Primavera cultural do Brasil 2017

O grupo do $ILVIO $antos SS,
em seu ataque às terras tombadas nos 300 metros no entorno do teatro oficina,
sítio arqueológico fértil,
onde mora o rio do Bixiga,

q vai começar a ser desenterrado nessa primavera cultural do brasil pro mundo!

No dia 23/10, houve um assassinato no CONDEPHAAT por 15 burocratas ignorantes, sem noção do Patrimônio Histórico Artístico Arqueológico Turístico do Estado de São Paulo, sem mencionar nenhuma obra de teatro realizada lá que:

– autorizaram a construção de torres no sítio arqueológico onde corre o vale fértil do Rio Bexiga, vai entrar profundamente pela culatra.  Pois acaba de nascer a Rebelião dos Artistas que criam agora a Primavera Cultural do Brasil de 2017.  Retomando a Cultura Descolonizadora da Tropicália Antropófaga e do Carnaval de Rua, artistas de:

– todos os teatros,

– de todas as televisões,

– de toda a Net,

-de todas as artes,

– desde o movimento de Caetano Veloso, Paula Lavigne e artistas do Rio no 342 Arte que já chegou nas mãos da Mídia Ninja (no momento em que escrevo esse manifesto acabo de saber que Caetano e seus filhos, estão impedidos pelo Prefeito de São Bernardo de entrar com os instrumentos para fazer o show que terá a presença dos bichos humanos do Movimento Sem-Teto)

 

– Da palavra mágica “desacovardamento”, da xamã Fernanda Montenegro

criaram o terreno propício para a grande florada cultural comer esse inimigo sacro: a Serpente Nazista, já fora do ovo. Serpente, você vai ter que dançar ao violino e ao canto de Jorge Mautner:

“Qual é o mais lindo presente que os Deus dão pros mortais?

O que é mais lindo

O que é mais amigo

Ter a cabeça do inimigo nas mãos

E a sabedoria de tocar

Pra ele ver de pé

A nossa vitória”

O terreno desse sítio ecológico nos 300 metros de entorno tombado, vai receber o povo todo do Brasil e do Mundo e vai ter circo, shows musicais e o Teatro de Estádio nômade para que permaneça com a beleza da sua maravilha de seu vazio povoado pela natureza. E aberto a todos os povos, a começar do Bexiga.

Lugar que corre o mesmo risco, onde poderá ser praticado um genocídio, a expulsão dos habitantes que criaram esse centro popular de cultura. Nascedouro de todos os teatros modernos do Brasil, vindos do TBC, ameaçado de privatização para enlatados.

Esse lugar cobiçado pela especulação financeira que já sufoca nossa cidade com três pragas: torres, trânsito e poluição, foi musicado pelo poeta-cantor José Miguel Wisnik. Então, nós todos passamos a chamar de ANHANGABAÚ DA FELIZ CIDADE. E será cantado e gravado por cantoras e cantores em coral e orquestra.

A

ANHANGÁ

ANHANGABAÚ

A

ANHAGÁ

ANHANGÁBAÚ

DA

FELIZ CIDADE

AH, TUPÃ,

DEUS DO BRASIL

QUE O CÉU ENCHE DE LUZ

DE AMOR E DE ESPERANÇA

AH, TUPÃ

TIRA DE MIM ESSA SAUDADE

AH

ANHANGÁ

ANHANGABAÚ

DA FELIZ CIDADE

O Teatro vai ser abraçado por artistas do País inteiro. No Teatro Oficina, da rua Jaceguai (em tupi, “come cabeça”), na rua Lina Bardi, chão de terreiro, galeria do Scalla de Milano, dando com “as catacumbas de Sílvio Santos”, apud Lina Bardi.

Esse terreiro xama a Tropicália Antropófaga, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé, Chico Cesar e Chico Buarque, que libera neste momento sua Roda Viva, já sendo ensaiada no Teatro Oficina,

deseja também ter o Maestro João Carlos Martins que tombou este lugar sagrado, trazendo sua orquestra sinfônica Bacchiana.

A filósofa Marilena Chauí para vir dar uma aula.

Dráuzio Varella e Regina Braga.

Nossos amigos que viram quase todos os espetáculos da Oficina Uzyna Uzona para virem aos ensaios de Roda Viva. Serão ensaios abertos para ocupação permanente do Teatro Oficina, aberto nesta primavera. E queremos a presença dos artistas do Movimento dos Sem-Teto, liderados pelo xamã Guilherme Boulos.

Que venham o xamã dos Sem-Terra Pedro Staedler e as cozinheiras brilhantes que participaram da feira que nos salva dos produtos envenenados do agronegócio.

Eu, Zé Celso, Exú das Artes Cênicas, maior honraria que recebi em minha vida de Mãe Estela, depois de ela ter visto, de pé, com 80 anos, as 5 peças d Os Sertões, de Euclides da Cunha numa semana só. Ela concedeu neste mesmo encontro internacional do candomblé ao Ministro da Cultura, Juca Ferreira, a honraria de Oxossi, Senhor das Florestas.

P.s.: Eu, pessoalmente, Zé Celso, que tenho adoração pelo príncipe Criolo, vou morrer de paixão se ele vier abrir estes acontecimentos que mudarão a história do Brasil e trouxer com ele o Pabllo Vittar e toda a Primavera Cultural Perifa y a mais venha Mulher de Todos, Helena Ignez. Venha Michele Matalon, Sonia Braga, Letícia Sabatela! Em vocês quatro, chamo todas de que sou amante e que amam.

Este Teatro magnífico está aberto pra Arte. Pra todas as artes que dão Flores Antropófagas nesta primavera.

 

Merda!

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1 comentário
  1. Circule a lista através do blog para podermos assinar também. E circulem -na pelos moradores do Bixiga

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