Dilma: Cultura da Infraestrutura da Vida é só o que desejo pra inspirar teu 2º Ato na Presidência do Brasil

indios

Só 1000 toques para Dilma:

Ufa! No fim, Dilma traz alegria escolhendo Juca Ferreira para ministro da única criação humana a destrinchar a crise brazylera y mundial: Cultura. A história surpreende. Juca não é quota do partido, mas um cultivador forte da roça cultural, este elegante artista, ecologista, animador, reabre pros brazyleros na maior desigualdade na distribuição da renda da história humana, a cultura como valor primeiro, infraestrutura da vida, cúmplice da força da natureza devoradora de modelitos por ora talvez inevitáveis, inspirando correntes da sociedade brasileira fartas da hysteria golpista. Com Juca, o Ministério da Cultura passa a ser órgão de sabedoria, inteligência, sensibilidade, no caos da rigidez fiscal, momento em que o patrimônio cultural brazylero está pior que o da Saúde y Educação, e essa dupla não tem sentido sem Cultura. Jovens de todas idades saberão ler o que está em seu redor. Dilma acertou: cultura como moeda de apoio à governabilidade não presta, só vale se livre y plugada na terra, em nós humanos, espécie quase em extinção.

José Celso Martinez Corrêa (Zé Celso), presidente da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona

Leia abaixo, na íntegra, o texto “Dilma: Cultura da Infraestrutura da Vida é só o que desejo pra inspirar teu 2º Ato na Presidência do Brasil”:

IÓ! Presidente Dilma: Cultura da Infraestrutura da Vida é só o que desejo pra inspirar teu 2º Ato na Presidência do Brasil

Dilma Presidente do Brazeiro do Povo Brazylero

Dilma, no seu último comício no Tuca, vinda do fogo do povo artista da perifa, chegou criando um círculo de mãos tocando antenadas nos dedos de todas mãos, de nós que estávamos no palco, havia música no ar, chegou minha vez, estavas linda, cheirosa, nos abraçamos, dançamos cheek to cheek, na ethernidade de frações de segundos. Eu beijei teu rosto e te dei esta fala: “Te Adoro”. Dilma, você me replicou: “Ah! se eu pudesse ficar aqui dançando” e foi pra pras janelas que davam pras ruas, onde o Coro Junino 2013 renascia diferente em 2014: milhares de jovens trotando numa cavalgada impulsionadora y você pulou junto a dança dos jovens potros do brazyl revitalizado.

Agora o Elenco do Phoder das Altas Esferas já está montado, pra desvuduzar sua 2º Temporada no Poder da pressão golpista dos retornados comemoradores dos 50 anos da ditadura militar.

Levy pro Mercado/Desenvolvimentistas pro Planejamento/Banco Central, com os que já $ambavam/Agro Negociante na AgriCultura Tóxica/Esporte pra um Evangélico/Ministério da Ciência y Tecnologia para um Importante Politivo pro Brasil, mas sem a ginga da Ciência Contemporânea/Polícia Federal no Juízo Final, lavando à jato Personagens Corruptos y Agentes d Empreiteiras Corruptores: O q cai em cima da Petrobras é denuncia premiada entregando o núcleo forte da vanguarda mundial da corrupção: o próprio Capitalismo.

Você certamente vai dirigir esses 1ºs contemplados sem trair seu superobjetivo de trazer mais povo pra contracenar com eles.

Nós, artistas, vamos entrar com tesão nesta cena, se você mexer as cadeiras y chegar ao cu da cultura: a infra estrutura, não do capital, aquele que Marx pôs em cena, a Macro Economia do Capitalismo, mas o da infra estrutura, da natureza da vida, nosso maior bem, o que vale y não morrerá, se houver sua valorização via inteligência emocionada do que alguns humanos chamam de “CULTURA”, riqueza maior dos povos, hoje desprezada.

A respiração está difícil pra nosso Planeta Terra, esse ser vivo que gira. A Seca: há escassez da origem da vida, a Água, que chegou hoje, bem antes do previsto.

