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Cultura Política

teatro municipal isolado_congelacultura_malu avelar

descongela cultura já |Teatro Municipal isolado pelo cordão d chumbo das cabeças fechadas | foto Malu Avelar

“A PRAÇA É DO POVO

COMO O CÉU É DO CONDOR”

CASTRO ALVES

 

Nas Vésperas da Festa de meu aniversário de 80 anos, dos quais quase 60 foram dedicados à Liberdade da Cultura, não posso deixar de lamentar a atitude de André Sturm, Secretário de Cultura da Cidade de São Paulo, q na tarde d 27  de março  consentiu em mandar bloquear as Escadarias do Teatro Municipal e fechar sua Secretaria, para não receber os Artistas de Teatro, Cinema, Dança, Circo  do Movimento da Frente Única da Cultura SP, pedindo o Descongelamento de quase 50% da verba da Secretaria Municipal de Cultura.

Eu o considerava até então uma Amada, Ótima Pessoa na gestão Cultural do Estado, seja na Sec Cultura, no MIS, no Cine Belas Artes  e principalmente por ter se reunído antes com Artistas deste Movimento  e ter prometido lutar contra o Congelamento. Dias antes saiu dizendo q os Artistas tinham de aprender a não mamar no Estado. É incrível! Ele q  há muitos anos recebe salários do Estado e agora da Prefeitura.

E Hoje ainda declarou q o Movimento não tinha programa e aprontou um Carnaval. O preconceito atual quanto ao Carnaval já me deixa arrepiado y quanto a falta de programa, não sei de onde tirou isso. Os Artistas se manifestavam a favor dos q tinham seus programas aprovados na gestão de Fernando Haddad. Nem na Ditadura Militar se viu gesto semelhante. É Muito Grave, Espero q André reconsidere sua posição atual y retorne à solidariedade q sempre manifestou com seus iguais: Artistas Cultivadores da Cultura na Pão Dure$a da Capital do Capital. Neste momento em q  a democracia tem sofrido muitos golpes, essas atitudes pedem uma Retratação y um Encontro seu imediato com este Movimento.

Zé Celso,
28 d março d 2017

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A TERRA ESTÁ A PERIGO  Dia 5 d Julho d 2016

No Congresso

o Bando de Deputados

Entreguistas da Bancada

da Bíblia/Boi/Bala Bo$ta Mental

vota em

BRAZÍLHA

a proposta do Chanceler ilegítimo Jose Serra q propõe a

ENTREGA DO SANGUE NEGRO DA

TERRA DO BRAZÍL

AOS ABUTRE$$$

Minha Geração, quase a mesma do Serra

nasceu Politicamente  

na Campanha

“O PETRÓLEO É NOSSO”

provocada pelo Livro d

MONTEIRO LOBATO

pra Nacionalização d sua Exploração

pelo Estado Brasileiro

y daí veio

a CRIAÇÃO DA PETROBRAS

 

Getúlio Vargas - 1882-1954

Getúlio Vargas – 1882-1954

 

Hoje indo pros meus 80 anos sei q

O PRÉ ÓLEO NÃO É NOSSO

MAS

DO CORPO VIVO DA

TERRA

LOGO

O PRÉ SAL  É

DA  TERRA

NUNCA DA

PROPRIEDADE

PRIVADA

PRA EXPLORAÇÃO DOS ABUTRE$$$ PROPRIETÁRIO$ GLOBAI$ OU NACIONAI$

 

OS PETROLEIROS MOVIMENTAM-SE CONTRA ESTA LEI ENTREGUISTA

 

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NO FIM DA

ERA DO PETRÓLEO

A HUMANIDADE

PREPARA-SE PRA

TRAVESSÍA    

PRA

ERA DAS ENERGÍAS

RENOVÁVEIS

Y

PRA NÃO ENTREGAR TUDO PROS

VENDILHÕE$

APOIO A LUTA DOS PETROLEIROS

POR UMA QUESTÃO DE

REAL POLITICK:

