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Nestes seus dias de Glória

Presidenta Dilma, Liberte o Teatro Oficina d 36 anos d Especulação Imobiliária q impede o desenvolvimento da continuação da Obra dos Arquitetos Lina Bardi e Edson Elito.

O Poder da Cultura do Teat(r)o Oficina nos seus 58 anos d Vida y Luta se dirige a este Governo Excepcional, re-iniciado dia 1º de Maio, e a sua Presidenta, pedindo publicamente a libertação da Tirania da Especulação Imobiliária q o estrangula há 36 anos.

 Maravilhosa Presidenta Dilma Roussef,

sua Extraordinária foto d Arte Xamânica, da Fotógrafa Dida Sampaio na Capa do Estadão de dia 4/5/2016:

Dilma queimando-se na Tocha Olímpica, recebida d suas mãos

pra incendiar o fogo dos atletas afetivos de todo Povo do Brasil

até às Olimpíadas, é uma Obra de Arte criada pelo talento d quem fotografou y pelo q passam todos os povos brasileiros vivendo

esta situação d

Golpe de Estado X Rebelião.

Ela se dá a inumeráveis interpretações,

muito mais q a Mona Lisa d da Vinci.

Pros Golpistas, é uma representação achatada da sua Vitória.

Mas são os mesmos Carrascos de Joana d’Arc

Julgando com o JUIZO D deus,

em nome d deus.

É o 2º Ato da mesma Foto da FarsaTragiCômicaOrgiástica, sua Jovem Dilma erecta, diante dos  militares envergonhados do AI 5, cobrindo seu rostos pra história.. .

E mais fotos virão Dilma

Re-Existida… daqui há 180 dias.

Ela não vai renunciar

assim como nós:

muitos, índios, operários, muitíssimos jovens, adolescentes, artistas, pessoas vivas, enfim q vão continuar a vida renascidos d uma re-Existência, em Rebelião à esta eleição Indireta, anti constitucional, baseada num Crime: um Golpe

q mais uma vez sairá à Caça dos Bodes Expiatórios.

Como bicho d Teat(r)o,  vejo o q está na cara:

a Cena Trágica Farsesca  estranhamente Heróica, sua Heroína Brasileira q finalmente

tem a Felicidade Trágica d fazer o Governo q desejava

y legisla à favor dos índios, do Povo,

(o q é o aumento do Bolsa Família, diante do aumento dos salários dos Juízes do STF?)

 

Sinto Dilma, desde o 1º de Maio,

Governando do jeito q sempre quis governar e não pode pelos bloqueios da Bancada do Boi, da Bala, e da Bíblia” ,etc…

dos gangesters Evangélicos:

Temer y Feliciano, q já se acordaram,

Caminhando felizes y “pacíficos’ pra uma Teocracia Plutocrata.

 

Por isso publicamente

Me dirijo à Você Dilma:

Mulher Presidenta

pra q se queime d vez

pois isso é q é re-Existir

se queimar pra Ressuscitar mesmo pra esta nova vida, viva, pra defesa dos dias q tem, com o fogo do povo q ama mais a liberdade imortal, a do fogo no corpo

q o Cálculo dos Produtos Sintéticos dos humanoides fabricados pelo  Mercado não estão aptos a praticar.

 Amada Dilma, Amado Ministro Zé Eduardo, q já me concedeu o Título de Cidadão Paulistano, lancem seu olhar para os 58 anos do Teat(r)o Oficina y Seu Entorno Tombado pelo Iphan, pelo texto-obra prima,  lei de sua atual Presidente Jurema  Machado, pra Criação d’uma Agora Pública de Teat(r)os em São Paulo, q xamo d SamPã!  

 Jurema Machado, Atual Presidente do IPHAN, EM 2010 representante da Unesco no Conselho deste Orgão , redigiu o régio laudo de Tombamento do Teat(r)o Oficina y seu Entorno.

Complete Presidente esta ação vigorosa pro Poder Cultural, demarcando as Terras do Entorno do Teatro Oficina, transformando-as em Terras Públicas e Culturais.

É uma luta coletiva de mais de 36 anos com o Grupo Silvio Santos.  O Proprietário do Terreno do Entorno do Oficina, Silvio Santos, quando do Tombamento do Iphan em 2010, propôs sua Troca por um Terreno no mesmo valor. Numa luta Coletiva apoiada pelo Público, muitas Pessoas do Poder Público: da Secretaria do Patrimônio da União, do Ministério da Cultura como Juca Ferreira, da Prefeitura de São Paulo, d sua Secretaria de Urbanismo, Secretaria da Cultura, Compresp, coseguiram um Terreno para esta troca.

A  Apoteose desta Troca, se o pouco tempo permitir, ou a  Desapropriação do Terreno Tombado do Entorno do Oficina, não somente pelo IPHAN, mas pelo CONDEPHAAT, Órgão de Proteção do Estado de São Paulo, na gestão do Geografo Azis Ab Saber,João Carlos Martins y Flávio Império. Sua desapropriação pelo Governo Montoro, pra proteger o Teat(r)o Oficina da ameaça da Especulação Financeira Imobiliária, irá coroar  todas atuais iniciativas populares q a Presidenta Dilma está tomando agora,

empoderando o PODER HUMANO q é o PODER CULTURAL

O  Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona  reitera, q entre suas Magníficas Ações nestes belos dias históricos de sua gestão, inclua o Poder da  Cultura, libertando da Especulação Financeira as Terras Tombadas do Entorno do Teat(r)o Oficina, pra realização de uma Ágora aberta para um Corredor Cultural d muitas Casas de Cultura do Bairro do Bixiga, até o Centro de São Paulo.

O texto foi  lido na última quinta (5), durante o debate Precisamos falar de política, que aconteceu no Teat(r)o Oficina, com Ciro Gomes, Claudio Prado e Djamila Ribeiro, para o Apoio do Ato para sua urgência.
Pra acompanhar o PROCESSO TROCA DO TERRENO – ANHANGABAU DA FELIZ CIDADE

 

 

Crítica Teatral do Teatro dos Patos – A maior manifestação de São Paulo!

Prêmio pela Eloqüência da Inexpressividade!

 

Manifestação nota Zero,

Inexpresiva,

sem ter o q dizer.

 

Só o boneco do Lula preso.

 

 

manifestacau av paulista 13mar16 by ae 02

foto: Agência Estado

 

 

O Pato

quem paga?

Você,  nariz d pato,

é o Pato em si.

 

Um Pato Amarelo d Plástico

é o Totem do rebanho

verde Amarelo

da Coréia do Norte do Brasil.

 

 

protesto contra dilma av paulista 13mar16 by  J_ DURAN MACHFEE ae

foto: J Duran Machfee / Agência Estado

 

 

O Xamã Marx Selvagem

Profetizou:

repetir a história

dá em Farsa.

 

O Cover é miserável diante da Pompa das Marchadeiras de 64,

d tão sem graça.

Uma farsa

onde a graça

é a total falta de graça.

Mas assim mesmo dá pra quase morrer, mesmo, de rir.

 

A Burrice encenada na falta de imaginação nas Avenidas do Brasil…

Mas nada se compara à gente feia da Avenida Paulista de Sam Pã

com as caras afirmando: sou burro sim.

Os  empregados bobos da globo

estavam presentes com seu público

com caras de celebridades pátrioeducadoras.

a globa é boba…

a globo eh boba…

 

Ai, q falta das  marchadeiras do tempo do LP!

 

 

Marcha da Família com Deus pela Liberdade

Mulheres com bandeira durante Marcha da Família com Deus pela Liberdade. (25.03.1964. Foto: Acervo UH/Folhapress. Negativo: 21492.64)

 

 

O Bando  conduzido por um Pato d plástico!

Qua! Qua! Quaka?

Será q isso é o q chamam d gente atoa?

 

O importante é fazer número!

– Ah! Eu amo ser um número d estatística!

 

O facismo conta cada um,

pra ser a demonstração numérica  maior q já houve

das Burrices em Festa!

 

Vou sair pra  comer um Pato ao Tucupy

no Restaurante Amazônia da 13 d maio, no Bixiga.

É o q vou  fazer chegando em Sam Pã

depois de ser atacado via globo,

à beira mar,

por este  Pato Plástico

q  nem dá pra comer – isso é com os canibais do plástico.

 

Q comédia!

 

A maior manif em Sampan foi Cover das da Coréia do Norte.

É do Faustaun, então!

Só q o garoto da própria Coreia do N.

é um gordinho sorridente,

y o Faustaun murchou d mau humor…

Cara fechada de bola murcha,

o auditório do Camarada Faustão,

é muito mais mecânico – ele devia ensinar o Ditadorzinho da Coréia do Norte!

 

 

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Kim Jong-il, ditador da Coréia do Norte. Foto de divulgação

 

Mas os operários da Coréia do Sul,

aqui em Cumbuco,

são os mesmos da do norte

com uma diferença: as Iracemas daqui estão comendo eles.

Elas são lindas.

Uma cultura nasce aqui.

Vocês, rebanho do pato,

vão pra Coréia do Norte!

Stou gragaiando Humor!

 

Viva os Palapatões

Or Not

to be

Enquanto Isso…

 

 

O  Corvo invocado nesta incarnação  foi promovido à Idiota.

Jesus.com.

Y esta histérica quer dar sua última cagada na historia do Brasil.

A bruxa quer ser a detonadora da Pauta Bomba  Final:

o impeachment,

o Golpe.

 

No q vai dar esta trágica farsa?