A peça nova a ser encenada em seu governo só passará a ser democracia se o Cultivo da Vida ao Vivo vier à tona na Tempestade da Paixão além do corpo cidadão, ou do corpo mercado, fazendo brotar o olho d’água da ambição de viver o destino humano de uma nação mundial, sagrando sua Majestade: o Corpo Cultura, Espelho do Inverso no Verso virado Carne Humana Brazylera.

Nos debates eleitorais, todos os Tabus nem sequer foram tocados, por falta do TABÚ dos TABÚS : a CULTURA. Ela deschava, desconstrói e desmistifica com inteligência y beleza, todos deles. Esta façanha só o TABÚ DA CULTURA, virado TOTEM, pode fazer.

Antes a Cultura era pautada como assunto primordial dos candidatos; em 2014 foi decapitada, como se pudesse existir uma nação sem a transvalorização criadora da emoção que só a cultura traz: Tabu da Descriminalização Urgente das Drogas/da Legalização do Aborto/Tabu da Existência palpável do Choque de Classes/Tabu do Amor Livre

assim Cantava Antônio Conselheiro:

“O Amor é Grande y Livre demais
pra ser Julgado por nós,
pobres mortais”

Na sua entrevista pós-vitória, publicada ipsis litteris pelo Estadão, está sua forte persona, imbatível na estatística, na tecnocracia. São grandes qualidades suas, já conhecemos e admiramos. Mas eu lá não li se existe seu prazer de destampar seu superego, pra felicidade geral da nação, deixando-se penetrar pela respiração dos ventos da cultura, colocando sua sabedoria técnica, científica, pra trazer a poesia do desejo humano de viver gostoso nas revelações culturais transpassantes do apocalipse do capital, tornando você Dilma, uma Estadista – mais q isso, uma Estadista Humana ou mesmo TransHumana.

BRIZOLA vindo de GETÚLIO VARGAS, + DARCY RIBEIRO, criaram os estatutos do PDT ainda na “abertura” da ditadura, uma constituição cultural, uma reforma política que resolveria muito além do impasse de hoje, desta exigência de rever o apoio público das campanhas políticas nas eleições.

LULA, por ser uma pessoa culta por sua vida intensamente experimentada, vivida na dor-amor-humor-negociação, teve a inspiração de chamar o músico antropófago InterNétizado da Tropicália GILBERTO GIL e o ecologista JUCA FERREIRA pra primaverarem o Ministério da Cultura relançando uma Política de Estado Concreta para a CULTURA DA MISCIGENAÇÃO BRAZYLEYRA.

MARTA SUPLICY trouxe seu talento de negociação política pra ampliar campos culturais na neutralidade da internética, valorização da literatura, da moda. E mais, com sua agilidade, replicou a Troca de Terrenos proposta por Silvio Santos com o Entorno do Teat(r)o Oficina Tombado pelo IPHAN, confirmando um Terreno da União, anunciado já por Ana de Hollanda, na área de Exploração Econômica do Novo Plano Diretor da Cidade pra fazer essa Troca. Nós, do Teat(r)o Oficina Uyna Uzona, e o Grupo Silvio Santos não temos mais saco pra lutarmos entre nós, empatando-nos mutuamente, nesta peça há 34 anos em cartaz, por isso queremos que esta TROCA aconteça já, sem medos, abrindo seu 2º Governo com um Ato Grandioso de Revolução Cultural. Libertando o Coração da Cultura de SamPã: o BIXIGA, q então vai iniciar a virada pra ser um Corredor Cultural plugando da Vila Itororó ao infinito das Ciclovias, até a “Chácara do Jockey Club”. O Magnítico Prefeito Fernando Haddad abriu estas perspectivas – como tantas outras – de um outro destino pra enfartada SamPã.

A luta “Oficina X Grupo Silvio Santos” nos ensinou muito, mas, desgastante demais, durou um ano a mais q a vida d Cristo. Mas, com seu desfecho vitorioso pra ambas as partes, irá dar lugar à emersão definitiva dos mais de 56 anos do Teat(r)o Oficina pra sua rheal grandeza, antropofagiada enfim por todos povos do mundo atual e pros que virão, nos livrando da injustiça dos TABUS que nos foram impostos pela mediocridade invejosa cultural dos que nos condenam. A decisão final desta guerra Urbana transformará este ridículo TABU OFICINA em TOTEM. Do contrário, ficaremos insuportáveis,
a sombra, a toa, esperando o reconhecimento com a morte de todos nós q inventamos esta aventura ambiciosa demais pros q não acreditam no P(h)oder do Teat(r)o.