A RENDA DO PRÉSAL

SERIA INVESTIDA PELO

GOVERNO ELEITO

NA CULTURA,

NA EDUCAÇÃO,

NA SAÚDE

DOS POVOS Q MORAM NESTE PEDAÇO

DO MUNDO

CONDIÇÃO PARA Q SE

FAÇA TAMBÉM AQUÍ

NO BRASIL
A TRANSIÇÃO

DA ERA MUNDIAL DO PETRÓLEO

PRA ERA DAS ENERGÍAS

RENOVÁVEIS DA TERRA

DO UNIVERSO DIVERSO

 

yanomami-maloca

maloca yanomami

DÓI NO CORAÇÃO DE

MINHA JUVENTUDE

VIVA EM MIM

NA MINHA VELHICE

MAS BOTO FÉ

NA INSSUREIÇÃO MUNDIAL

CONSCIENTE

OU NO INCONSCIENTE DO Q ESTÁ VIVO
IMPEDINDO A

“QUEDA DO CÉU”

Q O XAMÃ

DAVID KOPENAWA

EM SUA OBRA PRIMA
CONSTRUÍDA PELOS POVOS INDÍGENAS ANTES DE CABRAL

AVÍSA

ZÉ CELSO

4 DE JULHO D 2016

SAMPÃ

 

é o ano novo no sul hemisfério, 

a noite mais longa do novo império!

deus irmão de joão, luíz

nos protege agora e depois

de todo mal do bem

desse mundo, pois

nesse solstício, sóis!

nesse solstício, sóis!

 

Captura de Tela 2016-06-30 às 10.42.17

O LANÇAMENTO

um novo tempo de re-existência da cultura e da arte, a transição para uma nova era

24 de junho de 2016,

fogueira de São João,

lançamento da plataforma de financiamento direto,

permanente, da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona.

Com o lançamento do site www.teatroficina.org, a partir desse dia de São João, a Companhia entra em nova era – a experiência de uma cultura econômica que possibilite a grandiosidade do trabalho incentivado diretamente por seu público, pelo coro da multidão presente nas peças, nas transmissões virtuais, por todas as pessoas que admiram a obra de arte Teat(r)o Oficina. A plataforma é importante para as demandas do presente, mas principalmente para a urgência das transformações do agora: a transição desejada para uma nova era, onde a Companhia possa ser financiada inteiramente por esta nova modalidade – a contribuição coletiva direta. Desejamos obter a valoração econômica plena, capaz de manter aceso o fogo de todo trabalho transdisciplinar realizado.

“No dia 24 de junho, dia de São João, quando se comemora o ano novo no hemisfério sul, nós lançamos uma ferramenta de financiamento digital do Teat(r)o Oficina, com o objetivo de conquistar a independência de criação e potencializar os trabalhos e pesquisas da companhia que existe e se transforma desde 1958. Nós temos demandas pragmáticas, de custos de manutenção do espaço que precisam de aportes imediatos, mas nossa maior ambição é, através dessa ação coletiva de financiamento direto, conseguir que o trabalho da companhia, feito por um corpo de artistas numeroso – que realiza a montagem dos espetáculos, as ações da arquitetura e urbanismo cênico em direção à continuidade da obra de Lina Bardi e Edson Elito, as pesquisas audiovisuais e de comunicação urbana, nosso grande desejo é que tudo isso possa existir em plena potência através dessa ferramenta. O trabalho é caro, pois um projeto de vida como esse exige dedicação exclusiva dos artistas, para que o teatro, uma arte que precisa de muita liberdade, seja de fato um espaço de encontro e criação de novas narrativas. Por isso desejamos que nossa ação não seja isolada, que se conecte com outras companhias em direção aos aportes diretos pra criação de uma nova era.”  Camila Mota, atriz da Companhia e do Núcleo de estrategistas do Teat(r)o Oficina

 

SEJA UM CO-PRODUTOR

Tivemos muitas dúvidas em como chamar a plataforma e os colaboradores:

amigos do Oficina,

sócios do Oficina,

clube do Oficina…

Optamos pelo reconhecimento de todas as pessoas que desejarem nos apoiar como verdadeiros co-produtores, em diálogo direto com essa nova dinâmica de financiamento, como fogo de potências que desejam, junto conosco, re-existir frente aos desmontes sofridos pela cultura e aos processos de captura da arte pelo grande capital financeiro. Junto com a Companhia, os co-produtores/as são todas e todos que desejam ser força de contracenação com as novas formas de pensar, experimentar e fazer Teatro/ outras artes no Brasil.

