Complexo Comercial, mas Cultural, ligando o Oficina, seu entorno, o TBC, a Casa de Dona Yaya, em direção ao AnhangaBaú – daí um dos nomes que demos à esta Praça da Paixão da Cultura: Anhangabaú da Feliz Cidade, que inspirou um presente para esta causa, um belíssimo Samba-Hino composto pelo poeta, músico e catedrático de Literatura na USP, José Miguel Wisnik..

Jurema Machado, atual Presidente do IPHAN, no seu Laudo de Tombamento, quando era conselheira e representava a UNESCO, escreve:

“O que não fica claro – e deveria merecer uma avaliação mais aprofundada – é porque uma cidade como São Paulo, onde se tem a maior e mais consolidada experiência de aplicação de instrumentos urbanísticos como a transferência do direito de construir e as operações urbanas não elegeu o Bexiga para a aplicação prioritária desses mecanismos, justo uma região tão bem localizada, que tem potencialmente muito mais valor para São Paulo – até mesmo sob o ponto vista estritamente financeiro – pela sua diversidade cultural do que pela quantidade de metros quadrados que se possa construir ali. Edificações com destinações comerciais e de serviços, que não tenham outros requisitos locacionais a não ser a acessibilidade, podem ser deslocadas dentro do espaço da cidade utilizando instrumentos dessa natureza. Já o lugar das práticas culturais é ali, e só ali. Se não for ali, o Bexiga como tal deixará de existir.” 

Lina Bardi, que se chama Aquilina – com seu olhar de Águia, estendeu um dos braços com os dedos apontando para os arcos romanos da rua pista cênica em direção ao Norte – ao Anhangabaú – derrubando virtualmente com os olhos os muros, atravessando o terreno do entorno, a Rua Japurá, chegando ao Vale do AnhangaBaú sobre o qual ela estava realizando seu excepcionalmente belo projeto para um concurso público, que para a infelicidade geral da saúde e beleza da metrópole de SamPã não foi contemplado.
Ela pretendia fazer verde novamente o Vale do Anhangabaú – era a razão mais forte de seu projeto para o Oficina ter um alcance urbano: um Teat(r)o que, através de uma das quatro ruas do entorno penetraria a Cidade em direção ao Vale do Anhangabaú.
O Tombamento se deu exatamente porque Azis Ab’Saber, Flávio Império e João Carlos Martins compartilhavam deste arrojado projeto. O Tombamento seria uma 1ª Etapa que se seguiria à desapropriação e à construção deste Complexo Cultural Urbano.
Flávio fez aquele texto exatamente abrindo caminhos para que construíssemos o projeto de Lina Bardi, do Terreiro Eletrôniko = rua dando para as “Catacumbas de Silvio Santos” ou Pista Rua (hoje denominada Rua Lina Bardi) dando para uma Ágora: o Teatro de Estádio – preconizado por Oswald de Andrade em seu manifesto “Do Teatro que é Bom”: um “Teatro de Estádio” como antídoto ao “Teatro de Câmara”. Texto que consta do Livro “Ponta de Lança”.

Há uma obssessão, não somente do Codephaat, mas de uma geração freqüentadora do Teatro Oficina nos anos 60 – e por isso seu texto é de interesse Público – exatamente a minha geração, hoje acomodada no poder, que não perdoa nós termos continuado a linha evolutiva brotada nos anos 60. Não aceitam o Teat(r)o que se faz hoje pela Companhia dos Artistas da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona como uma consequência, uma continuidade de tudo que no fim dos anos 60 começou a renascer no Teatro Oficina e no Mundo.

Esta é a Grande divisão entre essas duas visões do Destino dos Patrimônios Culturais e da Própria Vida com que hoje nos confrontamos.

José Celso Martinez Corrêa, Presidente da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona

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