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HOJE, DIA 7 DE ABRIL DE 2018, AS PESSOAS DO POVO COM LULA NA PRAÇA DO SINDICATO DOS METALÚRGICOS, NESTA FOTOGRAFÍA DO TALENTOSO JOVEM FRANCISCO PROENER, DE 18 ANOS, CRIAM A MANDALA HUMANA DA PRIMAVERA BRAZYLEIRA DE 2018.

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FOTO DE FRANCISCO PROENER

 

COMO ACONTECEU EM 68 DEPOIS DA EXECUÇÃO DO ESTUDANTE EDSON LUIS;

DA TAMBÉM EXECUÇÃO DE MARIELLE PRESENTE EM 2018;

COM O PÚBLICO DE  “O REI DA VELA”;

COM OS BLOCOS DE CARNAVAL COSMOPOLÍTICOS;

COM OS ENREDOS COSMOPOLÍTIZADOS DAS ESCOLAS DE SAMBA DO RIO;

COM AS LUTAS DOS ÍNDIOS NAS TERRAS DO BRASÍL

COM OS MOVIMENTOS SOCIAIS Q HOJE CRIARAM COM LULA Y POVO, DEPOIS DA MISSA ECUMÊNICA PARA MARISA LETÍCIA, UMA “FRENTE DEMOCRÁTICA PELA RECONQUISTA DA DEMOCRACÍA NO BRASÍL”

NESTA FOTOGRAFÍA TATUADA  NA TERRA DE SÃO BERNADO PRO MUNDO;

NESTA HORA DURA PRA LULA Y PRA NÓS ; 

EM Q ELE DECLAROU PLENO DE EMOÇÃO Q AGORA SOMOS TODOS LULA FAZENDO-NOS ENTENDER Q IRIA SE ENTREGAR À SUA PRISÃO NA CONDIÇÃO DE PRISIONEIRO POLÍTICO.

DAÍ SALTOU DO PALANQUE PROS BRAÇOS DO POVO EM SÃO BERNARDO CARREGADO PELA MULTIDÃO.

NA FOTO LULA JÁ ESTÁ NO PONTO CENTRAL . 

NA MULTIDÃO, CADA PESSOA ESTÁ EM CADA UM DOS QUATRO CANTOS DA PRAÇA DO SINDICATO DOS METALÚRGICOSMIRANDO COM O FOGO DE SEUS OLHOS DIRETOS EM LULA Y ASSIM  CRIAM DAS 4 LINHAS DE ONDE CONVERGEM CRUZANDO-SE NO PONTO CENTRAL ONDE ESTÁ LULA.

É COMO A CRIAÇÃO DE UM TERREIRO TEATRAL: 

DEPOIS DE RISCAR A PARTIR DOS QUATRO PONTOS DO ESPAÇO; 

4 LINHAS, COM PÓLVORA RISCADAS SE CRUZANDO NO CENTRO DO TERREIRO CÊNICO, ATÉ Q ACENDENDO COM FÓSFOROS OS 4 PONTOS  DO ESPAÇO; FAZ-SE COM Q O FOGO CORRA PELO SEU CRUZAMENTO, MARCANDO O PONTO EM Q O ESPAÇO PASSA A SER:

O CENTRO DO UNIVERSO

 A FOTO CRIA UMA MANDALA DA PRIMAVERA BRAZILEIRA 

Q VAI DAS 4 LINHAS  INSPIRADAS, EXPIRRADAS DE TODA NOSSA FORÇA DE POVO, CONDENADO PELOS GOLPI$TAS A 20 ANOS DE ARROCHO: AO ENCONTRO EM Q O MOVIMENTO DE LIBERTAÇÃO PASSA A SER O:

CENTRO DO UNIVERSO.