Quem souber, não deixe acontecer

 

sanguenasbandeiras

– Índios Guaranis, q vivem na Zona Norte de São Paulo, correndo o risco de perder mais de 700 Hectares de Terras já apontadas como Indígenas pela FUNAI, re-existem;

– Professores altivos mais q nunca em suas Lutas por uma Educação q os ensine a interpretar os fatos Fora dos Clichês;

– PMS q se recusam a massacrar Professores em Curitiba;

– Presidente Dilma Rousseff e ex Presidente Lula:

Nós temos hoje um Ministro da Educação, o Professor, Mestre Maravilhoso Renato Janine Ribeiro, felizmente não da Pátria Patriarcal Educadora, mas muito mais da Educadora Amante e Amada Cultura, a Amântria.

Tenho certeza q é um aliado da ousada luta dos Professores brasileiros, pra formar craques na Pedagogia Afetiva que é a Educação.

Índios Guarani Kaiowas protestam na Av. Paulista. Foto do Portal UOL.

Índios Guarani Kaiowas protestam na Av. Paulista. Foto do Portal UOL.

Os Corpos de muitos brazyleros viveram o que a Presidente Dilma Rousseff viveu também, em seu CorpoAlma, AmalGamado no deus dentro do Entusiasmo do Brazil dos Índios Pelados, sem Estado, Xamãs, Professores, cuidadores das Florestas, hoje ameaçados na capital do capital de Reintegração de Posse do q sempre foi deles; dos Africanos professores inventores, pra todos, da Magia da Cultura de Re-Existência diante d qualquer Escravidão com o Candomblé; como jogo d cintura d’África, ensinados pelos professores das escolas de bambas, requebrando couraças, esqueletos rígidos, libertando cundalinis presas, no gozo.

Mas até uma parcela destes, os a$$imilados, assumem um fundamentalismo racista, proibindo uma atriz de se pintar de negra em Cena. Um, numero clássico do Teatro, da Musica, de todos os tempos.

Só no Oficina já teve a Negra Céllia Nascimento q se pintou de Branca pra fazer o papel de Emilinha Borba, e o Ator Rodolfo Dias Paes Dipa Branco, q substituiu um Ótimo Ator Negro, q durante um espetáculo das Cacildas deixou o papel de Grande Othelo.

É um sintoma dos tempos em q a Paranoia “ista” está reaparecendo na deseducação geral.

Vivemos anos dos Professores da Arte Política na Anarquia, do Auto Governo, trazida pelos primeiros povos emigrantes de todos os Cantos da Terra, no país industrializando-se em plena luta de classes, e já Globalizado pelo Café.

Neste Brazil, ainda mal ecoando a revolução – a soviética, brotaram de todos os lados leis de liberdades sociais, vindas dos míticos movimentos dos Tenentes da Coluna  Prestes; tornadas leis a favor dos trabalhadores na revolução de 1930, liderada pelo suicidado Presidente Getúlio Vargas; reAfirmadas apaixonadamente pela Juventude pós 24 de agosto de 1954, Trabalhista ou não, por Sindicalistas, Políticos Talentosos, Movimento das Ligas Camponesas, Criadores Culturais, Intelectuais, Marinheiros, Soldados etc., num encontro de todas as águas fertilizdoras q inventaram as Reformas de Base do Governo Jango Goulart, até hoje imprescindíveis ao Brazil.

A Universidade de Brasília imaginada por Darcy Ribeiro, onde Boal, toda minha maravilhosa geração, inclusive eu, íamos aprender a criar uma Cultura&Educação formadora de uma Inteligência nos Trópicos do Sul, saltando Fora do ameaçador “Acordo MEC USAID” de Cultura e para o Mercado.

Este “Acordo” acabou por ser imposto com o Golpe Civil e Militar Da Casa Grande em 1964, interrompendo este coito/ até mil novecentos e oitenta e oito.

Hoje as panelas cheias, se esvaziam pra bater pra q não se ouça o q o Bode Expiatório Mor, o PT, tem a dizer.  E no q se chama democracia quem mais tem de ser ouvido, são exatamente os “Bodes Expiatórios”, as pessoas transformadas em Tabus, como Lula, agora.

Pena q você está de novo carrancudo. Concordo com tudo q você disse, mas como Professor de Teatro, não posso deixar de lhe dizer pra não perder sua qualidade de Supremo Ator, seu Humor Maravilhoso de Palhaço Filosofo Socrático e gargalhar da Cicuta que as panelas lhe oferecem.

Todos os fundamentalismo$ contemporâneos se equivalem, viraram hoje doença, epidemias. Essa Peste já existia com o nazismo, fascismo, stalinismo e se hoje eu fosse enumerar não ia poder mais sair do computador.

Vem do cu fechado de medo de perder suas Imagens Únicas, seus privilégios no Crash atual, não só Econômico, mas de Valores.
O início de uma minúscula, mas musculosa ascensão social dos pobres sincrônica ao esplendor solar q a revolução libertária do ser humano, reencontrando-se como forma de natureza em contínua transformação, trouxeram essa moléstia da Vingança dos Ressentidos.
E talvez por esses momentos afirmativos todos, os “ismos” entraram em nóia e passaram ao ataque de tudo q foi conquistado.

A Velha Senhora Golpista Retornou, quem está fazendo bem o papel dela é o Bode Eduardo Cunha: a Maestrina das Panelas e da Bancada das Bíblias e das Balas. Suas emanações, fizeram sangrar o 1º sangue destes panelaços surdos, ao molho pardo, em Curitiba.
Foi o Retorno à Moda do Exorcismo, em cima dos Bodes Professores, como muitos outros Bodes, contidos na Imagem do Bodão Lula.
E quem fez o serviço foi justamente a maioria da PM.

Mas a Vida mostrou em Glória na atitude de uma minoria de PMS, q recusou-se à participar deste Massacre. Bravo! Essa Minoria é o somos todos nós: a Família Pirada Humana.

Os Professores encontraram nos Guaranis, e nestes PMS q disseram o “Sim” em seu “Não” ao Massacre, seus mais novos aliados Humanos Demais.

0802-COT-0601

O Movimento dos Professores cresce como nunca e passa a ambicionar um aumento de quase 80%, com toda razão,
o q não é nada diante do q ganham os destruidores de Cidades, da Natureza na especulação financeira.

Nessa reivindicação orgulhosa os Professores passam a ser Protagonistas, ao se recusarem à formar cidadãos de 2ª Classe pro Mercado, exigindo o direito de cuidar melhor de si, pra reestudarem e reinventarem sua profissão.

Os Professores, os Índios lutando em SamPã, por suas terras sagradas, os PM q disseram não, talvez sejam os movimentos q possam nos ensinar à nos curarmos destas cargas negativas, sobre o bebê renascido nos programas nunca até agora tão fortes e maravilhosos da nova Esquerda desencuecada.

Tudo q é peso ficou com a Direita Raivosa.

Os Jornalões, as TVzonas, toda a Maquina de Ensino sempre ameaçador do Imperialismo Capitalista não está com essa bola toda.

Hoje além do bem do mal, está tudo escancarado pela Net e mais ainda pela defesa da Liberdade de Expressão, a maior qualidade do 2º Governo Dilma.

Desde a Crise de 2008, o CorpoAlma feito desta história Canibal Entusiasmada, foi perdendo absurdamente a anima, numa Crise q nem sua era, mas do próprio Neo Liberalismo.

Nestes dias discute-se no maior cinismo no Congresso o Necessário Reajuste Fiscal, mas já começa caindo em cima dos q trabalham no andar de baixo.

Nós todos os de baixo é que temos que pagar o “ajuste fiscal”, pois ele é consequência de gastos sociais a favor dos pobres como clama o Coro da Medíocre Dona Vingança.

A Própria Dilma na situação de Bode Mor, colocada numa sinuca de bico, quer agora que todo PT apoie o ajuste, em cima dos q trabalham e não dos q especulam.

Ela q foi formada na defesa desses direitos, está se deixando intimidar por tocar no Tabu dos Tabus: o das Grandes Fortunas.

Thomas Piquetty em seu “Capitalismo no Século 21”, não toca no Brazil por falta de dados estatísticos, mas bem ou mal eles existem, foi um escrúpulo desnecessário de sua parte… Mas ele revela o abismo entre o Capital da Era Industrial Produtiva e o da Era atual: o Capital Especulativo.

A renda d quem não trabalha é infinitamente maior do q a de quem produz. Aí este jovem, aliás, Professor, economista, apontando o Tabu do Ajuste Fiscal: solução, a taxação das Heranças, das Grandes Fortunas e dos Bancos.

A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, no seu Art. 153, estabelece q “Compete à União no inciso VII, instituir impostos sobre: grandes fortunas, nos termos de lei complementar.”

Porque tem sido, o único imposto q até hoje não foi cobrado, nem sequer regulamentado juridicamente, pelos políticos do País?

São Fortunas hoje nas mãos de pessoas brasileiras, entre muitas delas, humanistas, artistas, cineastas, artistas de TV.
Como tudo hoje está escancarado, os retratos dos bilionários aparece, sempre ritimicamente, na Internet. Todos sabem quem são.
Como estas Fortunas se fizeram, nem os q usufruem delas, talvez, hoje saibam. Mas é óbvio q o Capitalismo não nasceu e cresceu na pureza, a própria exploração do trabalho humano, a Escravidão, o Imperialismo Coloniali$ta em si é a Mãe e Pai da Corrupção das Corrupções.

Piketty nos atenta: nunca houve maior desigualdade em toda a história da humanidade como nos dias de hoje.