Desejamos obter a valoração econômica plena, capaz de manter aceso o fogo de todo trabalho transdisciplinar realizado.

 

DAS DOAÇÕES

como colaborar

As doações podem ser únicas ou mensais – em planos de um ano – com o cartão de crédito. Os apoiadores dessa Uzyna se tornam, no ato da doação,  co-produtores do trabalho da Companhia: com a possibilidade de ter os nomes divulgados na plataforma, como mecenas reconhecidos; ou manter o anonimato das doações.

Doações de todos os valores, do máximo ao mínimo, são imprescindíveis para a continuidade do trabalho em plena potência.

 

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TEAT(R)O OFICINA UZYNA UZONA

Fundada em 1958, a Companhia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona mistura em seus ritos teat(r)ais música, artes plásticas, vídeo, cinema, arquitetura, urbanismo, dança, em processos de co-criação entre artistas.  

A BIGORNA, lugar onde se forja o ferro e o corpo, onde se transforma e interpreta a vida, é símbolo da companhia desde sua fundação – uma bigorna de ferro foi colocada por Lina Bo Bardi na fachada do edifício, na cabeça.

O Teat(r)o Oficina, nas muitas décadas de existência, consolidou-se como um lugar de produção de arte e conhecimento. A valoração econômica, através do financiamento direto nessa plataforma, é fundamental para a continuidade dos trabalhos e para a manutenção de seu acervo e do edifício, obra de arte tombada pelo COMPRESP, CONDEPHAAT e IPHAN.

Desde o início do ano conseguimos manter o teatro aberto em quase todas as semanas, com apresentações do repertório, shows e atos da arte cosmopolítica.

Em nosso plano de ação, existem projetos para patrocínios via isenção fiscal, enviados para empresas e pessoas físicas, e projetos de apresentações de espetáculos do repertório, para recebimento de cachês.

Essas possibilidades ainda não se concretizaram.

 

CRISE E INSURREIÇÃO

a ressignificação das formas de manutenção da Companhia

Os períodos de crise, férteis em imaginação, se tornam áridos para manutenção das obras tombadas: o PRÉDIO, terreiro eletrônico projetado por Lina Bo Bardi e Edson Elito e o TRABALHO DA COMPANHIA, tombado imaterialmente: processos de montagem e ensaios em permanente transformação a partir do tempo presente, mas seguindo um fio que atravessa décadas – a transformação de espetáculos e dramaturgias em ritos. E a aridez da “crise” impõe uma instabilidade do corpo criador que dificulta, justamente, a criação dos ritos; impede a radicalidade dos ensaios, a liberdade do artista em se lançar num abismo em cada montagem.

Por isso, chamamos, cantando pelos 4 cantos:  

venham mecenas, desejamos muito vocês!

No site, estão divulgados o custo anual da Companhia e a participação do Patrocínio da Petrobrás na composição do orçamento, bem como a descrição do projeto que será realizado com a verba dessa riqueza, que é o petróleo, em 2016.

QUE VENHA O FINANCIAMENTO DIRETO !

Recursos renováveis no dia a dia da eletricidade provocada pelos encontros ao vivo da cena, na força dos choques e das catarses, praticadas com tanta generosidade nos teatros.

 

novo dia, nova sociedade                                                                                                          

nova maneira de pensar

o mundo é novo

o mundo é novo

é novo                                                                        

é novo

é um ovo

________________________________________________________

CONTATO

comunicacao@teatroficina.com.br

(11) 3106-5300 – casa de produção

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Pra quem viu e pra quem não viu

pra dar um FIM NO JUIZO d deus  

ver o nunca visto

Retorna a SamPã neste fim d Semana, depois d passar as duas últimas semanas em Brasília, com o ineditismo de uma peça q re-existe no quente da hora, sintonizada com os acontecimentos tragicômicos da Farsa Política do Golpe.