Quando se cria um Centro de Energia, como nos Terreiros de Candomblé y Umbanda;

nos Centros Espiritas; nas Aldeias Indígenas; no Teatro Oficina; cruzando a Pólvora no Espaço, este Ponto faz convergir para o Espaço de Atuação todas Energias Materiais do Cosmos: Cria-se um CENTRO MAGNÉTICO

Hoje em São Bernardo, o FOGO DA PÓLVORA FOI O DAS MULTIDÕES ACENDENDO O FOGO PACÍFICO DA LUTA COSMOPOLÍTICA DO POVO BRASILEIRO

PRA DERRUBAR  O FASCISMO Q RUGE HOJE NOS ROJÕES – Q APAVORAM OS CACHORROS 

Y

PRA RECONQUISTA DA DEMOCRACIA NO BRASÍL Q COM OS GOLPES DIÁRIOS

DESDE O IMPEACHMENT DE DILMA

Q ATINGEM NOSSOS CORPOS,

ATÉ O SER VIVO DO NOSSO PLANETA CHAMADO: TERRA

NÃO SOU DE PARTIDO NENHUM, MINHA LUTA ESTÁ SOBRETUDO NO TEATRO Q FAÇO HÁ 60 ANOS.

AQUI CLAMO:

AMO O LULA!

NO GOVERNO DÊLE O MINISTÉRIO DA CULTURA PASSOU PRO ANTROPÓFAGO DA TROPICÁLIA: GILBERTO GIL 

Y A SEGUIR PRO ECOLOGISTA JUCA FERREIRA 

Q NOS FIZERAM CORRER O BRASIL MUITAS VÊZES 

COM AS 5 PEÇAS DE “OS SERTÕES”;

AS 4 DAS DIONIZÍACAS;

ALÉM DE NOS DAR CONDIÇÕES PRAS NOSSAS VIAGENS PELO EXTERIOR COM DIFERENTES PEÇAS 

Y PRINCIPALMENTE POR TER TIRADO DA MISÉRIA MAIS DE 40 MILHÕES Q ESTAVAM DA LINHA DA FÓME; SOFRENDO A CORRUPÇÃO MAIOR: 

A MAIOR DESIGUALDADE DE TODOS OS TEMPOS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. 

VAMOS COM NOSSA FORÇA DE LEVANTE NESTA PRIMAVERA BRASILEIRA

TIRAR O LULA DA PRISÃO Y EXIGIR Q ELE TENHA ENQUANTO LULA LÁ PERMANECER: TELEVISÃO, INTERNET NO SEU QUARTO ESPECIAL NA MASMORRA DO TARTUFO HIPÓCRITA, MORALISTA SERGIO MORO.

O MORALISMO FASCISTA SERVE PRA ENCOBRIR A MAIOR CORRUPÇÃO: A IMENSA DESIGUALDADE MUNDIAL: REPÍTO: A MAIOR DA HISTÓRIA HUMANA

TODO AMOR DO MUNDO; TODO HUMOR Y MUITO MAIS

ZÉ CELSO

 

MERDA

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DE MIM ZÉ

NESTA SEXTA 

SEM FEIRA

MAS COM

PAIXÃO

RENASCÍ


O DESCRUCIFICADO

O BÓDE Q BÉÉÉÉRA

A MINHA AMADA AMANTE POETA CAFIRA FEZ–ME ESTE PRESENTE DESTA SANTA LINDA DIABÓLICA CEI(N)A 

COM MINHA ADORADA COMPANÍA DO ELENCO DE “O REI DA VELA” – CADA UMA Y CADA  VESTIDOS PELOS FIGURINOS CRIADOS POR HELIO EICHBAUER PARA A PEÇA DE OSWALD DE ANDRADE Y FOTOGRAFADOS Y RECRIADOS PELO MEU AMADO ARTISTA GRÁFICO O CÂMERA DA PEÇA Q VAMOS RE-ESTREAR  NO RIO DIA 14 DE ABRIL NO TEATRO DA CIDADE DAS ARTES  AMANTROCINADOS POR 