E é incrível q o próprio Partidos dos Trabalhadores está sendo chamado à apoiar leis contra o q justifica sua existência.

Chegamos à uma situação paradoxal, q talvez todos nós brazileros q amamos o q criamos com nossos mais diversos trabalhos, e os que criam seus trabalhos e fazem parte das grandes fortunas, possam eles mesmos, ser os q vão se dar ao luxo de liderar um movimento de taxação das suas próprias Grandes Riquezas, das Heranças, dos Bancos.

Porque suas caras honestas, na geração atual diante da situação de humanidade endoidada de agora já estão parecendo caras dos WANTEDS de Faroestes.

Todo mundo sabe de tudo.

Nós temos q retomar novamente o Brazil q foi outra vez recentemente interrompido em seu crescimento humano por Políticos sem talento q praticamente arrasaram a Arte Maravilhosa de fazer Política.

Meu Pai foi, minhas Irmãs foram também professoras. Nós fomos muito mais q educados, fomos culturados. Nosso Pai Professor, comprava livros distribuídos por Monteiro Lobato sobre o Brazil e a Literatura Universal, filmava… Sei q hoje não se aconselha a sermos alfabetizados na família, mas eu adorei ser.

Isso pra dizer q acredito mais hoje nas pessoas dos Professores, com condições de viverem uma vida menos apertadas pra poderem viver a vida estudando, cultivando sua própria vida pra poder ao mesmo tempo passar por amor, como os gregos, a Sabedoria na Pedagogía da

Relação Inter Subjetiva entre Aluno e Professor mediados por Eros, como no “Banquete” de Platão Sócrates Antropofagiado q estamos apresentando no Teat(r)o Oficina.

O grande trauma da esquerda é a maior loucura dos tempos atuais. Todas as grandes causas humanas estão nas mãos dela.

A Direita hoje é q é o novo Stalinismo. A esquerda libertou-se dos seus modelos de socialismo real, e acolhe hoje os movimentos Libertários, o dos Índios Cuidadores da Natureza, os movimentos da liberdade do Amor, o Passe Livre, o Parque Augusta, o Entorno do Teat(r)o Oficina, a Taxação das Grandes Fortunas.

Dilma você tem, se quiser, o poder de dar uma guinada pro lado q te fez quem é, pode aprender muito com a audácia dos professores.
O povo brasileiro precisa que você tome uma posição à favor de tudo q é renovador do Poder dos Humanos. Não acredite tanto no Vodu, na Feitiçaria dos Falsos Bruxos do Mercado.

Lembre-se o q você já passou e passa, tome um banho de ervas, acredite no Feitiço q corre em teu sangue, dá um chega pra lá, de Bruxa Mineira, na Cunha da Cruz q te Tortura mais q nunca e o povo Brasileiro se Levanta contigo, sem precisar como Vargas de derramar seu sangue. Esta atitude é a única pra conter o Golpe já presente nos panelaços, mais uma vez em nossas vidas, e pode nos fazer retomando o caminho de uma Democracia Popular, Educada, Culta, sobre tudo GENEROSA, livrando seu Animal Erótico

Zé Celso

6 de maio de 2015

indios

Só 1000 toques para Dilma:

Ufa! No fim, Dilma traz alegria escolhendo Juca Ferreira para ministro da única criação humana a destrinchar a crise brazylera y mundial: Cultura. A história surpreende. Juca não é quota do partido, mas um cultivador forte da roça cultural, este elegante artista, ecologista, animador, reabre pros brazyleros na maior desigualdade na distribuição da renda da história humana, a cultura como valor primeiro, infraestrutura da vida, cúmplice da força da natureza devoradora de modelitos por ora talvez inevitáveis, inspirando correntes da sociedade brasileira fartas da hysteria golpista. Com Juca, o Ministério da Cultura passa a ser órgão de sabedoria, inteligência, sensibilidade, no caos da rigidez fiscal, momento em que o patrimônio cultural brazylero está pior que o da Saúde y Educação, e essa dupla não tem sentido sem Cultura. Jovens de todas idades saberão ler o que está em seu redor. Dilma acertou: cultura como moeda de apoio à governabilidade não presta, só vale se livre y plugada na terra, em nós humanos, espécie quase em extinção.

José Celso Martinez Corrêa (Zé Celso), presidente da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona

Leia abaixo, na íntegra, o texto “Dilma: Cultura da Infraestrutura da Vida é só o que desejo pra inspirar teu 2º Ato na Presidência do Brasil”:

IÓ! Presidente Dilma: Cultura da Infraestrutura da Vida é só o que desejo pra inspirar teu 2º Ato na Presidência do Brasil

Dilma Presidente do Brazeiro do Povo Brazylero

Dilma, no seu último comício no Tuca, vinda do fogo do povo artista da perifa, chegou criando um círculo de mãos tocando antenadas nos dedos de todas mãos, de nós que estávamos no palco, havia música no ar, chegou minha vez, estavas linda, cheirosa, nos abraçamos, dançamos cheek to cheek, na ethernidade de frações de segundos. Eu beijei teu rosto e te dei esta fala: “Te Adoro”. Dilma, você me replicou: “Ah! se eu pudesse ficar aqui dançando” e foi pra pras janelas que davam pras ruas, onde o Coro Junino 2013 renascia diferente em 2014: milhares de jovens trotando numa cavalgada impulsionadora y você pulou junto a dança dos jovens potros do brazyl revitalizado.

Agora o Elenco do Phoder das Altas Esferas já está montado, pra desvuduzar sua 2º Temporada no Poder da pressão golpista dos retornados comemoradores dos 50 anos da ditadura militar.

Levy pro Mercado/Desenvolvimentistas pro Planejamento/Banco Central, com os que já $ambavam/Agro Negociante na AgriCultura Tóxica/Esporte pra um Evangélico/Ministério da Ciência y Tecnologia para um Importante Politivo pro Brasil, mas sem a ginga da Ciência Contemporânea/Polícia Federal no Juízo Final, lavando à jato Personagens Corruptos y Agentes d Empreiteiras Corruptores: O q cai em cima da Petrobras é denuncia premiada entregando o núcleo forte da vanguarda mundial da corrupção: o próprio Capitalismo.

Você certamente vai dirigir esses 1ºs contemplados sem trair seu superobjetivo de trazer mais povo pra contracenar com eles.

Nós, artistas, vamos entrar com tesão nesta cena, se você mexer as cadeiras y chegar ao cu da cultura: a infra estrutura, não do capital, aquele que Marx pôs em cena, a Macro Economia do Capitalismo, mas o da infra estrutura, da natureza da vida, nosso maior bem, o que vale y não morrerá, se houver sua valorização via inteligência emocionada do que alguns humanos chamam de “CULTURA”, riqueza maior dos povos, hoje desprezada.

A respiração está difícil pra nosso Planeta Terra, esse ser vivo que gira. A Seca: há escassez da origem da vida, a Água, que chegou hoje, bem antes do previsto.

A peça nova a ser encenada em seu governo só passará a ser democracia se o Cultivo da Vida ao Vivo vier à tona na Tempestade da Paixão além do corpo cidadão, ou do corpo mercado, fazendo brotar o olho d’água da ambição de viver o destino humano de uma nação mundial, sagrando sua Majestade: o Corpo Cultura, Espelho do Inverso no Verso virado Carne Humana Brazylera.

Nos debates eleitorais, todos os Tabus nem sequer foram tocados, por falta do TABÚ dos TABÚS : a CULTURA. Ela deschava, desconstrói e desmistifica com inteligência y beleza, todos deles. Esta façanha só o TABÚ DA CULTURA, virado TOTEM, pode fazer.

Antes a Cultura era pautada como assunto primordial dos candidatos; em 2014 foi decapitada, como se pudesse existir uma nação sem a transvalorização criadora da emoção que só a cultura traz: Tabu da Descriminalização Urgente das Drogas/da Legalização do Aborto/Tabu da Existência palpável do Choque de Classes/Tabu do Amor Livre

assim Cantava Antônio Conselheiro:

“O Amor é Grande y Livre demais
pra ser Julgado por nós,
pobres mortais”

Na sua entrevista pós-vitória, publicada ipsis litteris pelo Estadão, está sua forte persona, imbatível na estatística, na tecnocracia. São grandes qualidades suas, já conhecemos e admiramos. Mas eu lá não li se existe seu prazer de destampar seu superego, pra felicidade geral da nação, deixando-se penetrar pela respiração dos ventos da cultura, colocando sua sabedoria técnica, científica, pra trazer a poesia do desejo humano de viver gostoso nas revelações culturais transpassantes do apocalipse do capital, tornando você Dilma, uma Estadista – mais q isso, uma Estadista Humana ou mesmo TransHumana.

BRIZOLA vindo de GETÚLIO VARGAS, + DARCY RIBEIRO, criaram os estatutos do PDT ainda na “abertura” da ditadura, uma constituição cultural, uma reforma política que resolveria muito além do impasse de hoje, desta exigência de rever o apoio público das campanhas políticas nas eleições.

LULA, por ser uma pessoa culta por sua vida intensamente experimentada, vivida na dor-amor-humor-negociação, teve a inspiração de chamar o músico antropófago InterNétizado da Tropicália GILBERTO GIL e o ecologista JUCA FERREIRA pra primaverarem o Ministério da Cultura relançando uma Política de Estado Concreta para a CULTURA DA MISCIGENAÇÃO BRAZYLEYRA.