Nos meus 58 anos d Teatro, raramente viví o Poder Político Cultural do Teat(r)o tão intenso no prazer de Chanchar a Trágédia Golpista.

Um Público inspiradíssimo, ligado aos acontecimentos de cada dia, q lotava o Teatro da Caixa Econômica, nos fez virar a peça de Artaud, agora com as Máscaras dos Protagonistas armando o Golpe em nome de deus, num Carnaval delicioso.

Nem nos anos 60, com“Rei da Vela”, “Roda Viva”, sentí o Poder do Teat(r)o revelar uma peça comopra dar um FIM NO JUIZO d deus do Momo, do Palhaço de deus : Antonin Artaud, como um Jogo Tão desmistificador da Farsa q estamos vivendo no Brasíl.

Poucas vezes vi o Teatro Político tão Arte, tão vivo, tão revelador do Poder, até então, reprimido da Cultura.

Queremos fazer neste fim de Semana a peça no Teat(r)o Oficina, pois nosso desejo de justiça teatral é correr agora todo o Brasil enquanto o Golpe não se consolida, por termos a humilde pretensão de q “pra dar um Fim no Juizo d deus” pode, pelas Gragalhadas, ser um dos pontos somados a todas as outras Milhares de Manifestações.

dar um Golpe no Golpe!

 

 

 

 

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Afinal q o dia d’Ela Chegou

Odoyá Iemaniá

 

Estreia dia 31 no Teat(r)o Oficina

“pra dar um Fim no Juízo de deus” d’Artaud

 

No clima pós Guerra em Paris, ondas

da Rádio Nacional Francesa levavam

ao ar um programa d grande

audiência:

“A Voz dos Poetas”

Artaud saído d 9 anos d Hospício,

Grande Poeta, é convidado a dar sua

Voz ao Programa.

Vindas diretamente d seu Corpo,

escreve uma peça radiofônica q

grava à 4 Vozes:

Artaud, Maria Casares, Paule Tevin,

Roger Blin,+ Sonoplastas do Studio

Artaud estavam felizes d impregnar os

ares com a emissões das suas

enérgicas phalas, vindas de seus

Corpos.

Vozes fecundadas nas batalhas com

surrealistas,

na encenação de suas primeiras

peças,

na publicação d seus poemas,

nas epifanías d seus filmes,

nas viajens Xamânicas, em todas as

xamadas: drogas.

O Corpo d Artaud doía [por estar imerso

no mal estar da civilização ocidental].

Decide ir pro México, ao encontro dos

Índios Taraumaras

Mastiga o peyote dançado na Roda

dos Peidos dos Xamâns

Peidorrentos y tem a iluminação

“peido, logo existo”

No Rito vê a fraqueza dos Corpos

dos Colonizadores, sem Corpo, diante

da vitalidade dos Corpos Taraumaras.

Em Havana recebeu no Terreiro d

Santería

uma Espada d São Jorge Ogum

Guerreiro.

Retorna à Europa pela Irlanda

com o bastão y a poderosa Espada

Verde

botando fé q com ela, iria levantar o

povo Celta

para retomar sua vitalidade primitiva

como a dos Taraumaras

Mas é preso, deportado pra França,

y durante toda a 2ª Guerra Mundial,

passa 9 anos d Hospício à Hospício

passando por choques

elétricos, camisas d força, drogas pra

fazer desaparecer o corpo, fome da

escassez d alimentos na Guerra; mas

nunca deixou d inscrever o q sua

mente-corpo irradiava,

até ser posto em liberdade depois da

Paz:

um antropófago sem dentes…

entre seus muitos escritos gravados à

sangue,

(no seu cú talvez já jorrasse sangue

d’um câncer

q o impedia de cagar)

mesmo assim, estava vivo demais

y jorrava os líquidos d seus

sofrimentos

escrevendo espermeando, desejando

a Merda

Na sua Peça Radiofônica, faz

palavras, glossolalías se encontram

numa sumula d ser vivo, matéria

orgânica d toda sua experiência a ser

emitida aos ares, não somente a seus

contemporâneos mas pra nós q nem

tínhamos nascido.