www.benfeitoria.com/reidavelario

MOVIMENTO DO 

CORO DE ARTISTAS CARIÓCAS NA SUA MAIORÍA MULHERES PHODESÓZAS

NESTA PRIMAVERA CULTURAL EM PLENO OUTONO

ZÉ stories

CHOVE CHUVA CHUVERANDO
Q A CIDADE DO MEU BEM ESTÁ TODA SE LAVANDO

Y O PARQUE DO BIXIGA ESTÁ TODO REBROTANDO

CUMPRIMENTO À TODAS Y TODOS 
Q ME CUMPRIMENTARAM
Y ÀS Y AOS Q NÃO
 

VIVA O MOVIMENTO 342 = 3 + 4 = 7 + 2 = 9

A ALEGRÍA É A PROVA DOS 9
FAÇO 80 + 1 = 90
A ALEGRÍA É A PROVA DOS 90
DEDICO ESTE MEU ANIVERSÁRIO
AO MEU AMADO ATOR-REI DO 1º TEATRO OFICINA
RENATO BORGHI Q ANIVERSARÍA TAMBÉM HOJE
AO MEU AMADO ATOR-REI DO OFICINA UZYNA UZONA  MARCELO DRUMMOND Q REESTRÉIA NO RIO:
ABELARDO 1º no “O REI DA VELA”
Y 
ESTOU PRONTO PRA RECRIAR “RODA VIVA 2018”
DE CHICO BUARQUE DE HOLLANDA
ESTAMOS SEM PRODUÇÃO
MAS BOTO FÉ NO NOVO AMANTROCÍNIO
 
ZÉ BEBÊ GAGÁ
 

AMANTE SAFADO

crítica de Nelson de Sá – BLOG CACILDA Folha de S. Paulo

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Com Marcelo Drummond, ‘O Rei da Vela’ vai à tragicomediorgya

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foto Jennifer Glass

Não é tarefa fácil substituir Renato Borghi como Abelardo 1º. Ele criou o papel em 1967 e, mais que isso, foi quando leu em voz alta todos os personagens, diante de Zé Celso, que o diretor se convenceu do que tinha nas mãos. Até então, pensava que Oswald de Andrade e sua peça de 1933 eram datados.

O sarcasmo e a demolição tenaz do país e de seus horrores são materializados por Borghi, como se confirmou na remontagem de “O Rei da Vela” no Sesc Pinheiros, 50 anos depois da estreia histórica.

A peça retornou agora com a mesma encenação e com Marcelo Drummond, o protagonista da tragicomediorgya * dos anos 1990, de “Ham-let”, “Bacantes” e “Boca de Ouro”, no papel de Abelardo 1º. É uma interpretação de outro carioca que carrega muito da trajetória do teatro popular do Rio, de comunicação direta.

Marcelo Máximo de Almeida Pizarro Drummond, que se formou noutro Rio, aquele do Baixo Leblon de Cazuza, evidencia não se tratar de peça histórica sobre os anos 1930 ou sobre São Paulo e a burguesia paulista, mas de um flagrante do Brasil derrisório de hoje e sempre.

As referências se tornam compreensíveis, tudo fica claro e contemporâneo, talvez por ser de geração pós-ditadura, ainda menos apegado à São Paulo dos anos 1930, mas mais provavelmente pelas marcas próprias do ator, que desde Hamlet e Dioniso rejeita representar.

Drummond foi trabalhado pelo diretor desde 1986, quando veio para São Paulo e o Oficina, para presentar, estar presente, dirigir-se ao espectador como quem fala a outro intérprete, todos em cena, como personagens e como atores.

E ele esclarece o que fala, é consciente do propósito de cada palavra e o expressa. Uma inteligência generosa que já se evidenciava em seus primeiros passos, há 25 anos, em “Ham-let”, que cotraduzi com ele e o diretor.

 (Os questionamentos superficiais que ouviu então, na “peça de vingança” que reabriu o Oficina e marcou o retorno de Zé Celso, como ciciar —sibilar, emitir um ruído agudo constante, como Cazuza— e até mesmo sua sexualidade aberta em cena, ficaram definitivamente pelo caminho.)

 Quando Abelardo 1º mergulha em quase solilóquios, sobretudo no terceiro ato, o que se tem é a mesma gravidade sobre o Brasil que se sentia em sua interpretação da casta-testamento de Vargas, em “Walmor y Cacilda 64”, do ciclo Cacilda —sem jamais perder de vista, no caso de Drummond, que “a alegria é a prova dos nove”.

Com ele, a atualidade de “O Rei da Vela” se transforma em urgência, em alarme, para o enfrentamento do neofascismo ascendente, como em 1933 e em 1967. A reestreia no Teatro Sergio Cardoso aconteceu, não à toa, no dia da intervenção militar no Rio.

Neste domingo (25), o espetáculo faz a sua última apresentação. Talvez realize uma temporada no Rio, na Cidade das Artes de Christian de Portzamparc, e outra em Sesc Santos, mas ainda não tem nada certo. E vem aí “Roda Viva”.