MARTA SUPLICY trouxe seu talento de negociação política pra ampliar campos culturais na neutralidade da internética, valorização da literatura, da moda. E mais, com sua agilidade, replicou a Troca de Terrenos proposta por Silvio Santos com o Entorno do Teat(r)o Oficina Tombado pelo IPHAN, confirmando um Terreno da União, anunciado já por Ana de Hollanda, na área de Exploração Econômica do Novo Plano Diretor da Cidade pra fazer essa Troca. Nós, do Teat(r)o Oficina Uyna Uzona, e o Grupo Silvio Santos não temos mais saco pra lutarmos entre nós, empatando-nos mutuamente, nesta peça há 34 anos em cartaz, por isso queremos que esta TROCA aconteça já, sem medos, abrindo seu 2º Governo com um Ato Grandioso de Revolução Cultural. Libertando o Coração da Cultura de SamPã: o BIXIGA, q então vai iniciar a virada pra ser um Corredor Cultural plugando da Vila Itororó ao infinito das Ciclovias, até a “Chácara do Jockey Club”. O Magnítico Prefeito Fernando Haddad abriu estas perspectivas – como tantas outras – de um outro destino pra enfartada SamPã.

A luta “Oficina X Grupo Silvio Santos” nos ensinou muito, mas, desgastante demais, durou um ano a mais q a vida d Cristo. Mas, com seu desfecho vitorioso pra ambas as partes, irá dar lugar à emersão definitiva dos mais de 56 anos do Teat(r)o Oficina pra sua rheal grandeza, antropofagiada enfim por todos povos do mundo atual e pros que virão, nos livrando da injustiça dos TABUS que nos foram impostos pela mediocridade invejosa cultural dos que nos condenam. A decisão final desta guerra Urbana transformará este ridículo TABU OFICINA em TOTEM. Do contrário, ficaremos insuportáveis,
a sombra, a toa, esperando o reconhecimento com a morte de todos nós q inventamos esta aventura ambiciosa demais pros q não acreditam no P(h)oder do Teat(r)o.

A Satisfação ao Mercado não é mais importante para a Vida Humana no Brasil que a Potencialização da Vida do Povo Brazylero, pelo Poder dos que fazem Amor com a Cultura.

Esta Multicecía vinda dos Ciêntistas, Xamãs, Poetas, nossos ancestrais indígenas, africanos, emigrantes, que devoraram nosso Colonialismo Cultural e abriram pontes no presente futuro, dando pra humanidade terráquea y apostando com coragem na busca de uma era além da sobrevivência rotineira e medíocre de um país que nasceu pra brilhar, sobretudo por sua Arte de Viver Intensamente.

A Greve dos trabalhadores do Ministério da Cultura mostrou a situação do Patrimônio Cultural Brasileiro, mais indigente que os hospitais e escolas.

E nós que trabalhamos na Arte do Teat(r)o não aceitamos mais viver flechados por todos os lados, com a grande dificuldade de dar à família humana mundial muito mais do que temos a dar do q demos até agora. Nossas gavetas estão mais cheias que as de toda a corrupção que agora virou best seller.

Venha, Presidenta, pisar, dançar na Pista do Teat(r)o Oficina, chamada de Rua Lina Bardi, a última Obra de Arte desta “Arquiteto”, como gostava de ser chamada, AccquilLina Bo Bardi. No dia 5 de dezembro de 2014 teve o inicio de seu Centenário, q vai até o fim d 2015, já em plena Celebração em muitos países do mundo e no Brazil, onde Lina apaixonou-se pelo “o q faz a mão do povo brazylero”.

Adoraríamos sua presença numa Noite no Teat(r)o Oficina, última Obra de Arte de de Lina, em q a Celebraríamos com o Público d São Paulo, mais 22 dos mais Jovens Coletivos de Teatros de SamPã – que como nós, da Associação dos Tecno Artistas Multimídias do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, o Coletivo Teat(r)al mais longevo do Brasíl, estão ameaçados de extinção pela Especulação Imobiliária na Capital do Capital rancoroso e pão duro de São Paulo no século 21. Seria uma Noite em q Celebraríamos também a Cultura como motor de seus próximos anos d Governo. Quando sua agenda abrir esta oportunidade, nos comunique, q logo encenaremos uma Cerimônia mais empolgante ainda q as feitas para as Rainhas nos tempos Shakespireanos.

Nós, tecno-artistas, temos na nossa natureza o segredos do poder da cultura pra driblar o impasse com a Especulação Imobiliária, através de novas invenções estratégicas q tem, às vezes, o poder d abrir os ambiciosos caminhos, travados pela medrosa fissura financeira incapaz, muitas vezes, de beber a vida a grandes goles. O apoio d sua pessoa y d seu Governo, através de seu maravilhoso Ministro da Cultura, Juca Ferreira, reforçaria mais ainda a possibilidade d encerrar, a favor dos Teatros de São Paulo, estes despejos humilhantes pros povos do Brasil y do Mundo.

A Arte Teat(r)al, tal qual  nós, roceiros, praticamos hoje, é desprezada há mais de milênios, mas tem sido o Rito Central da renovação do Poder da Água da Vida: a Liberdade Humana, cachoeira do grande desejo de querermos dar mais y mais, além de só reagirmos por nossa sobrevivência.

Gostaria muito de estar com você, Dilma. Sou um velho senador de 77 anos, 56 vividos no Teat(r)o Oficina. Queria, além de receber seus ensinamentos, descobrir com todos como levantar o Brasil com o que é sua maior riqueza: o povo criador, não somente faminto, sem teto, mas vox populi fabricante da alma elétrica das palavras – corpo sons musicais dos dityrambos, do imagiário básico da Arte Carinhosa da Poesia da Vida com Cultura.

José Celso Martinez Corrêa (Zé Celso), presidente da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona,

com todo afeto q se encerra neste peito
nada varoníl
y vivam os índios q mal vivem no Brazíl


À
EXCELENTÍSSIMA PRESIDENTA DA REPÚBLICA DO BRASIL
DILMA ROUSSEFF

A
LUÍS INÁCIO DA SILVA

AO
CANDITADO À PREFEITURA DE SÃO PAULO FERNANDO HADDAD

A
TODOS

CARTA ABERTA

IÁ! COM TODO AMOR
PODE SE ORGULHAR PRESIDENTA
NA VÉSPERA
DESTE 1º DIA DE OUTONO DO ANO BISSEXTO
INTELECTUAIS
AQUI EM SÃO PAULO
PROCRIARAM
UM DOCUMENTO PODEROSO
RE-CRIANDO SAGRADAMENTE
O PODER POLÍTICO DA ENERGIA CULTURAL

– Abaixo deste o documento referido criado pelos intelectuais em São Paulo –

O MAIOR TABÚ INTOCADO:
A CULTURA
Q POR ESTA RAZÃO
ESTÁ REDUZINDO O CRESCIMENTO DO BRASIL
A MENOS Q 3%
FOI QUEBRADO
E AGORA TOCADA
VIRA TÓTEM
NUM DOCUMENTO
SEM CHAVÕES

ENFIM SURGE UM TEXTO
DO VALOR DO BRASIL
E DOS BICHOS HUMANOS BRASILEIROS DA ERA DOS BRICS

DOCUMENTO SOLAR
FORTE
NOVO
RENASCENTISTA
EXPLODINDO A PRESENÇA
DA ATUAL DITADURA DO PENSAMENTO ÚNICO NO BRASIL

SÓ DISCORDO DESTE TEXTO
NO FAZER DE BODE ANA DE HOLANDA
NÃO ESTOU TRATANDO DE SUA DEPOSIÇÃO DO CARGO
NEM MUITO MENOS DA BRILHANTE GESTÃO DA PRESIDENTA DILMAROUSSEFF

MAS SIM DO FATO
DE Q OS PARTIDOS DE ESQUERDA
CENTRO
E DIREITA
PRESSIONAM OS POLÍTICOS,
ELEITOS PELOS Q QUEREM FAZER
O BRASIL CRESCER
NA ECONOMIA VERDE E GOZOZA,
COM UMA IDÉIA ÚNICA
LITERALMENTE ABORTANDO SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O PAÍS

POLÍTICOS COM VOCAÇÃO PÚBLICA
PODEM AGORA,
A PARTIR DO “MANIFESTO DOS INTELECTUAIS PAULISTAS”
SE DAR AO PRAZER DE GOZAR ESTA MUDANÇA DE ERA

UMA MUDANÇA DE POSIÇÃO
TRANSCENDER A PERSONAGEM ÚNICA
MARCANTE

POR EXEMPLO
PRESIDENTA
DE MÃE DO PAC
PASSAR A SER “AMANTE DO PAC” E DO CULTIVO DA VIDA PELACULTURA DA LIBERDADE POTENCIALIZADA

OUVIR A PARTIR DE SEU PRÓPRIO CORPO DE MULHER LINDA
AS PALAVRAS DESTE POEMA POLÍTICO:
Q INTELECTUAIS
SEM VERGONHA DE SER,
JUNTARAM-SE NA ERA DA INTELIGÊNCIA E PRODUZIRAM
A RETOMADA DA REVOLUÇÃO CULTURAL Q HOJE RENASCE E CANTA NOMUNDO TODO

A PERDA DE HEGEMONIA DO CAPITALISMO
DO SOCIALISMO
E TODOS OS ISMOS DOS FUNDAMENTALISTAS GANANCIOSOS DOPODER TEMPORAL DA MÁQUINA BUROCRÁTICA ECONÔMICA POLÍTICA ECULTURAL DO ESTADO
AUMENTOU SUA GANÂNCIA, SUA FOBIA
PORQUE SABEM Q ESTÃO SENDO ENGOLIDOS PELOS FINOS BISCOITOS
Q A MASSA PRODUZ
E QUER COMER

DILMA !
LULA ! (SEU GOVERNO ESTAVA DE ACORDO)
FERNANDO !
AMANTES DA VIDA LIVRE
FORA DO REBANHO,
COMO É IMPORTANTE ESTARMOS ACORDES PARA O ÓBVIO!