Poema Peça Radiofônica – com tudo q

seu Corpo Marcado descobriu:

q por ser viva demais –  foi golpeada

com um impechment

pelos Juízes representantes crentes

do Juízo do Deus Único

da Verdade Única

Censores da Rádio Nacional Francesa

no dia 2 de fevereiro d 1948

(no Brasil, dia d Iemanjá).

Cortaram essa emissão,

foi o Golpe d Morte em Artaud

q piorando de suas dores q nem a

Morfina vencia

continuou escrevendo até vir a morrer

no dia 4 de março do mesmo ano d

1948.

Esta Peça, foi o sub texto pulsante

no Anti Édipo d Deleuze-Guatarí, q

explodiu clínicas y mais clínicas d

psiquiatria no mundo.

Essa emissão caiu de novo, agora,

nas mãos d Artistas do Teat(r)o

Oficina Uzyna Uzona, nestes dias em

q todos íamos percebendo os Golpes

do Juízo d deus, q já poluía o Brasil,

desde a vitória raspando d Dilma,

sobre Pentheu Aécio, q iniciou a

escalada dos Golpes tocado à veneno

dos ódio dos perdedores, q pediam

recontagem de votos. Depois foram as

“Pautas Bombas”, d’ um Congresso d

Gangsters Evangélicos.

O Clímax dos Golpes: foi a Co-

Produção Bíblica da Midiona, com

o Cardeal da Inquisição: Moro.

O Cortejo d Novela em seu novo

horário: 6h da manhã, estrelada

pelo vilão Lula, coagido a depor

de São Bernardo, atravessando

SamPã, a até o Aeroporto de

Congonhas.

Dia 18 a Manifestação da Paulista

despertou a Esquerda. A pessoa mais

eloquente do Brasil, d todos os

tempos, o Lula Paz Amor y Humor y

Muito Mais, estorou até a divisão entre

verdes y vermelhos.

Mas o Juízo d deus, no dia seguinte,

quando Moro já tinha proibido a

difusão dos grampos, levantou sua

proibição, “pelo bem da pátria

brasileira”, y escancarou seu Golpe no

Palácio da Alvorada: o Grampo

Telefônico no Palácio da Presidente

Dilma. Logo depois os Golpistas

tentaram invadir o Palácio.

Hoje o Impechment fervilha nos

Ajuizados d deus q não se entendem.

A Farsa do repeteco está no Poder 

“A sua Profecía vai fracassar,

y eu vou gragalhar qua qua qua”

Nós Estreamos “pra dar um Fim ao

Juízo d deus” d Artaud

dia 31 d Março no Oficina,

dia em q o Golpe d 1º de abril d 1964

estava parindo y nós não sabíamos d

nada.

Mas agora já sabemos.

Vivemos pelo menos há mais d um

ano neste escancaramento.

Não vai ter Golpe, porque já está

sendo dado, há algum tempo.

Minha Mar, é a dos Artistas y vou me

encontrar com elxs no dia d meu

aniversário, amanhã dia 30,

comemorando meus 79 anos

no Masp.

O “pra dar um Fim no Juízo d

deus”, manifesto carnal d Artaud,

nasce orgânico y cresce nesse

ambiente d Farsa como uma

trepadeira d maria sem vergonha.

Nesta noite no Oficina, a Peça

Radiofônica d Artaud, não vai mais ser

impixada -estará incarnada em corpos

vivos,

sem órgãos absorvendo y replicando

os acontecimentos vivíos em nossas

carnes.

Sinto talvez q todos os Corpos sejam

verdes, vermelhos, ou multicores,

e estão sofrendo no Brasil.