* Na definição de Zé Celso: ‘A vida é trágica; mas ela é cômica. E é orgiástica. Eu defino assim, tragicomediorgya. Não basta a tragicomédia, tem que ter a orgia, que é a origem do teatro. Não só a orgia sexual, mas em todos os sentidos’.

25.fev.2018 às 12h46

O Rei da Vela 2018

d Oswald de Andrade

Renasce

das Cinzas da 4ª Feira de Cinzas,

pra si dar de nôvo, nôvo

Fôgo na Véla

no Palco do Teatro Sérgio Cardôso    

5ª, dia 15 às 19:30

Depois d 50 anos Recriado,

volta a ser outra vez TransCriado.

Esta Obra Prima do Poeta Oswald d Andrade

é uma Esponja q capta a vida ao vivo do Tempo,

sempre no aqui agora.

A trasmutação radical no Elenco dos Artistas

traz de novo a beira do abismo, em q temos q estar vivos pra recriarmos todas a Interpretações.

Muda o Rei, a Rainha, o Rei dos Reis, muda tudo!

O Rei Renato Borghi

passa a Corôa pro Astro Rei do  Teatro Oficina q vai Coringar com Êle, o Protagonista: o E$peculador Abelardo 1º: Marcelo Drummond,

em seus 55 anos d vída, 30 vivídos no Malho da Bigorna do Oficina. A Maioria de suas Atuações estão gravadas: Ham-let, Jesus das Comídas, Bôca de Ouro, Euclides da Cunha, Walmor Chagas, Oswald d Andrade, Agatão d “O Banquete” ~ da Associação Teatro Oficina UzynaUzôna Parque do Bixíga

A Diva: Cristina Mutarélli, uma das Maiores Atrizes do Brasil y do Mundo,

vai viver a DONA CEZARINA- a Rainha Matrona da Aristocracía do Café Paulista.

Todo o elenco, dos Novos y dos q estavam, atuaram em Todos os Ensaios. Y tivemos a delícia d praticar o mais gostoso da nossa profissão: Ensaiar todo Time, jogando juntos.

O Magnético Fred Steffen, o Pentheu d Bacantes y Acebíades do Banquete de Sócrates, fazendo agóra O Rei dos Reis: O Banqueiro Mister Jones: o Tramp: o AMERICANO.

Vera Barreto Leite atriz de Teatro q tem dentro d sí: Vera Valdez:a Modelo Prediléta de Chanel,vai revezar comigo na Personagem da Dona Polóca,o Virago da Casa Grande. A Reaça das Reaças d chicote y terço nas mãos,em q Véra, revéla a Vierge folle, a Tia Louca

Devassa.

A Chegada deste Quarteto de Grandes Artistas Reinventou  a Peça através da Reinterpretação Receptiva do Grande Elenco de Grandes Atrizes y Atores q já faziam a peça em 2017 y criou “O Rei da Vela d 2018”.

É impressionante o Poder Shakespereano da Peça d Oswald. O Poeta criou esta Grande Ópera de Carnaval do Capitalismo Mundial no Etherno Retorno das Crises do Capitalismo.

ABELARDO 1º– Somos Parte de um Todo Ameaçado: o Mundo Capitali$ta. Há um momento em q a Burguesía abandona sua Velha Máscara Liberal. Declara-se  cansada de carregar nos ombros os ideais d Justiça da Humanidade, as Conquistas da Civilização e outras besteiras! E Organiza-se como Classe, Policialmente.

Esse momento soa outra vez no mundo d hoje numa Grande Luta de Classes Armada, Ativada pelos Renti$ta$ contra os seres Humanos numerosos demais, do andar de baixo. Foi o Andar de Cima do Império q através d seus lacaios políticos no Brasil deu o Golpe de 2016, tucanamente chamado de “Impeatchement”.

A Peça foi escrita em 1933, ascenção dos ísmos: nazismo, fascismo, stalinismo, em 1937 foi publicada: ano da 2ª Guerra Mundial; e em 1967 encenada pela 1ª vez, na Ditadura $ifil Militar em momentos como o q vivemos hoje.  

Talvez nas 3 últimas décadas de uma relativa democracia q tivemos, esta peça não fosse tão penetrante como hoje. É q a burguesia usava sua velha Máscara Liberal ainda.

Ou melhor, ela posava, permanecia oculta, sobretudo nos anos do Governo Lula e Dilma.