A Satisfação ao Mercado não é mais importante para a Vida Humana no Brasil que a Potencialização da Vida do Povo Brazylero, pelo Poder dos que fazem Amor com a Cultura.

Esta Multicecía vinda dos Ciêntistas, Xamãs, Poetas, nossos ancestrais indígenas, africanos, emigrantes, que devoraram nosso Colonialismo Cultural e abriram pontes no presente futuro, dando pra humanidade terráquea y apostando com coragem na busca de uma era além da sobrevivência rotineira e medíocre de um país que nasceu pra brilhar, sobretudo por sua Arte de Viver Intensamente.

A Greve dos trabalhadores do Ministério da Cultura mostrou a situação do Patrimônio Cultural Brasileiro, mais indigente que os hospitais e escolas.

E nós que trabalhamos na Arte do Teat(r)o não aceitamos mais viver flechados por todos os lados, com a grande dificuldade de dar à família humana mundial muito mais do que temos a dar do q demos até agora. Nossas gavetas estão mais cheias que as de toda a corrupção que agora virou best seller.

Venha, Presidenta, pisar, dançar na Pista do Teat(r)o Oficina, chamada de Rua Lina Bardi, a última Obra de Arte desta “Arquiteto”, como gostava de ser chamada, AccquilLina Bo Bardi. No dia 5 de dezembro de 2014 teve o inicio de seu Centenário, q vai até o fim d 2015, já em plena Celebração em muitos países do mundo e no Brazil, onde Lina apaixonou-se pelo “o q faz a mão do povo brazylero”.

Adoraríamos sua presença numa Noite no Teat(r)o Oficina, última Obra de Arte de de Lina, em q a Celebraríamos com o Público d São Paulo, mais 22 dos mais Jovens Coletivos de Teatros de SamPã – que como nós, da Associação dos Tecno Artistas Multimídias do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, o Coletivo Teat(r)al mais longevo do Brasíl, estão ameaçados de extinção pela Especulação Imobiliária na Capital do Capital rancoroso e pão duro de São Paulo no século 21. Seria uma Noite em q Celebraríamos também a Cultura como motor de seus próximos anos d Governo. Quando sua agenda abrir esta oportunidade, nos comunique, q logo encenaremos uma Cerimônia mais empolgante ainda q as feitas para as Rainhas nos tempos Shakespireanos.

Nós, tecno-artistas, temos na nossa natureza o segredos do poder da cultura pra driblar o impasse com a Especulação Imobiliária, através de novas invenções estratégicas q tem, às vezes, o poder d abrir os ambiciosos caminhos, travados pela medrosa fissura financeira incapaz, muitas vezes, de beber a vida a grandes goles. O apoio d sua pessoa y d seu Governo, através de seu maravilhoso Ministro da Cultura, Juca Ferreira, reforçaria mais ainda a possibilidade d encerrar, a favor dos Teatros de São Paulo, estes despejos humilhantes pros povos do Brasil y do Mundo.

A Arte Teat(r)al, tal qual  nós, roceiros, praticamos hoje, é desprezada há mais de milênios, mas tem sido o Rito Central da renovação do Poder da Água da Vida: a Liberdade Humana, cachoeira do grande desejo de querermos dar mais y mais, além de só reagirmos por nossa sobrevivência.

Gostaria muito de estar com você, Dilma. Sou um velho senador de 77 anos, 56 vividos no Teat(r)o Oficina. Queria, além de receber seus ensinamentos, descobrir com todos como levantar o Brasil com o que é sua maior riqueza: o povo criador, não somente faminto, sem teto, mas vox populi fabricante da alma elétrica das palavras – corpo sons musicais dos dityrambos, do imagiário básico da Arte Carinhosa da Poesia da Vida com Cultura.

José Celso Martinez Corrêa (Zé Celso), presidente da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona,

com todo afeto q se encerra neste peito
nada varoníl
y vivam os índios q mal vivem no Brazíl

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