Fazendo esta peça revolucionária,

penso: vai surgir uma Frente Ampla d

pedaços d todos os partidos em

defesa da democracia?

Meu ser ZéArtaud, minha

Personagem, deseja

Mais q uma FRENTE,

uma RODA VIVA AMPLA 

d todas as Culturas Brazyleiras,

Ianomanis, Tupys Guaranys d todas

as Tribos, no movimento inevitável da

vida no Planeta Ser Vivo Terra, com

os Sem Teto, Sem Terra, Gays,

Lésbicas, Trans, Afro Descendestes,

Trabalhadores Inspirados, Mulheres

Livres, Hackers, Menores d 16 anos,

Favelados, Classe Média, alguns

Pirados dos 1% com suas Fortunas

distribuídas. Nessa Roda tiramos todo

s os rótulos y somos com os bichos,

águas, terras, seres vivos q juntos

vamos democratizar a democracia,

mudando democraticamente o

sistema, até atingirmos a Anarquía

Coroada y Tecnizada.

Esse lixo q cacareja o impeachment,

corruptores da própria Corrupção em

nome do JUIZO D deus, hoje sob o

comando d um Vampiro, ressucitado,

dando o desfecho á novela: será q o

Crime foi cometido pelo Mordomo?

Virão novos capítulos desta novela,

mas nós continuamos com a mesma

peça em cartaz.

Uma peça d Artaud, é um Corpo sem

Orgãos,quer dizer, como o mesmo

movimento d intuscepção d Terra q

renova-se livrando-se de seus

agentes adversos”

Zé Celso

MERDA

 

 

 

 

Crítica Teatral do Teatro dos Patos – A maior manifestação de São Paulo!

Prêmio pela Eloqüência da Inexpressividade!

 

Manifestação nota Zero,

Inexpresiva,

sem ter o q dizer.

 

Só o boneco do Lula preso.

 

 

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foto: Agência Estado

 

 

O Pato

quem paga?

Você,  nariz d pato,

é o Pato em si.

 

Um Pato Amarelo d Plástico

é o Totem do rebanho

verde Amarelo

da Coréia do Norte do Brasil.

 

 

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foto: J Duran Machfee / Agência Estado

 

 

O Xamã Marx Selvagem

Profetizou:

repetir a história

dá em Farsa.

 

O Cover é miserável diante da Pompa das Marchadeiras de 64,

d tão sem graça.

Uma farsa

onde a graça

é a total falta de graça.

Mas assim mesmo dá pra quase morrer, mesmo, de rir.

 

A Burrice encenada na falta de imaginação nas Avenidas do Brasil…

Mas nada se compara à gente feia da Avenida Paulista de Sam Pã

com as caras afirmando: sou burro sim.

Os  empregados bobos da globo

estavam presentes com seu público

com caras de celebridades pátrioeducadoras.

a globa é boba…

a globo eh boba…

 

Ai, q falta das  marchadeiras do tempo do LP!

 

 

Marcha da Família com Deus pela Liberdade

Mulheres com bandeira durante Marcha da Família com Deus pela Liberdade. (25.03.1964. Foto: Acervo UH/Folhapress. Negativo: 21492.64)

 

 

O Bando  conduzido por um Pato d plástico!

Qua! Qua! Quaka?

Será q isso é o q chamam d gente atoa?

 

O importante é fazer número!

– Ah! Eu amo ser um número d estatística!

 

O facismo conta cada um,

pra ser a demonstração numérica  maior q já houve

das Burrices em Festa!

 

Vou sair pra  comer um Pato ao Tucupy

no Restaurante Amazônia da 13 d maio, no Bixiga.

É o q vou  fazer chegando em Sam Pã

depois de ser atacado via globo,

à beira mar,

por este  Pato Plástico

q  nem dá pra comer – isso é com os canibais do plástico.

 

Q comédia!

 

A maior manif em Sampan foi Cover das da Coréia do Norte.

É do Faustaun, então!

Só q o garoto da própria Coreia do N.