Em 2018, depois d sucessivos Golpes, sobretudo no assassinato das conquistas sociais d séculos no Brasíl desde a  Lei Áurea;

d Guilhotinadas Orçamentais no Assassinato Cultural em q passaram a  chamar os artistas brasileiros d  vagabundos y d Condenar o   Bode Lula, aquele q além do bem y do mal, incarna a evolução social, cultural, do Brasil na curta democracia brasileira.

Nesta TragiCômica História do Brasil, O Rei da Vela brilha mais q nunca.

Ainda este ano o Grupo Parlapatões vai montar ‘O Rei da Vela”, com o Hugo Possolo, q já fez em cena o Palhaço Piolin,o Abelardo Pinto, q inspirou o autor da peça  a criar o Abelardo I. Vai ser a  realização do sonho d Oswald: o Palhaço Piolin  protagonizando  “O Rei da Vela”.

A Peça é Poesía Teatral do Poeta Maior, por isso pode ter inúmeras Interpretaçõesa partir do Talento das Atrizes y Atores q atuam n’Éla.

Apaixonei-me já nos Ensaios quando percebí q todos estavam Apaixonados entre sí y pela peça. Fiz dos melhores ensaios d meus 80 anos.

Tudo me inspirou.

A Betinha, Cantora y Fonoaudióloga veio pra cuidar da vóz dos Artistas.Desde q cantou suave y pleno d musicalidade um Ó pros Artistas da Peça cantarem com Éla, aconteceu uma revolução q venho desejando há anos no Oficina.A Fala, o Canto, Cantado, Modulado, com vozes Múltiplas saindo d cada Artista.

La Mutarelli  revelou-se uma nova Eugenio Kusnet com a Maestria da direção das falas, em seus mais insuspeitos y específicos segredos da atuação em Teatro.

Catherine Hisch-Poeta q vem nos inspirando há anos na direção dos Artistas em Cena, da Luz, do Som, por sua sensibilidade nada explicativa, mas sentida ao vivo vinda d sua Imaginação q desperta a Imaginação d cada um y de todas.

Marcelo Drummond , (q tem um texto imenso, maior q o d Hamlet, q fizemos na íntegra) no último ensaio meu no Oficina , ví correr vivo, o 3º Ato, o d mais texto de todos os Atos , talvez os mais belos d Oswald.

Eu estive tomado de excesso d dirigismo por paixão pelos poucos y muito vivos ensaios q fizemos. Brigamos muito Marcelo y eu.

Ele ontem, dia 9 d fevereiro, até pediu q eu não fosse ao Ensaio do dia 10. Ele queria ensaiar só com os Atores. Senti q ele tinha razão d ter brigado muito. Era pra buscar encontrar o “seu Abelardo I”,dentro d seu Corpo.

Eu o interrompia muito. Mas em seu Corpo acaba de nascer Outro Abelardo I, antenado no aqui agora em toda beleza y Humor de sua Inteligência d Ator.

Fred Steffen traz num Corpo Treinado de Atleta Afetívo o Magnetismo do Rei dos Rei$.

Todo Fascínio das Personagens Poderosos

Escolhídos pelo sistema como Papa do $ifrão.

Escreví dos Atores novos na Peça, mas o Talento dos q fizeram com Renato Borghi o Triunfo do Rei o ano passado, foram a Terra em q os Novos Aterraram.

Y todos, já com a vida vivida em cena de um sucesso de público,puderam profundar o interior d suas vísceras como a Heloisa de Lesbos d Sylvia Prado, a João dos Divãs de Camila Mota, q transmutou sua Personagem, sobre tudo numa Cena nova: num Conflito Armado entre Fred o Americano, Marcelo Abelardo I, Dona Cesarina La Mutarelli , O belo Roderick Himeros, incarnando o 1º Fascista do Teatro Brasilero com sotaque carioca: o Perdigoto y Dois Favelados: uma Baiana alugada pelo Ministério do Turismo y Tony Reis, um Bandido Negro, trazído a força pra trabalhar como escravo na Festa de Noivado na Ilha na Baía da Guanabara do Magnata Rei da Vela.

Uma Cena de Guerra do Rio de Janeiro Hoje,

entre a Favela y a Cidade.