ACORDES !

SEM A CULTURA ESTAR POTENCIALIZADA
COMO ESTRATÉGIA DO ESTADO BRASILEIRO
NÃO HÁ MAIS DEMOCRACIA
NÃO HÁ MAIS PODER
LIBERDADE DE DÁDIVA
DE CRIAÇÃO
NOS HUMANOS

HÁ SOMENTE O PODER VAZIO
DA MÁQUINA DOS Q IMPÕEM SER DONOS DE UMA VERDADE
DEVASTADORA
ATRAVÉS DE PRESSÃO POLÍTICA
DE EXTREMA DIREITA

CAÍMOS NO FUNDAMENTALISMO DO PARTIDO ÚNICO

SÓ UMA CULTURA VIVA BIO-DIVERSA
Q NÃO TEM NADA A VER COM A DE CONSUMO
TEM O PODER
DE TORNAR DEMOCRÁTICOS O ESTADO MAFIOSO
E A VIDA DOS BRASILEIROS

A CULTURA NA DOÇURA
EXPLODE… MAIS Q ISSO… ESPATIFA
A DITADURA DESTA
IDADE MYDIA
DA TECNOCRACIA
DAS FOBIAS
DA SUBMISSÃO AO ÚNICO Q TEM UM PROGRAMA:
O PFC – PARTIDO FUNDAMENTALISTA CRISTÃO
Q JÁ AMEAÇA EXPULSAR A CULTURA
DA DISCUSSÃO POLÍTICA
TOMANDO SEU LUGAR OUTRA VEZ
NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS
COMO ACONTECEU NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

FERNANDO HADDAD
VOCÊ É MEU AMADO CANDIDATO
MAS NÃO POSSO VOTAR EM QUEM COMEÇA SUA CAMPANHA DIZENDO:
“SOU CONTRA O ABORTO”
NINGUEM É A FAVOR
MAS É UMA QUESTÃO FUNDAMENTAL DA DEFESA DA VIDA DASMULHERES
A ONU JÁ SABE DISSO
SUA CANDITADURA PODE EMPLACAR
SENDO A LUZ DA REVOLUÇÃO CULTURAL Q É DESEJO PLANETÁRIO

É HORA DE TER CANDIDATOS ÀS PREFEITURAS DAS CIDADES DOBRASIL Q NÃO SE SUBMETAM À ESTA DITADURA DITADA PELOMARKETING
CAINDO DE PODRE
E NOS APODRECENDO A TODOS
JUNTOS

A ECONOMIA VERDE É SOCIAL, POLÍTICA,
É PELO DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DO BÁRBARO TECNIZADO
É RENASCENTISTA
É PLUGADA NA MAGIA DA NET
(SAGRADA COMUNICAÇÃO LIVRE)
DA REVOLUÇÃO DA NEUROCIÊNCIA
DA MEDICINA MOLECULAR
DAS CÉLULAS TRONCO
E SOBRETUDO DOS POVOS BIODIVERSOS
EM TODA TERRA SAGRANDO DESEJOSOS A PALAVRA “REVOLUÇÃO”

ESTA PALAVRA: “REVOLUÇÃO”
DEPOIS DO
“AI SE EU TE PEGO”
É MANTRA AGORA
DE NOVO
SACRALIZADA POR TODOS OS POVOS
TESUDOS DE LIBERDADE
BEM MAIS PRECIOSO
Q COMMODITIES
PRA PODER CRIAR O DESENVOLVIMENTO
E PROCRIAR
EM SINTONIA COM A REVOLUÇÃO CÓSMICA PERMANENTEMENTE VIVA
NA TRANSMUTAÇÃO CONSTANTE DA TERRA
E EXPANSÃO DO UNIVERSO

O MANIFESTO DOS INTELETUAIS
DISSOLVE EM SI
TODAS AS CRISES POLÍTICAS E RELIGIOSAS
POR QUE PEDE LIBERDADE
AO PODER DA CULTURA
DE CUIDAR DA VIDA
DO OUTRO
DE SI
DO COSMOS
E CRESCER

AMOR
BIODIVERSIDADE
JÁ NOS ESTILHAÇOS DA IDADE MYDIA
RECOMEÇA A ESTAR DENTRO
DA VIDA
DE TODAS ESPÉCIES
DOS ASTROS
DO AR

E ATÉ A POLÍTICA PODE PROCLAMAR SUA INDEPENDÊNCIA
DA SERVIDÃO DAS MÁFIAS
DA PRESSÃO DA “REVOLUÇÃO”
DA “VERDADE ÚNICA”
Q SÓ QUER JOGAR NO CARGO
O PAPEL DE FANTOCHE DE UM ESTADO FUNDAMENTALISTA REATIVO ÀVIDA

ESTÁ NA HORA DE TOCAR NOS TABUS
Q SÃO POLÍTICOS

A QUESTÃO DO ABORTO
QUER SE ACHE VERDADE OU NÃO
É DE SAÚDE PÚBLICA DO CORPO VIVO

A QUESTÃO DA LIBERTAÇÃO DA REPRESSÃO ASSASSINACRIMINALIZADORA
DAS DROGAS É TAMBEM UMA QUESTÃO POLÍTICA DE SAÚDE PUBLICA

A DEMOCRACIA SEM CULTURA LIVRE
POTENTE
PRECISA DE OUTRO MOVIMENTO
Q SEJA COMO O MDB NO FIM DA DITADURA
Q DISCORDE DO PENSAMENTO DO PFC EVANGÉLICO CATÓLICO
ALINHADO COM O NANICO PARTIDO PRÓ DITADURA
DEFENDIDA PELOS MILITARES TORTURADORES APOSENTADOS

ZÉ CELSO

20 DE MARÇO
DO ANO BISSEXTO
DE DOIL MIL E DÓSE

NOVAS CATEGORIAS POLÍTICAS:

HUMOR ! AMOR !
VERTIGEM NA LIBERDADE !!!
A CULTURA É INFRAESTRUTURA
MACRO MICRO DA VIDA


DOCUMENTO DOS INTELECTUAIS PAULISTAS

Na última década, o Ministério da Cultura transformou-se em uma área especialmente dinâmica do governo federal. Ao reconhecer a importância primária das práticas de sentido para a vida social, o Estado deu-se finalmente conta de que tem responsabilidades incontornáveis no que toca ao estímulo, apoio e defesa das manifestações criativas que emergem do povo, ou melhor, dos povos brasileiros como expressão de sua vitalidade e de sua personalidade.

À medida que o país foi ganhando projeção internacional, maior foi se tornando a necessidade de definirmos e consolidarmos a contribuição distintiva que o Brasil espera estar em condições de dar à civilização mundial. Com este objetivo, a abertura da esfera pública a uma multiplicidade de agentes e ações, oriundos de todas as regiões do Brasil, ligados à criação de cultura, isto é, de valor existencial – artistas, ativistas digitais, produtores culturais, editoras independentes, coletivos experimentais, criadores da moda e do design, intelectuais, povos indígenas, comunidades tradicionais, quilombolas, movimentos contra a discriminação de gênero e de orientação sexual, ambientalistas, grupos culturais dos mais variados matizes e propósitos – constituiu-se em uma das experiências institucionais mais inovadoras que o Estado brasileiro jamais promoveu.
Sob a liderança das gestões da cultura durante os 8 anos do governo Lula, o acolhimento entusiástico de uma vasta gama de manifestações antropológicas, tradicionais como modernas, regionais como nacionais, locais como globais, deu direito de cidadania e densidade politica a vários conceitos novos, doravante parte de nosso vocabulário de política pública: “cultura digital”, “pontos de cultura”, “cultura viva”, “patrimônio imaterial”, “cidades criativas”, “economia da cultura”, “diversidade cultural”, “creative commons”, “compartilhamento”, “cultura e pensamento”, “cidadania colaborativa”, “participação setorial” e tantos outros. Um Plano Nacional de Cultura foi redigido pelo MinC com ampla participação dos setores interessados, e foi aprovado pelo Congresso Nacional. Tratou-se de um esforço consistentemente democrático de transformação da agitação social em meio de conquista de uma voz pública, de expressão da força viva dos povos de nosso país nos termos de um discurso de dimensões propriamente políticas, no sentido mais nobre da palavra.

Como herdeiro legítimo deste legado, o governo Dilma tem um grande desafio pela frente. É enorme a expectativa dos inúmeros grupos envolvidos no processo de emancipação cultural iniciado nas gestões passadas. Os que acompanham, como cidadãos, essa histórica reviravolta inquietam-se sobre a orientação que irá prevalecer uma vez encerrado o primeiro ano de uma gestão federal de cultura marcado por hesitações, conflitos e por mudanças de rumo que nos têm parecido infelizes.

É inevitável constatar que houve inúmeras perdas de visibilidade e de nitidez no horizonte da política cultural, comprometendo a imagem de um país que avança para o futuro sem perder a relação com seu passado, e que se moderniza sem destruir suas tradições. Depois de inúmeras notícias desalentadoras ao longo do ano que passou, a opinião pública constata que a presente gestão de nossa política cultural vem se mostrando descomprometida com o legado das conquistas recentes neste âmbito, como o atestam as inúmeras iniciativas de grande impacto dentro e fora do País. É digno de nota, em particular, o que parece ser o total desconhecimento, por parte da atual gestão do MinC, do debate internacional sobre os desafios que o novo regime capitalista globalizado coloca para os criadores em todos os âmbitos da cultura, nesta época em que a criação de valores existenciais se viu capturada e sujeitada pela produção de valor econômico.