é um gordinho sorridente,

y o Faustaun murchou d mau humor…

Cara fechada de bola murcha,

o auditório do Camarada Faustão,

é muito mais mecânico – ele devia ensinar o Ditadorzinho da Coréia do Norte!

 

 

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Kim Jong-il, ditador da Coréia do Norte. Foto de divulgação

 

Mas os operários da Coréia do Sul,

aqui em Cumbuco,

são os mesmos da do norte

com uma diferença: as Iracemas daqui estão comendo eles.

Elas são lindas.

Uma cultura nasce aqui.

Vocês, rebanho do pato,

vão pra Coréia do Norte!

Stou gragaiando Humor!

 

Viva os Palapatões

Or Not

to be

Enquanto Isso…

 

 

O  Corvo invocado nesta incarnação  foi promovido à Idiota.

Jesus.com.

Y esta histérica quer dar sua última cagada na historia do Brasil.

A bruxa quer ser a detonadora da Pauta Bomba  Final:

o impeachment,

o Golpe.

 

No q vai dar esta trágica farsa?

Quem souber, não deixe acontecer

 

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Lina Bo Bardi. Teat(r)o Oficina. 1980-1984

Neste sábado, 20 de fevereiro de 2016, às 17h, o Teat(r)o Oficina abrirá suas portas para um grupo de 20 jornalistas internacionais, vindos de diferentes países – entre eles Venezuela, Coreia do Sul, França, Turquia e Estados Unidos – todos bolsistas da Universidade de Michigan, EUA, acompanhados por Silas Martí, repórter de artes visuais do jornal Folha de São Paulo, interessados em conhecer a obra viva dos arquitetos Lina Bo Bardi e Edson Elito, tanto quanto em (re)conhecer a situação atual do Teat(r)o Oficina em relação ao entorno – disseminando pelo mundo o cordão dourado de artistas coroados, capazes de impedir o $erco das ToRRes e de criar a demarcação destas terras com o poder da cultura.

Nos últimos anos, a obra da arquiteto Lina Bo Bardi vem sendo redescoberta por arquitetos e artistas do Brasil e de toda parte do mundo, virando matéria-prima para exposições, mostras, livros, reedições de publicações e debates, plugando e atraindo um coro de estudantes de toda a parte do mundo para conhecer a atualidade das suas obras.

De projeção internacional, que ganhou ainda mais potência com a celebração de seu centenário, no 5 de dezembro de 2014, e inspirou exposições pelo mundo a fora: The insides are on the outside / o interior está no exterior, no Brasil, de curadoria de Hans Ulrich; Lina and Gio: The Last Humanists, em Londres e a participação de Lina na exposição Latin America in Construction: Architecture 1955-1980, no MOMA, em Nova York em 2015; o que se vê é o aumento da multidão de interessados em redescobrir e contracenar com as suas obras como real alternativa ao modelo mercantilista e progressista, mais do que esgotado da arquitetura pós moderna e contemporânea.

Desde então, o Teat(r)o Oficina recebe estudantes, professores e escritórios de arquitetura, numa avalanche de artistas seduzidos pela radicalidade de sua obra síntese. Passaram pelo Teat(r)o estudantes internacionais da Universidade de Leuven, na Bélgica;  da Escuela de Arquitectura de la Universidad San Pablo, Madrid; da Royal College of Art, de Londres; da Columbia University de Nova Iorque, da Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Barcelona; da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa; da ETH de Zurique; do Department of Architecture and Arts – IUAV Universidade de Veneza; escritórios de arquitetura de grande renome como o Sanaa de Kazuyo Sejima e  Ryue Nishizawa, vencedores do prêmio Pritzker em 2010; o escritório Aires Mateus, nomeado para o prêmio Mies van der Rohe em 2013;  Além destes, jornalistas e outros tantos interessados em arquitetura, arte e teatro, como Finn Beames vencedor do prêmio Lina Bo Bardi Fellowship do British Concil; o professor David M. Trubek da Harvard Law School; e muitos estudantes de arquitetura, urbanismo, teatro e artes das mais diversas escolas e regiões do Brasil e do mundo.