Camila Mota, incarnada na Trans João dos Divãs, liga o rádio pra impedir o morticínio em processo, y sintoniza uma Valsa d Straus q desfaz a Cena armada prum morticínio-num valsar Surrealista com os Inimigos Valsando Juntos no Palco Giratório.

Ricardo Bittencourt chega da Baía Lindíssimo

Y tranquilo no recriar seu PiTanga o Cliente Inadimplente, na situação q nos condenaram a todos, povo y artistas fora das Castas Globais: miséria y fome.

É bom ver esta Cena, pra ver quanto ela se parece com a da maioria da população y conosco q vivemos de bilhetería.

Temos Público, mas pouco tempo nos Grandes Teatros. Seu Intelectual, surge agora com momentos de Respiração y efeitos de afastamentos emotivos pra nos aproximarmos mais dos humanos demais.

Tulio Starling este grande ator q faz Abelardo II, Vice de Abelardo I y seu Oposto: Totó Fruta do Conde, o Viado da Família, sai reforçado. Ensaiamos muito na quebra do Limite da Personagem, pra sair d ‘Éla, deixar respirar sua Entidade em seu interior quântico humano, Um afastamento oposto ao d Brecht, pra aproximar o ator do mundo dos sentimentos humanos secretos das pessoas vivas no Público.

Tudo aconteceu nestes Ensaios no Oficina.

Hoje aportamos no Palco y Platéia do Teatro Sérgio Cardoso. Nos Cenários de Helio Eichbauer, as Luzes de Beto Bruel.

Nos Figurínos, nas Maquiagens.

Outra Viagem.

A partir d 5ª, já será com o Público

descansado na 4ª das Cinzas, entrando no ano 2018, atiçado pelo entusiasmo da Felicidade Guerreira, do novo “O Rei da Vela”.

Esta peça de Poética Cosmo Política Antropófaga Indígena, vai nos inspirar, pra nos inspirarmos todos, no Palco y na Platéia pra abrirmos depois deste Carnaval Magnífico vivído com muita Imaginação cosmo-política deste 2018, Ano q começa agora,depois da semi  trégua, das Festas d Fim Começo d Ano, Férias, Carnaval.

A Estreia de “O Rei da Vela 2018” reinicia, pilha a energia apaixonada de todos apaixonados, nos diferentes movimentos libertários,encontrando-se em Orgyas de Devoração dos Golpes com muito Humor, Criatividade y Sabedoría Estratégica.

Não é mole derrubar o Sistema da Casa do Rei da Vela.

Zé Celso

10 d Fevereiro d 2018

EVOÉ MOMO

 

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arte Igor Marotti

Maestro João Carlos Martins com a Camerata  Bachiana Rege às 13h do dia 25 de JAN, no 464º anos de SamPã, a Re-Abertura neste 2018 do Movimento do Teatro Oficina pelo seu Entorno: Parque do Bixiga.

Em 1982, Secretário da Cultura do Estado de São Paulo, com Piano em sua Sala, Regeu o Tombamento de 300 metros do Entorno do Teatro Oficina para q Grupo SS não impedísse a Última Obra Prima d Arquitetura Urbanista d  Lina Bardi y Edson Elito.

No jardim do Oficina Lina plantou a Árvore Cezalpina q hoje aos 24 anos é Mãe do Parque do Bixiga. Atravessou os muros y foi juntar-se à Vegetação Fértil do Vale do Rio Bixiga.

QUI 25 JAN 2018 13h no Teatro Oficina
Rua Jaceguai, 520 – Bixiga
ENTRADA GRATUITA

Vem, #ParqueDoBIXIGA!

+ PARQUE DO BIXIGA

Bacantes … como gostamos …

 

4 Celebrações TragiCômicOrgyásticas

d’um ano em q Gentes

do Povo Índio

na Luta q  re-Sagra a Terra,

com os  Sem Terras,

com os Povos Sem Medo Sem Tétos,

com os de todas as Mídias Livres desta Edade,

dos Operários d Tarsíla,

dos desclassificados de todas as classes,

médias, altas, gente simplesmente gente,

inspiraram Artistas de Todas as Artes  

a parir o q estava latente y veio vindo à Luz,

respondendo desde o Impeachment, aos Golpe$ dos Pentheu$ q não sabem das coisas, nem de $í.