O despreparo para a prática do diálogo e do embate crítico por parte dos atuais responsáveis pelo MinC é dolorosamente evidente. É assustador, por exemplo, que em recente entrevista a ministra afirme que tem vivido uma “guerra de nervos” e que todo o seu universo de preocupação esteja reduzido à sensação de que os que discordam de sua gestão estejam apenas querendo derrubá-la de seu posto, deixando de lado o sentido maior da vida democrática que é a possibilidade do diálogo e da reconciliação em benefício de algo público e de grandeza comum.

A criação cultural é indissociável da construção inovadora de horizontes para o País, é a cultura que forma as realidades que nos condicionam e projetam os destinos da vida em comum. Não faz mais sentido pensar nos quadros anacrônicos que tinham a chamada “infraestrutura”, ou economia, como elemento primacial da vida humana, ao passo que a cultura, ou “superestrutura”, era vista como artigo de luxo. Pois não é possível, justamente, entrarmos em pleno século 21 equipados com uma “superestrutura” mental que data do século 19. É um engano gravíssimo um Estado contemporâneo não dar a devida importância à agenda das políticas culturais, pois a economia sem a cultura não pode mais do que propagar a desvalorização de uma sociedade, colocando-a a mercê de interesses estritamente econômicos.

Desde que a crise global se abateu sobre o ocidente capitalista em 2008, a agenda cultural se tornou um tema ainda mais importante para nós e as disputas de sentido vão direcionando os possíveis caminhos a seguir. Ora, foi precisamente neste momento crítico que passamos a constatar a decadência do protagonismo do governo federal na área da política cultural, com a trágica perda de capacidade para gerar consensos mínimos e coordenar o desenho de horizontes para os inúmeros segmentos que estavam sendo reconhecidos pelo governo Lula. Esse perigoso isolamento do MinC pode nos fazer retroceder mais e mais nos próximos anos, ainda que a prosperidade econômica se mantenha. A mera celebração de uma “cultura” concebida como excedente simbólico entregue a profissionais consagrados da indústria de entretenimento certamente não pode substituir a consciência ativa do papel central que a força de trabalho criativa passou a desempenhar no cenário do novo regime capitalista. O MinC de hoje desconhece os sistemas de acumulação financeira, de ganho unilateral de corporações com os direitos autorais e de imagens. Ao tornar-se refém de um modelo institucional arcaico, o governo federal vai aceitando que as forças mais reativas do modelo neoliberal passem a conduzir as subjetividades, tornando-se um instrumento para sustentar apenas desejos sociais compulsivos de consumo, como se estes fossem o meio de produção de sociabilidade.

Neste sentido, a escolha do(a) ministro(a) que a Presidenta tem em suas mãos é um dos trunfos fundamentais na consolidação do projeto de país que se começou a implantar desde o fim da ditadura militar. Esta é uma responsabilidade crucial do governo federal e da sociedade civil, não podendo ser deixada ao sabor da Realpolitik e seus jogos de acomodação partidária. Esperamos que Dilma Rousseff, que tem mostrado grande competência na condução do País em outros setores, confirmada pelos altos índices de aceitação popular, tenha sensibilidade e coragem para indicar um ministro da cultura à altura do que requer este cargo, em vista da importância do Brasil no cenário mundial contemporâneo. Um(a) ministro(a) que alie uma escuta fina para a diversidade cultural, no acompanhamento das complexas demandas culturais internas e na articulação ousada com o cenário internacional, sobretudo em torno dos problemas deste novo estatuto da cultura.

A experiência acumulada por este nome escolhido é algo essencial neste momento. Quer em termos profissionais, quer em familiaridade com a política da criação contemporânea e a rica variedade a de suas manifestações, uma liderança suprapartidária e democrática é o que pode garantir um pulso firme e uma capacidade de gestão dinâmica, de verdadeira liderança nesta direção que o presente nos aponta. Nós signatários, como todos os produtores de cultura neste País, temos nossa parcela de responsabilidade nesta tarefa: cabe a nós o apoio ao futuro portador desta inteligência de qualidade cultural e a exigência de uma escolha acertada para os próximos anos da atual gestão federal neste importante âmbito da vida nacional.

MARILENA CHAUÍ, EDUARDO VIVEIROS DE CASTRO, SUELY ROLNIK, LAYMERT GARCIA DOS SANTOS, GABRIEL COHN, MANUELA CARNEIRO DA CUNHA, MOACIR DOS ANJOS

O Corte no Ministério da Cultura é a “Falha Trágica” do Governo Dilma, e bate diretamente no Corpo de cada Artista.

O exemplo que o Governo dá, neste desprezo à importância da Cultura como Política Energética, Estratégica, Produtiva, Imaginativa, Criadora, dum Brasil pra lá de justo, é péssimo!

Reflete-se em todas as áreas do Mercado que passa a investir somente na acumulação de capital em nomes & marcas de produtos destinados a manter o status quo para auto-ajuda e justificativa dos valores pequeno burgueses e burgueses.

Como não é uma Política prioritária do Governo Dilma, produz monstros: por exemplo, agiganta a Burocracia, que faz de nós Artistas Escravos, submetidos a um sistema de pagamento quando contratamos com o Governo, que só chega, se chega, muito depois das Obras culturais contratadas, terminadas, cumpridas.

Depois do horizonte aberto por Ministros como Gil e Juca no Governo Lula, sacrifica-se uma Artista como Ana Buarque de Holanda, como Bode da situação.

Dilma não pode fazer isso com os Artistas, inclusive com sua Ministra, não lhe dando condições de Ação Criadora.

Precisa se encontrar com Artistas brasileiros direta e imediatamente, Corpo a Corpo, para receber esta Energia Pré Sal da Cultura que neste momento os Artistas trazem no Corpo e em suas Obras. Vai sentir a potência que poderia realmente ser o dínamo de seu Governo para erradicar pra valer a Miséria do Brasil, trazendo RIQUEZA.

Parece que a presidenta ignora o Poder Prático, Infraestrutural da Cultura.

Nós Artistas estamos Re-Existindo, rebolando na batucada da $eca, exatamente quando estamos prontos a ser a Tropa de Choque do Fim da Miséria, rumo a uma Riqueza Econômica Comtemporânea, Verde, reinventora de soluções jamais imaginadas por Tecnocratas.

A Cultura é o Ar da Criação, da Vida, soprando em toda máquina social do mundo.

A Cultura, se potencializada, vai revelar-se mais que a Uzyna de Belo Monte, vai revelar em Epifania sua Força. Vai propiciar ao Brasil – que neste momento está pronto pra virar o Globo do avesso – o Salto Imortal, além da Copa do Mundo e das Olimpíadas.

O Mundo sabe mais disso do que nossos Governantes.

Nossa Cultura como já visualizava Oswald de Andrade é de “Exportação” e nossos “Finos Biscoitos” estão em franca produção, movidos à Alegria, pra devoração “das massas”.

Já temos estocada uma Super Produção dentro de nossos Corpos de Artistas, como os Africanos Escravos tinham o Candomblé, o Samba, a Arte do Futebol, a Cozinha, as Artes de lidar com Ferros… e etc… Temos o futuro presente que vai muito além dos saberes da Tecnocracia.

Presidenta Dilma, chame-nos para um encontro a nós, Criadores da Cultura no Brasil de todas Áreas e Classes, não para um “Chá de Comadre”, mas para alavancar novos Horizontes Produtivos na Subjetividade Criadora do Povo Brasileiro.

A Cultura atual vibra em toda a Pirâmide Social, para comê-la com Arte e Beleza.

É o que Galuber chamava de “assassinato cultural”, não se pode é cortá-la.

É muito mais que erradicar a Miséria, é Criar a Riqueza.

José Celso Martinez Corrêa

Amor Ordem e Progresso

Petição pública contra os cortes no MINC: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N16550

O cantor, compositor e escritor Eric Poète está escrevendo um compêndio literário com retratos biogáficos de artistas brasileiros. Para isso pediu à Fernanda Montenegro um depoimento sobre a minha pessoa, e meu trabalho no Oficina Uzyna Uzona. A grande Dama da Arte do Poder do Teatro escreveu o texto que segue, ao qual eu respondo, também em seguida:

Fernanda Montenegro

“O Brasil tem um vêio de referências cultural e existencial pelo qual o rumo a seguir nos é conscientizado: Gregório de Mattos, Euclides da Cunha, Villa-Lobos, Oswald de Andrade, Nelson Rodrigues, Glauber Rocha.
Nessa linhagem está Zé Celso. O que os liga? Um clamar, um convocar, um convulsionar, um amar. E mais que amar: proclamar. Esse agir vem de uma alucinada herança ibérica, barroca, mítica, onde, no sagrado e no profano, nós nos perdemos, nos achamos. E nos salvamos.
O Zé pertence a essa temperatura, a essa pulsação. Lembro a figura dele há 50 anos. Nada, fisicamente, demonstrava essa persona que a vida foi lhe acrescentando: um ser extremamente energizado, fustigante, ardido de tanta lucidez, onde a paz do conformismo, em pânico, passa ao largo. O Zé tem, com relação ao Brasil, uma obstinação de lobo faminto.
É um ermitão que não prega no deserto. Aliás,  onde o Zé prega não há deserto. Acompanho suas declarações, vejo suas fotos, leio suas entrevistas, admiro suas barbas, seu cajado, seus olhos de vidente. O Zé é um transformador.
A partir do Bexiga e do Oficina(esses espaços, no meu entender, são um só) o Zé se espraiou por muitas zonas e muitas gerações. Desse Bexiga, o Zé nos imprime o desassossego mais provocador, mais tonitruante, mais triunfante de São Paulo.
O Oficina (o Zé) dá ao Bexiga a dimensão de seu amor à vida e projeta esse bairro à altura da Cidade e do País.
Toda a trajetória votiva desse criador é única na cultura contemporânea do Brasil.”
Fernanda Montenegro

IÓ! FERNANDA MONTENEGRO
IÓ! ERIC POETE

Muito obrigado por me tornarem,
hoje numa tarde cinzenta já fria,
presente,
e me dar energia dando-me este presente:
as palavras de Amantíssima Fernanda Montenegro,
Dama Maior entre as Damas da Dinastia das Cacildas Aristocratas do Poder da Arte de Teatro no Brasil.