No q Golpearam o Teatro Oficina y seu Entorno Tombado com o 1º  Golpe no Órgão d Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico y Turístico do Estado de São Paulo os Artistas, pariam os 1ºs Frutos já latentes q trariam a Primavéra Cultural  d 2017.

Este Golpe aconteceu numa segunda feira, dia seguinte do 2º Espetáculo de Estréia Triunfal d “O Rei da Vela” ,

Oswald de Andrade sempre surge nestes momentos da Terra em Transe terremotiando, juntando todos bichos humanos artistas.

Chico Buarque liberou “Roda Viva”

Fernanda Montenegro nossa Rhéia, Mãe d Zeus , Avó de Dionísios, emocionada, Xamã Teatral já tinha proferido a palavra mágica: “desacovardamento” y me falado: “eles não sabem onde estão se metendo”;

Caetano proibido d fazer Show no Acampamento dos Sem Teto em São Bernardo, no mesmo dia, encontrou-se com o Povo Acampado, Corpo a Corpo, Na Véspera da Caminhada Épica até o Palácio do Governador,

depois fundiu esta Aliança d Ouro com os Artistas y o Povo Sem Mêdo.

Caetano, Paula Lavigne, Sonia Braga, Criolo, Maria Gadú  y todos os Presentes ao Vivo ou na Rêde Re-Sagraram o Largo das Batatas.

No Domingo de Festa no Parque do Bixiga, dia 26 d Novembro a Cerimônia Ecumênica deu Início a ManiFestação Livre

Peripatética, Caminhante até o TBC

onde Renasceram seus Artistas, lutando à favor d sua existência fora das Privatizações Mercantís y depois abraçaram todo Quarteirão do Parque do Bixíga.

Diante destes Movimentos, nós do Oficina decidimos q as  Festas q Precedem a Passagem d Ano poderiam dar continuidade à Primavera Virada Verão. BACANTES foi a escolha das 2 Companías da Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona, q Xamamos em língua do deus do Teatro de TYAZO: os q já ensaiavam os COROS d “RODA VIVA” y os q tinham feito a 1ª Temporada de “O REI DA VELA 2017” pra 2018.

Decidímos, pelo Sucesso q há Milênios recria os Coros Dionizíacos da Origem do Teatro pra Ethernidade Terrena: “Bacantes 2017-2018” q abre as Celebrações:

– dia 23, às 14 :30h – 30 Anos da Ethernidade do Grande Artista Luis Antônio Martinez Corrêa, meu colega Irmão, no Esplendor d sua Arte, assassinado com 107 facadas, tendo seu Corpo Velado no dia de Natal no Rio de Janeiro y enterrado em Araraquara.

Eu desejava dedicar-me inteiramente aos 30 anos da Ethernidade d Luis.

Pra Estréia d “Macumba Antropófaga”escolhemos dia 24 d Junho, aniversário de 67 anos d Luis y d meu amado irmão João BatistaNoite d Natal no Hemisfério Sul.

Eu comecei as comemorações do nascimento, Ressuscitando-me  vestido com o Figuríno d meu irmão em seu Musical Brasileiro nº 2, mas cantando os versos d Maiakoviski em seu Poema “Amor” incluídos em sua montagem d “O Percevejo” musicado por Caetano Veloso.

Eu projetava pros 30 anos dia 23, uma montagem desta peça. Mas vem a Roda Viva da Felicidade Guerreira da  Primavera Cultural y nós decidímos cantar em CORO com Todo Público nesta Tarde, Ressucitando-nos Juntos em Maiakoviski-Luis  pra Felicidade Guerreira d uma Primavera já no Verão q nos quer mais q nunca “atentos y espertos, sem medo d temer a morte”.

No Natal na Terra do Hemisfério Sul, dia 24 d junho, nascimento d Luis, dia d São João, gozamos este outro Natal q vem do Hemisfério Norte.

– Depois das farras q todos vamos fazer com nossas amizades douradas de 24 pra 25, o almoço com a Família, na noite do dia 25, às 18h, a Família TransFormando-se, reencontra-se na Fraternidade Erótica dos q tem o pai pelos menos como o universo, y a mãe no mínimo como a terra encontra-se  renascendo com DIONÍSIOS y  “BACANTES” no TERREIRO ELEKTRÔNICO DO TEATRO OFICINA PARQUE DO BIXIGA VIRADO CYTERRÃO DIONIZÍACO.

-No Sábado dia 30, às 17h, Celebramos assim também com os q vierem, o penúltimo dia do Ano.

-Y No Domingo Último dia do Ano, 31, às 17h, “BACANTES” nos leva

Baqueados pra um 2018 d VITÓRIAS da PRIMAVERA NO VERÃO.

Os q virão passar em cada uma destas  Celebrações conosco até o Reveillons: Decorem estes versos q cantamos no 2º Ato, nas 4 Comemorações com diferentes Públicos:

“qual é o mais lindo presente

q os deuses dão pros mortais

o q é mais Lindo?

é o q é mais Amigo

ter a Cabeça do Inimigo nas mãos

y a sabedoria d Tocar

pra Êle ver d pé

a nossa Vitória!

 

SamPã,

Paraíso,

Teatro Oficina Parque do Bixiga

32 Anos da Leitura Encenada de

“O Homem e o Cavalo”

de Oswald de Andrade  com um Elenco 150 Artistas

d Todas Gerações , Celebridades y Coros

finalizando uma Produção do Grande Ator Sérgio Mamberti de Muitas Peças Proíbidas pela Ditadura $ifíl Militar, em muitos Teatros y com Muitos Elencos.

17 d dezembro d 2017

Dionísios o deus d Todos os Teatros y do Vinho Xama

EVOÉ

IÓ! Gentes como as Gentes

Corpos Urgentes

Venham abraçar no Afeto quente

o Nascente Teatro Oficina Parque do Bixiga d Todas as Artes,

No Vale Fértil das Margens do Rio Bixiga,

Libertando a Terra asfixiada por 80cm d’Entulho.

A imagem pode conter: texto

Terra Sagrada ameaçada por novas-velhas Torre$ d 100 métros

Precursoras do Genocídio do Povo q lá habita.

Criador da Lapa Carióca de SamPã

Q criou desde o Parto do TBC,

todos os Teatros Modernos

Y Pós Modernos Musicais, com Transmissões Diretas na Rede

com os Artistas d Teatro, de Cinema

vindos do Mundo Inteiro,

os Laboratórios de Cinema de Película y hoje Digital

Os Restaurantes, Cantinas, Bares, Casas de Shows Musicas, Sapateiros, Costureiros, Artesãos:

O Umbigo Popular y Artístico da Capital do Capital do Brasíl.

Este Vale de muitos Rios, de Terras em q se descimentando, plantando , cultivando, dá de Tudo:

Árvores frutíferas, flores, legumes y

como a Vila Isabel do Rio dá Samba do Vai Vai,

de muitas outras Escólas, de Dança, Terreiros de Umbanda, Candomblé y Teatro

Protegidos pela Igreja da Achiropíta

Y pelas forças da Natureza Grandiosa da Cidade, já palitada de Torre$,

terão o Direito de se Expandir.

O q Abre é o Rito Ecumênico na Jaceguay: Rua Come Cabeça.

O Coro da USP afinando as vozes

Y Dionisio y as Bacantes dando Início ao Cortejo nas margens populosas do Rio Bixiga numa Cobra Grande

Q não é aquela q saiu do Ovo da Serpente Na$ista,

mas a Ourobóros em q a Cabeça vai morder seu próprio Rabo pra assim toda afetividade Elétrica dos humanos q lá estiverem, em ondas d Poderosos Afetos imantar, Abraçar!!!!!!

o miolo do Bixiga em ondas de tesão pelos bichos humanos, animais, vegetais, minerais irradiarem por todo o Planeta, criando com Artistas, Movimentos Sociais Únicos, a Primavera do Brasíl de 2017 q dará o Desejo, a Animação pra todos os Desanimados desgolpearem-se dos Golpes de Cada dia dos Podres Poderes.

É uma caminhada dos Artistas, dos Grupos Carnavalescos, do Povo do Bixiga, dos Índios Guaranís do Jaraguá e de Parelheiros, dos Movimentos dos Sem Teto, Sem Terra, proclamarem pela Cultura atíva a Primavera Brasileira, seja com Sol, Chuva, Arte y Alegría.

O Rito é dedicado às mãos mais fechadas, ao coração mais duro dos $peculadores para q encontrem a própria felicidade de derrubarem seus muros, para construirmos todos juntos um Brasil decisivo pra paz no Mundo.