Pois para mim o Teatro é acima de tudo uma Arte Nobre,
por cuidar de tudo que é Humano, Trans Humano e até Sub-Humano,
como busca  do real Humano Poder.

O Teatro cultiva esta Alquimia, com Magia Arte e Beleza.

Muito obrigado a você, Amada Fernanda,
por ver,
o que vê em mim,
fruto carinhoso de sua percepção de Grande Atriz Antenada
eu diria mais que da Cidadania,
mas da própria divindade da Arte Teatral, que você sabe o que é.

Sua irmã segurava por você na Umbanda
enquanto você soltava, e solta,
seus anjos e demônios na Cena Ritual do Teatro.

Muito obrigado Eric por estar escrevendo sobre minha pessoa co-criadora com muitas outras, da Potencialização desta Arte do Poder Humano, ainda considerada  descartadável.

Meu cultivo tem a ver com o que fez o “Circo Voador”, “A Fundição Progresso”, o Grupo “Tá na Rua”, de Amir Haddad na LAPA, ponto maior no Mapa-Mundi-Ponto de Encontro de Arte,  Amor, Povo brilhantemente iluminando as Noites da Vida.

Tem a ver também com o que “Os Satyros”, com “Os Parlapatões”, fizeram repovoando a Praça Roosevelt e alongando seus cantos para a fervilhante Rua Augusta, mais inspirada hoje que nunca.

O que Fernanda diz do Bexiga dá muita força neste momento: “Bexiga e Oficina – esses espaços, no meu entender, são um só”.

Noel e eu completamos: “São Paulo da Café, Minas dá Leite, mas o Bixiga dá Teatro”.

Depois de obter entendimento tido como impossível para a grande maioria, com o Grupo SS, e até ter-me tornado amigo do artista Silvio Santos, este depoimento nos dá lastro para se chegar ao Ponto Decisivo da Luta: o Estado.

Tende a ser muito morosa e complexa esta fase da Luta.

Depois da Protagonização de 30 anos do obstáculo “Video-Financeiro”, entra agora em Cena Publica  como Protagonista: O ESTADO.

É preciso que haja entendimento para que haja rapidez na efetivação de uma “Troca de Terrenos” do entorno do Teatro Oficina, que Silvio Santos generosamente propõe, por Terreno em mãos do   Poder Público .

É uma oportunidade que pode vazar com o tempo, para a conquista do “AnhangaBaú da Feliz Cidade“,

do “Teatro de Estádio”,

da “Universidade Antropófaga”,

e do “Reflorestamento do Bixiga”.

O próprio Laudo do Tombamento do Oficina como Patrimônio Artístico e Cultural do Brasil, pelo IPHAN, determina que  haja desapropriação do entorno do Teatro Oficina, compra ou outro meio para que se possa realizar a complementação do projeto Urbano Arquitetônico de um dos Maiores “Arquitetos” do século XX: Lina Bardi.

Silvio Santos trouxe uma solução surpreendente: “A Troca de Terrenos entre Terrenos”, onde entra valor fundiário e não dinheiro em espécie, coisa que os Poderes Públicos submetidos aos Cortes Fiscais neste momento não podem ter.

Por falar em Cortes Fiscais, e por ter recebido esta Outorga de Autoridade da maior Autoridade Viva do Teatro No Brasil, Fernanda Montenegro, tenho a certeza que nós deviamos juntar todos que fazem Teatro,
os que estão na Televisão amando o Teatro,
os que neste momento criam a renovação constante trazida pela Juventude,
os que se aventuram nesta Arte Bela e Cruel,
para conseguirmos suspender o Corte Brutal de 2/3 no Orçamento do Jovem Ministério da Cultura.

Vamos falar com Dilma, que é uma Protagonista Forte à altura do Poder que detêm, acompanhados da Ministra Anna de Hollanda.

Os que recriam, praticam o Teatro em Cartaz ou fora dele,
neste momento,
principalmente os Grupos de Trabalho Permanente de Plantação em Equipe cultivadores do futuro de nossa Arte estão na mais completa Miséria,
que se não for erradicada matará uma geração, como a de “Roda Viva” de 68,
massacrada pelo regime militar.

É muito cruel. Eu vi a situacão dos que ocuparam a Funarte.

Fomos até eles, para entrarmos juntos no movimento de luta pela  Cultura, objetivada na luta pela  liberação dos Cortes no Ministério.

Nós do Oficina Uzyna Uzona, fomos expulsos, por discordarmos das formas de luta que propunham, nas “palavras de ordem”, nos  slogans da velha esquerda carregados agora com um líquido inédito de ressentimento e ódio.

Eles estão num desespero que leva a um estado antagônico ao da Criação. A Fome pode destruir o instinto Criador.

Mas Justiça seja feita , foram os 1ºs a dar este Grito ! A expor publicamente este sintoma de Doença na Cultura Brasileira Atual.

Nós montamos a “Macumba Antropógafa” durante seis meses, pois os atores tinham de fazer outros trabalhos. Não era necessário artisticamente este tempo para o trabalho. Mas havia artistas que não tinham dinheiro para a condução de chegar ao Teatro.

Saí esgotado destes seis meses.

Felizmente tinha feito uma participação numa novela da Globo e recebido idenização por tortura, e pude segurar minhas pontas e a de muitos, como outros que tinham alguma coisa, fizeram o mesmo.

Esta situação é absurda na fase de Crescimento por que passa o Brasil.

O Teatro é um Berço de Criação da Cultura. É democracia estética humana direta e poderosa,
e hoje o Teatro contracena,
como no Oficina e em muitos Grupos,
com Todas as Artes,
a Cyber, a Musical, as Artes Plásticas, a Dança, a Poesia, trazendo-as para a Arte Cênica ao Vivo.

O estímulo energético humano corporal,
que produzimos nós que fazemos Teatro,
verdadeiras Uzynas Humanas,
é para dar aos que vêm nos ver estímulo vital elétrico de Poder Humano Corporal, Pessoal e Coletivo.

Teatro é  o maior Investimento que pode existir na criativa formação para a transformação do que impede a imediata  emersão da Economia Verde que vem vindo, rápida e poderosa.

Vivemos na Era da Inteligência Cyber, da NeuroCiência fazendo milagres, das Células-tronco.

É a Era em que o investimento em Criatividade no Poder Libidinoso, Elétrico e inventivo do ser humano na  Cultura não pode ser negligenciado.

É a Macro Economia da Vida, e é o Cultivo da Cultura que acelerará  a expansão da Economia Verde com velocidade Internética.

A Miséria não será erradicada no Brasil se a Cultura for, sobretudo no Teatro, miserabilizada pelo Estado.

Parece que não há esta percepção, nem nas mais brilhantes “personas políticas”.

Você Fernanda atravessou todos os Períodos da História do Brasil, mantendo viva no TERRITÓRIO DE SEU CORPO, A AUTORIDADE DO PODER TEATRAL.

Em seu Corpo-Alma você traz este Poder que veio de ANTÍGONE.

Vamos juntos dar voz, Poder, aos direitos que ANTÍGONE  clamava, que estão além das leis humanas, e que estão presentes no Corpo Vivo do Teatro.

Estou fazendo do Apê em que moro e trabalho, um SPA. Pois carrego uma exaustão de 2 anos de Trabalho sem férias.

E este ano criamos muito, mas à custa de um esforço Sobre Humano dos nossos Corpos.

Só estamos fazendo sessões aos sábados e aos domingos.

É um trabalho que aconteceu totalmente Domingo passado. Pegou!, como dizemos nós de Teatro.

Hoje é terça, e somente depois do teu texto recuperei meu Roteiro de Vida e Criação.

Temos que lutar juntos pelo Ócio que nosso Neg-Ócio merece e você é nossa Campeã Olímpica.

Vamos nessa.

Todo Amor a você Diva Adorada.

E a você Eric, agricultivando uma colheita tão ambiciosa para a Cultura.

E obrigado por me trazerem a Alma de Volta nesta tarde triste.

Um dos Papéis que eu faço, na “Macumba Urbana Antropófaga”, é do Padre Vieira, e me apaixonei por esta frase dele, bem conhecida:

“Para falar aos ventos
bastam palavras,
mas para falar ao Coração
é preciso Obras.”

São 16h45′,
a Sol projeta Céus
tiras brancas de nuvens
Ciclorama Azul
até as nuvem irem escurecendo
coroando com um cinza-poluição
os Arranha-Céus.

Escrevo da janela
do Estúdio
Paraíso…

… agora são 17h37′, volto depois de antender Telefonemas  plugados nos efeitos extraordinários que a “Macumba Urbana Antropófaga” está produzindo,
também mudei de locação,
minha janela dá para o PLANETÁRIO IBIRAPUERA
que nada
Marcelo Drummond acaba de me dizer que não é,
que é a ÓCA.
E eu semprei pensei que meu quarto de dormir desse para o IPIRAPUERA!?

Há na minha frente uma Cúpula Cercada de VERDE e Totalmente coberta pela Poluição.

Mas à noite vai dar pra ver estrelas e a Lua.

Meu Cavalo está Pesado da Estiva do último ensaio corrido, hoje é dia de des-canso.

E eu não consigo sair do Neg-Ócio
quero o Ócio.

É q hoje é um dia histórico na vida dos 50 anos do Teat(r)o Oficina

A Novela em cartaz há mais de 30 anos:
OficinaUzynaUzona & GrupoSS
atinge seu Clímax
na ALEGRIA:

Sílvio Santos me liga propondo nos encontramos
para resolvermos entre nós a questão dos Terrenos.

Sincronias: ontem comecei a ver o Maravilhoso Filme “O CAPITAL” de Alexander Kluge.

São 9 DVD’s, vi 2/3 da 1ª parte, é deslumbrante  e bem menos longo que as 27 hs de “Os SERTÕES”, do OficinaUzynaUzona.

Eisenstein teve a 1ª idéia de filmar “O CAPITAL” quando leu “ULYSSES”, de James Joyce. Seu filme passaria-se não num dia como o de Harold Bloom, mas numa noite com toda a Humanidade.

Kluge considera, como eu, Marx um Poeta, e faz um filme esteticamente nada a ver com o “realismo socialista”, ou com o Marxismo virado fundamentalismo.

Numa sequência duas atrizes, representando mulheres da RDA, a Alemanha Comunista, estudam Marx do ponto de vista da quantidade de águas que temos no Corpo e de como essas águas se comunicam, rompendo os limites de nossas peles, e plugadas nos despertam a percepção que somos um Oceno com calmarias, Tsunamis e Revoluções.

É Marx pra lá de sua personagem: “O CAPITAL”. Muita gente pensa que Marx é o CAPITAL. Não. Ele é o POETA q expôs a MAQUINARIA TODA DESTE SISTEMA a nu.

Mas sabia que tínhamos o Poder como Humanos e Seres Naturais de comermos este sistema em que todos estamos envolvidos com a inteligência de nossa Ação, humanos além das classes, religiões, ideologias.

Pois é, o encontro com Sílvio Santos foi o de nossas Águas, acima de nossas lutas, classes, pessoas jurídicas, da personagem Vídeo-Finaceira, e do Diretor Teatral. Disse a ele que senti orgulho de nosso entendimento, pois somos um exemplo pro mundo.

Imagine se Palestina e Israel se encontrarem nas águas de seres humanos que tenham o Poder de decidir sobre o fim de uma guerra idiota?!

Depois Sílvio falou para meu Trans Secretário, Chefe de Gabinete, Valério Peguini, que não está a fim de deixar aqueles terrenos ociosos, como empresário não desja empacar o Oficina, nem quer que o Oficina empaque o Grupo Silvio Santos. Pragmático.

E vamos nos encontrar pra falarmos de gente a gente.

Glória!

Nesta mesma data histórica recebo o documento publicado no DIÁRIO OFICIAL a pedido da MINISTRA DA CULTURA Ana Buarque de Hollanda, carimbado com a rubrica, rubra, vermelha: URGENTE,  criando uma Comissão para em 180 dias dar seu parecer técnico sobre a troca de terrenos, a construção ou não pelo próprio MINC do “ANHANGABAÚ DA FELIZ CIDADE”.

O Governo Brasileiro, finalmente assume oficialmente esta questão colocada pelo parecer do IPHAN quando tombou o TEATRO OFICINA como Patrimônio Artístico e Cultural do Brasil.

Entretanto uma pessoa mais pragmática que eu perguntou:

O quê ? 6 meses ? Como conciliar a negociação com um empresário que sabe que Time is Money, com 6 meses de apreciação pelo MINC ?

Pra falar a verdade não sei. A ‘MACUMBA URBANA ANTROPÓFOGA” revelará talvez nesta semana, na outra, ou no próxima batida de nossos corações.

Ana de Holanda manda nos dizer que não poderá vir dia 16 à FESTA DOS 50 ANOS DO TEATRO OFICINA na Noite da “MACUMBA…”, da  Troca-Troca entre Terrenos.

Não fiquei triste porque sei que ela gostaria de vir já trazendo resolvida a questão. Ana, magnanimamente pôs pra andar a  Burocracia.

Sabemos que o Aparelho do Estado Brasileiro não caminha no tempo dos nossos Desejos Culturais Vivos. Mas está OFICIALIZADO.

Quem poderia resolver a questão no ritmo do já, seria a PRESIDENTE OU PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF.

Estamos simbióticos ao seu Programa de Erradicação da Miséria. Queremos ir ao encontro das máquinas que trabalham este Desejo Social, nós do Teatro Oficina que lidamos com a Máquina dos Desejos Culturais, de Plantio da Rapidez Internética que vira com a Economia Verde.

A Miséria ronda o Bixiga. Há muitos moradores de rua passando todo este frio paulistano dormindo nos viadutos.

Aqui moram pessoas muito pobres, que são a maioria do Bairro. Nosso  desejo colocado em prática vai trazer todas essas pessoas para comerem nossa MACUMBA como PÚBLICO.

Queremos encontrar com o Time que trabalha praticamente a Erradiação da Miséria para trabalharmos juntos.

A Cultura em contato com a Miséria apreende com ela, cresce e transmite a dádiva da Arte que desperta sonhos, desejos, invenções, espírito crítico.

Nossa Pobreza Radical precisa também de Toda Riqueza Cultural, que por incrível que pareça é produzida também por todas essa mesma miséria, muitas vezes mais que entre os ricos.

Adoniran Barbosa, morador do BIXIGA, canta em seus Sambas essa miséria que nunca chega a destruir a grandeza humana dos MISERÁVEIS.

Esta Pobreza é erradicada no momento que entra em contato com as redes de Paixão dos que Cultivam a Vida Surreal, Paradoxal, Criativa, Inventora, Artística e Científica.

Para libertar sua alma da Escravidão os AFRICANOS inventaram no Brasil Escravocata, a Cultura do CANDOMBLÉ, juntaram-se aos ÍNDIOS, aos CABOCLOS, à contribuição milionária dos erros das IMIGRAÇÕES, aos ARTISTAS, ATORES, ATRIZES, MÚSICOS, ao RÁDIO, e criaram o Ritmo da BATIDA QUEBRADA DIONIZÍACA dos Ditirambos: o SAMBA, o MARACATÚ, o FREVO, enfim, inventaram o país da inversão  dos valores colonialistas: proclamando um Brasil Rico: O País do CARNAVAL, do FUTEBOL, da PETROBRAS, e de muito mais que Bananas ao Vento.

A Escravidão Africana e Indígena criaram a Cultura não de Resistência, mas de Re-Existência.

Apanharam sua “rítmica religiosa”, a das batidas Joãogilbertianas, do Coração do Brasil criando a Infraestrutura, a Cozinha fundadora da mistura de tudo da Cultura Universal Brazileira.

Como Oswald de Andrade pré-escreve na carne de seu “MANIFESTO ANTROPÓFAGO”: o terno Eterno Retorno ao Pré-Lógico, ao Bárbaro, ao Pagão, ao Tupy, para devorar os Mecanismos, Analógicos, Cybers, construídos por toda humanidade, inclusive pelos escravos, e assumir o ser, o to be, o SER TUPY de “BÁRBAROS TECNIZADOS”.

A ERRADICAÇÃO da POBREZA dos brasileiros pressupõe a erradicação do COLONIALISMO PATRIARCAL CAPITALISTA e o plantio da Cultura Verde do “Bárbaro Tecnizado”.

O Brasil investe 1% de seu Orçamento em Pesquisa Científica. A China 18%.

O MINISTÉRIO DA CULTURA teve um corte de 2/3 no seu 1º Jovem Orçamento, engatilhado para uma Primavera Cultural este ano.

Assim não dá.

No Mundo Globalizado, a Inteligência, o Sabor da Sabedoria=Cultura, são condições sinequanon para construção de  uma Riquíssima Economia Verde neste instante. Basta a Cultura e a Ciência serem libertadas de sua Miséria Orçamentária.

Como canta Chico Science, nós brasileiros precisamos de  Saiência, quer dizer, do conhecimento vivido Cultural e Cientificamente, para crescer.

Ensaio corrido da Macumba Antropófaga, no que será o Restaurante Troca Troca, nos terrenos de SS, onde Oswald e Tarsila têm a revelação antropofágica

Anoiteceu, 18h31′.

Em frente do apê onde vivo, uma Bandeira do Hamas, a corrente de luzes da Avenida 23 de Maio no seu apogeu e a IBM aqui na minha frente como um Plugue de Tomada Gigante. Um TOTEM?!

Acabei de enviar um convite a Excelentíssima Presidenta do Brasil Dilma Rousseff onde pedi que trouxesse a MINISTRA DA CULTURA Ana de Holanda no dia 16.

Beijos a todos que me lerem nesta noite linda de 8 de Ah!Gosto, ou em outros dias ou noites.

Hoje dia Histórico, cheio da prova dos 9: A ALEGRIA